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Ciência de Dados

Grupo trabalha para melhorar alfabetização em Estatística

Workshop desenvolveu atividades lúdicas para o ensino médio

 

 

Entre os dias 24 e 25 de novembro, a biblioteca do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC/USP) sediou o 1º WALE - Workshop de Atividades Lúdicas de Estatística para o Ensino Médio.

O evento faz parte de um trabalho realizado por professores e alunos do grupo de Estatística da USP/São Carlos, coordenados pelo pesquisador Francisco Louzada, do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CEPID-CeMEAI).

Segundo o pesquisador, o principal objetivo é melhorar a alfabetização em estatística no país. Para isso, o foco das atividades está na capacitação dos professores e ações de ensino dedicadas aos alunos do ensino médio.

“Até os professores têm dificuldades de acesso a conteúdos que precisam entregar aos estudantes nesta área”, comentou Louzada.

“Montamos um grupo de trabalho dedicado e que já desenvolveu várias atividades. Criamos, por exemplo, um website de apoio aos docentes com material didático digital (software) para introdução de noções básicas de estatística. Deste workshop, será elaborado um kit com atividades lúdicas de motivação aos alunos para que entrem no mundo da estatística de forma criativa e eficiente”, comentou.

No início do próximo ano, todas as ações já estarão sendo colocadas em prática nas escolas de acordo com a previsão de Louzada.

“Tudo se transforma em números e estatísticas que necessitamos entender para aplicar em nossas vidas, como um empréstimo no banco, os riscos de se contrair uma doença, a porcentagem que os municípios arrecadam em impostos e como os repassam, entre outros exemplos. Um país que não investe nesta formação pode sempre ficar à margem em conhecimento e inovações. Tão importante como saber ler e escrever é o aprendizado em Estatística”, finalizou o pesquisador.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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Estressômetro desenvolvido no CeMEAI já é utilizado

Software monitora emoções dos usuários e auxilia em diferentes áreas de atuação

 

Imagine um sistema que perceba seu cansaço ao volante e te sugira uma pausa para descansar. Pesquisadores do CEPID - CeMEAI trabalham em um dispositivo que interpreta diversas emoções e pode ser aplicado a diversos contextos do dia-a-dia. Entenda: https://goo.gl/QZRNhX

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quinta, 17 de novembro de 2016

 

“Você pode estar nervoso, com sono ou cansado. Não acha melhor parar o veículo no próximo posto?”. Este poderia ser um alerta enviado a um motorista, caso o estressômetro estivesse operando em algum dispositivo próximo a ele.

Coordenada pelo pesquisador Jó Ueyama, da área de Inteligência Computacional do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CEPID-CeMEAI), com colaboração dos alunos Gabriel Giancristofaro, Eduardo Vasconcelos, José Torres Neto e Leandro Mano, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC/USP), a tecnologia se baseia no desenvolvimento de um software que combina ferramentas comuns de dispositivos eletrônicos – reconhecimento da tonalidade da voz, câmera, sensores de movimento e de luminosidade – para monitorar o humor dos usuários, podendo detectar estresse elevado, sinais de depressão ou outros tipos de emoções.

“Existem várias aplicações para este trabalho. Nosso intuito é colocar a tecnologia em um dispositivo como o smartphone. Pessoas ou empresas poderiam fazer uso para o reconhecimento das emoções, como o estresse e tantas outras, verificando em tempo real as reações dos usuários e podendo sugerir estratégias para lidar com o problema apontado de forma bastante confiável”, explica Ueyama.

O primeiro experimento real da pesquisa foi desenvolvido junto à Liga de Simulação Clínica e Tecnológica da Escola de Enfermagem da USP de Ribeirão Preto, com a parceria dos Professores Alessandra Mazzo e Gerson Alves Pereira Jr. Tal parceria está auxiliando no processo de avaliação de alunos durante as simulações de atendimentos a pacientes.

