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Presidente do CNPq comenta os desafios de comandar o Conselho

João Luiz Azevedo é pesquisador do CeMEAI

 

 

O novo presidente do CNPq, João Luiz Azevedo, foi nomeado para o cargo no dia 15 de janeiro deste ano. Azevedo é pesquisador do CEPID CeMEAI e comentou os desafios de comandar o Conselho. Confira a entrevista:

 

Presidente do CNPq comenta os desafios de comandar o Conselho

O novo presidente do CNPq, João Luiz Azevedo, é pesquisador do CEPID - CeMEAI e comentou os desafios de comandar o Conselho. Confira a entrevista:

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quarta-feira, 3 de abril de 2019

Supercomputador do CeMEAI auxilia pesquisadores da USP em Piracicaba

Cluster Euler reduziu muito o tempo gasto em processamentos

 

Supercomputador do CeMEAI auxilia pesquisadores da USP em Piracicaba

Pesquisadores da ESALQ têm utilizado o cluster Euler, o supercomputador do CEPID - CeMEAI, para ajudar em trabalhos na área ambiental. Saiba mais: https://goo.gl/owpfaV

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

 

Na Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, o campus da USP na cidade de Piracicaba, o meio-ambiente é assunto diário. Por ser referência nacional nos estudos relacionados à agricultura, a Esalq tem pesquisadores que desenvolvem projetos de ponta em parceria com instituições do governo. É o caso do Grupo de Políticas Públicas (GPP), que surgiu do Laboratório de Planejamento de Uso do Solo e Conservação (Geolab).

"Entre 1999 e o ano passado, quando o GPP foi finalmente institucionalizado na Esalq, nós trabalhamos com vários temas da interface entre meio-ambiente e agricultura. Trabalhamos com o Ministério do Meio-Ambiente, do Desenvolvimento Agrário, da Agricultura e outras organizações com uma agenda muito ampla envolvendo temas de reforma agrária, crédito fundiário, programas de pagamento por serviços ambientais, compras públicas, enfim", conta Gerd Sparovek, coordenador do Geolab.

O Geolab sempre trabalhou com iniciativas que pudessem ter algum retorno social. Porém, recentemente, o grupo ganhou um aliado importante nos projetos: é o supercomputador do CeMEAI, que realiza operações a uma velocidade aproximadamente 5 mil vezes maior que um computador comum. Foi na pesquisa do mestrado que o pesquisador Arthur Fendrich descobriu o poder do cluster. "Surgimos com a ideia, com a metodologia e, quando começamos a executar, vimos que com um único computador seria inviável de fazer essas contas, que muitas vezes uma operação – e nós faríamos várias operações – levava dias. Nós começamos a pesquisar alternativas, descobrimos a existência do Euler e aprendemos, conforme fomos aprendendo a usar, a reduzir essa questão de dias para horas. Essa série de processamentos que esperávamos que levasse meses foi possível fazer em semanas. Conseguimos testar várias alternativas e chegar a um modelo estatístico bom graças à capacidade de processamento que ganhamos com o Euler", comemora Arthur.

Em parceria com o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), o grupo desenvolveu um atlas agropecuário, que mostra informações como mapa de carbono, limites da malha fundiária e as terras públicas e privadas de todo o Brasil. O mapa fica disponível gratuitamente na internet para qualquer interessado. "O primeiro benefício do cluster foi conseguirmos melhorar a precisão dos cálculos. Quando aumentamos a capacidade de processamento com novas células, conseguimos inclusive processar coisas novas, o que antes não era possível por uma limitação computacional. Hoje em dia, pros 7,5 milhões de imóveis, conseguimos fazer essas contas de uma maneira muito mais refinada que antes", completa Arthur.

Portaria ministerial

Outra pesquisa importante desenvolvida pelos pesquisadores do GPP/Geolab se tornou uma portaria ministerial. "Esse projeto mapeou as áreas irrigadas, viu os lugares que tinham potencial para fazer a ampliação dessa irrigação, água disponível, infraestrutura e energia elétrica, que são parâmetros importantes para a implementação de áreas irrigadas. Além disso, ele apontava as áreas que já tinham problemas, já não tinham mais