Ueyama comentou ainda sobre os desafios de integração da tecnologia, passando pelo intercâmbio entre a universidade e indústria. “Queremos que o Estressômetro possa estar em apps, por exemplo, ampliando a oferta de suas aplicações à população e empresas interessadas em seus benefícios, como o segmento de transportes que poderia monitorar e orientar seus motoristas”.

Confira publicações da Science Direct e da Revista FAPESP (pp. 62 e 63) sobre o projeto!

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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Estudo sobre Trânsito em Rede é destaque na revista Pesquisa Fapesp

Jó Ueyama, pesquisador do ICMC-USP e CEPID-CeMEAI, é um dos desenvolvedores do sistema

 

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Recentemente, divulgamos uma pesquisa desenvolvida pelo CEPID-CeMEAI, por intermédio do professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP), Edson Moreira, que menciona a utilização dos beacons na comunicação entre veículos, propiciando novos modelos de negócios à beira das rodovias.

A mais recente edição da revista Pesquisa Fapesp traz uma reportagem sobre Trânsito em Rede - sem conexão com a internet, o sistema que está sendo criado permite que veículos troquem informação sobre condição de tráfego em cidades.

O cientista da computação Jó Ueyama, pesquisador do ICMC-USP e também do CEPID-CeMEAI, e o aluno de doutorado Geraldo Pereira são desenvolvedores do sistema e co-autores neste projeto que tem como autor principal Rodolfo Meneguette, pesquisador do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), campus Catanduva.

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“Nossa participação na pesquisa explora a inteligência computacional para detectar congestionamentos. Tal detecção ocorre usando a inteligência computacional nos dados obtidos dos veículos ao seu redor. Por isso, exploramos as comunicações entre veículos para obter tais dados. Consequentemente, a internet não é necessária porque "decidimos" entre os veículos no local se há ou não congestionamento neste lugar e sem consultar a internet”, comentou Ueyama.

Vale a leitura sobre esta nova concepção de veículos com tecnologias que permitem a coleta de informações em tempo real sobre uma série de possibilidades de aplicações e descobertas feitas por nossos pesquisadores.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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CeMEAI auxilia instituições chilenas para o desenvolvimento esportivo

Módulo de detecção de talentos esportivos foi entregue em reunião no início do mês

 

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No último dia 5 de outubro, uma reunião realizada em Santiago, no Chile, selou uma colaboração entre o Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) e duas instituições chilenas: o Centro de Estudios Avanzados de Fisiologia del Ejercicio (CEAFE) e o Departamento Deporte de Alto Rendimiento, do Instituto Nacional de Deportes.

O encontro foi marcado pela entrega do módulo iSports – Chile Children, derivado do iSports, que pretende disponibilizar aos treinadores e pesquisadores chilenos uma visão holística e individualizada dos estudantes chilenos para detectar talentos esportivos e obter alto desempenho dos atletas.

O sistema foi desenvolvido pelos pesquisadores Francisco Louzada Neto, coordenador de transferência de tecnologia do CeMEAI, Anderson Ara, aluno de pós-doutorado do CeMEAI, e Alexandre Maiorano, aluno de doutorado do Programa Interinstitucional de Pós-Graduação em Estatística (PIPGEs) da USP e da UFSCar.

“Desde que cheguei ao Chile, sonho em aplicar a estratégia Z para encontrar novos talentos. Quero seguir com este sonho”, afirma o brasileiro Josivaldo Souza Lima, pesquisador do CEAFE.

O doutor Aquiles Yáñes Silva, outro membro do CEAFE, também comemorou a parceria. “Agradeço a prestação e a excelente contribuição para este projeto, que deve ser realizado, em especial, porque é uma verdadeira contribuição para o desenvolvimento nesta área árida e complexa do conhecimento. Isso deve ter um grande impacto sobre diversos temas, como esportes, educação, saúde e políticas para atividades físicas e esportivas”, enaltece.

Louzada foi outro a frisar a importância da parceria. “Fiquei muito contente com a empolgação da equipe chilena. Percebi que, de fato, o módulo de acompanhamento das crianças chilenas que estamos desenvolvendo vai auxiliá-los de forma ímpar na identificação de possíveis talentos esportivos, o que pode culminar em um processo de investimento esportivo de precisão”, constata. ““Espero que, em um futuro próximo, possamos formalizar o relacionamento das equipes de pesquisadores brasileiros e chilenos, impulsionando a atuação internacional formal do CeMEAI”, finaliza.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Comunicação CeMEAI

 

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Pesquisa propõe novos modelos de negócios em rodovias

Comunicação entre veículos é simulada com tecnologia semelhante ao wi-fi

 

Carros conversando entre si? Veículos que se comunicam com a rodovia? Isso ainda não é comum, mas a tecnologia já existe. E pode ser utilizada até para criar novos modelos de negócio. Entenda:

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quinta, 20 de outubro de 2016

 

Ainda não é comum nas ruas ou estradas, mas a comunicação entre carros e entre os carros e a infraestrutura viária não demora a chegar.

Muitas montadoras já tem lançado a tecnologia V2V - Vehicle to Vehicle -  na fabricação de alguns automóveis. Um recurso de emissão de sinais de rádio, semelhantes ao wi-fi, que poderá propiciar a troca de informações entre carros e com a infraestrutura da estrada.

E que poderá propiciar ainda modelos novos de negócios envolvendo a geração de serviços e propagandas nas estradas. O principal foco de uma pesquisa coordenada pelo professor Edson Moreira e que tem apoio da FAPESP - por intermédio do CEPID-CeMEAI.

Segundo o pesquisador, a ideia é substituir propagandas em painéis, cartazes ou outdoors por sinais eletrônicos em pequenos pacotes de dados, parecidos com os pacotes de wi- fi que podem ser recebidos pelos carros quando passam próximos a alguns estabelecimentos, nas praças de pedágios, ou alguma antena especialmente colocadas ao longo das estradas para que sejam então transferidos para outros carros fazendo o marketing de postos, de hotéis, restaurantes e de outros ramos de negócios.

“Nós criamos protocolos de comunicação, através de um mecanismo chamado beacon que é difundido e divulgado como se fosse uma sirene no carro e esse pacote não precisa usar a internet”, explica.

Edson comentou ainda como a matemática auxilia na pesquisa. “Todo o nosso trabalho é simulado; é muito difícil você construir um dispositivo, colocar esse dispositivo em carros, sem ter noção de como vai ser o resultado deles. E tentar gerar a quantidade de dados suficientes para você conseguir dizer se está bom ou não. Em um determinado momento, o carro estará em determinada posição, e vai encontrar carros que irão passar por ele em velocidades diferentes, acelerações diferentes, sentidos diferentes, isso tudo é feito matematicamente. A quantidade de dados gerados é muito grande e dificilmente o trabalho teria o mesmo sucesso sem os computadores e estrutura proporcionada pelo CeMEAI”, disse.

Para encerrar, Edson lembrou que os interessados nesses resultados são, por exemplo, as concessionárias de rodovias, as entidades reguladoras de transporte, os próprios usuários e as empresas fabricantes de carros, bem como os negócios que rodam à beira da estrada. “Esses elementos formam o ecossistema no qual esse trabalho está inserido”.

 

Sobre o CeMEAI

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Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Concurso estimula aplicações com a tecnologia dos beacons

Podem participar todos os alunos de graduação e pós-graduação da USP

 

Todos os alunos da USP - Universidade de São Paulo estão convidados a participar do concurso Be an Icon, promovido pelo CEPID - CeMEAI, que estimula a criação de aplicações com a tecnologia dos beacons. Saiba mais sobre o prêmio: https://goo.gl/3VWYY0

Publicado por CEPID - CeMEAI em Sexta, 30 de setembro de 2016

 

O CEPID-CeMEAI e a empresa de inovação Siena Idea estão promovendo um concurso que estimula a criação de aplicações com a tecnologia dos beacons - pequenos dispositivos físicos que emitem curtos pacotes de dados bluetooth com certa frequência e raio de alcance programáveis.

“A utilização de beacons para sinalização de produtos para venda, itens de acervo em museus e em guias eletrônicas para turismo é bem conhecida. Pretende-se, com este concurso, expandir o universo de utilização destes dispositivos dentro do que se convencionou chamar de Internet das Coisas”, explica Edson Moreira, pesquisador do CeMEAI.

Ainda segundo ele, o desenvolvimento de aplicações com beacons inseridos em contextos definidos pela combinação de dados oriundos da leitura de sensores comumente disponíveis em smartphones, do tipo acelerômetro, GPS, NFC, etc, pode gerar utilizações novas e inovadores para esta tecnologia. “Os escopos principais de aplicação seriam o uso domiciliar, comercial e em ITS (Intelligent Transportation Systems). No entanto, propostas em outras áreas poderiam também ser consideradas”.

Os vencedores serão estimulados a criar startups, de maneira a contribuir para o crescimento do ecossistema baseado nesta tecnologia.

Podem participar alunos de graduação e pós-graduação da USP, de qualquer curso, de todos os campi.

O cronograma e regulamento podem ser acessados no site do concurso. As inscrições podem ser feitas também pelo site, a partir do dia 1º de outubro.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Sobre a Siena Idea

A Siena Idea é um agente de inovação localizado em São Carlos, cujo objetivo é transformar o conhecimento novo gerado nas universidades de São Carlos em algo de valor para o mercado. E o inverso também: trazer problemas complexos e relevantes do mercado para serem pesquisados pela academia.

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

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Trabalho do CeMEAI é citado em revista Computação Brasil

Pesquisador André Ponce de Leon de Carvalho falou sobre evolução da Ciência de Dados

 
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Umas das mais renomadas publicações de divulgação científica do país, com foco na área da computação e editada pela Sociedade Brasileira de Computação, trouxe um artigo do professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC-USP) e pesquisador do CeMEAI, André Carlos Ponce de Leon Ferreira de Carvalho. O tema discutido foi a Interdisciplinaridade da Ciência de Dados.

“A Computação é uma área de conhecimento inerentemente interdisciplinar. Essa expansão da importância da Computação tem levado ao surgimento de várias sub-áreas. Uma delas é a de Ciência de Dados”, explica o professor.

Ainda segundo André, praticamente toda área de conhecimento pode se beneficiar da área de Ciência de Dados. “A extração de conhecimento relevante de um conjunto de dados por meio de Ciência de Dados já ajuda a resolver problemas complexos nas áreas de Humanidades, Ciências Exatas, Ciências da Vida, Ciências Agrárias e Tecnologias”.

A reportagem cita ainda o trabalho desenvolvido pelo CEPID- CeMEAI com iniciativas recentes que têm facilitado projetos interdisciplinares utilizando Ciência de Dados. Depois de oferecer com sucesso uma ênfase no tema Ciência de Dados no seu programa de Mestrado Profissional em Matemática, Estatística e Computação Aplicadas à Indústria – MECAI, ligado ao CEPID- CeMEAI,  o MECAI, vai iniciar, em 2016, uma segunda turma de mestrado profissional em Ciência de Dados.  “O CeMEAI busca criar e fortalecer parcerias entre universidades e empresas nas áreas de Matemática Aplicada, Estatística e Computação”.  

Leia o artigo completo na página 62 da revista!

 

Sobre o CeMEAI

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O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Pesquisa adapta mudanças de características na forma de digitação

Os sistemas biométricos adaptativos alteram cadastros de usuários automaticamente

 

Uma das principais formas de acesso a residências e caixas eletrônicos é pela digitação de senhas. No entanto, senhas podem ser copiadas. Apesar disso, o tempo que uma pessoa leva ao passar de uma tecla para outra no momento de digitar a senha não pode. É justamente nessa dinâmica de digitação que um grupo de pesquisa do Icmc Usp e do CEPID - CeMEAI está trabalhando. Entenda: http://goo.gl/H30EEA

Publicado por CEPID - CeMEAI em Terça, 26 de julho de 2016

 

Uma das principais formas de acesso a residências e caixas eletrônicos é pela digitação de senhas. No entanto, senhas podem ser copiadas. Apesar disso, o tempo que uma pessoa leva ao passar de uma tecla para outra ao digitar sua senha não pode. É justamente isso, o tempo que uma pessoa leva entre digitação de teclas de uma senha, chamado de dinâmica de digitação, que um grupo de pesquisa da USP/São Carlos está trabalhando.

Paulo Henrique Pisani é orientado em seu doutorado pelo professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC-USP) e pesquisador do CeMEAI, André Carlos Ponce de Leon Ferreira de Carvalho.

Eles são responsáveis por diversas publicações sobre trabalhos inéditos em Inteligência Artificial e Ciência de Dados, especialmente voltados para sistemas biométricos adaptativos, que têm a capacidade de adaptar os cadastros biométricos dos usuários a novos dados obtidos ao longo do tempo, o que permite incorporar eventuais mudanças nas características biométricas dos usuários automaticamente.

Como exemplo, podemos mencionar os cadastros de senhas ou gravações de assinaturas digitais nas agências bancárias.

Pisani explica que, quando digitamos ou assinamos, isso é feito de um jeito, mas, com o passar do tempo, a forma de digitar pode se tornar mais rápida ou lenta. “Após um acúmulo de mudanças, o ritmo de digitação atual pode ser muito diferente do cadastro inicial. Uma forma do sistema corrigir essas alterações, a ponto de nos reconhecer corretamente, seria chamar o usuário para um recadastramento periódico, mas há um alto custo em termos de logística, além da inconveniência para o usuário. A pesquisa realizada possibilita a adaptação automática a essas mudanças de características dos usuários no sistema”, contou.

Ainda segundo Pisani, as modalidades comportamentais, como digitação e caminhada, são mais afetadas por mudanças ao longo do tempo do que as modalidades fisiológicas (impressão digital, íris, face, entre outras). Apesar disso, a maioria das pesquisas na área de sistemas biométricos adaptativos são para modalidades fisiológicas. Daí a importância do trabalho desenvolvido.

A escolha dos sistemas para serem comparados, parâmetros da pesquisa, discussão dos resultados, entre outros aspectos, levam em conta dados encontrados na literatura da área.

Os estudos apontam a diferença de desempenho entre algoritmos utilizados em sistemas estático e adaptativo e já confirmam o acerto do sistema biométrico ao longo do tempo.

Iniciada em 2013, a pesquisa tem ainda a colaboração da professora Ana Carolina Lorena (UNIFESP) e dos professores Norman Poh (Universidade de Surrey, no Reino Unido) e Romain Giot (Universidade de Bordeaux, na França), que veio recentemente ao Brasil para contribuir com a pesquisa.

“Em sistemas biométricos existem muitos erros e alguns deles ocorrem porque os dados biométricos se alteram com o passar do tempo e não se encaixam no modelo inicial. E esse tipo de problema não é eficientemente resolvido pela indústria. O trabalho de pesquisa incluiu desenvolver novos algoritmos de aprendizado de máquina que levam isso em consideração e garantem que o resultado pode ser aplicado em produtos industriais para melhorar o desempenho dos sistemas biométricos comportamentais”, comentou Giot.

Além das pesquisas em dinâmica de digitação, que reconhecem os usuários pelo ritmo de digitação, o projeto também estuda biometria por acelerômetro, quando os usuários são reconhecidos pelo modo de andar, usando dados de acelerômetro de smartphones.

“A novidade do nosso trabalho é adaptar automaticamente o cadastro biométrico ao longo do tempo. O algoritmo de adaptação é o mesmo. Temos aplicado os mesmos algoritmos tanto pra digitação como para acelerômetro. Nosso trabalho contribui mais na vertente comportamental, envolvendo ritmo da digitação, forma de andar, assinatura, entre outros. Estamos mais focados em digitação e acelerômetro, mas o modelo é aplicável a outras modalidades biométricas”, finalizou Pisani.

 

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Pesquisa computacional mapeia correlação dos genes

Estudo ajudará a acelerar o desenvolvimento de terapias para o câncer

 

Um projeto desenvolvido por pesquisadores do CEPID - CeMEAI irá auxiliar nas pesquisas médicas e à indústria farmacêutica no desenvolvimento de medicamentos e terapias celulares para doenças relacionadas às alterações genômicas, como o câncer. Saiba mais: http://goo.gl/nWpGvd

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quinta, 14 de abril de 2016

 

Um estudo inédito, coordenado pelo pesquisador André Ponce de Leon Ferreira de Carvalho, do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), chega à sua fase final com excelentes resultados e descobertas que poderão auxiliar nas pesquisas médicas e à indústria farmacêutica no desenvolvimento de medicamentos e terapias celulares para doenças relacionadas às alterações genômicas, como o câncer. 

O trabalho, desenvolvido em parceria com a Universidade de Regensburg, ao sul da Alemanha, e também pelos pós-doutorandos peruanos Edwin Talavera e Soledad Llerena, da USP-São Carlos, criou, pela primeira vez, uma ferramenta computacional que, usando técnicas de aprendizagem de máquinas e ciência de dados, permite identificar interações funcionais entre os genes quando se inibe um deles com algum tipo de produto químico/medicamento.

André explica que a pesquisa irá ajudar a universidade alemã no avanço do entendimento e tratamento do câncer, mas que a metodologia poderia ser aplicada para se entender outros distúrbios da regulação gênica e seus respectivos tratamentos. “Atualmente não tem como saber, por exemplo, quais genes serão afetados quando a pessoa toma um medicamento e isso acaba levando a vários efeitos colaterais, inclusive pode levar a algumas doenças secundárias depois. Então, identificando exatamente a correlação e que genes estão sendo afetados por uma determinada droga, pode-se reduzir e até eliminar esses efeitos”, explica.

Além do desenvolvimento do software, dois artigos acadêmicos serão publicados até o final deste ano.

 

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Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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Pesquisa na área de estatística cria plataforma de avaliação

Ferramenta para aplicar e avaliar provas é desenvolvida junto à Computação

 

Um trabalho coordenado pela professora Mariana Curi, do Icmc Usp e do CEPID - CeMEAI, promete ajudar os professores na hora das provas. Foi desenvolvido um sistema que monta os exames, seleciona questões e as corrige automaticamente. Além disso, incorpora módulos estatísticos e matemáticos que permitem que as avaliações sejam adaptativas. Saiba mais: http://goo.gl/nq36W4

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quinta, 7 de abril de 2016

 

A tecnologia permite que o acesso à informação e interatividade sejam cada vez mais presentes nas salas de aula, auxiliando no processo de aprendizagem. No entanto, ainda não foi capaz de eliminar, de uma vez, as avaliações em papel, demandando tempo dos docentes na aplicação dos testes e na correção.

Agora, um trabalho que tem coordenação da pesquisadora da área de Estatística, Mariana Curi, integrante do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), promete mudar essa realidade com inovação.

Inicialmente chamado Plataforma de Avaliação Informatizada (PAI), o sistema é diferenciado porque não apenas monta as provas, seleciona questões e as corrige automaticamente, mas incorpora módulos estatísticos e matemáticos que permitem que as avaliações sejam adaptativas. “Conforme as respostas dadas pelo aluno, é possível escolher uma próxima questão no banco de dados mais adequada ao nível de dificuldade ou acerto dele, individualizando e aprimorando assim o conteúdo e dificultando "cola"”, explica Mariana que já utiliza a ferramenta em suas avaliações.

Agora, o projeto da pesquisadora ganha reforço junto do também pesquisador do CeMEAI, Seiji Isotani, da área de computação que irá desenvolver um software contando também com o envolvimento de um grupo de alunos de doutorado.

 “O sistema já existente será aprimorado com a participação do grupo de Computação, possibilitando seu uso por outros docentes e também para avaliações de qualquer conteúdo, tais pesquisa de opinião ou marketing, não necessariamente provas ligadas à área educacional”, comentou.

 

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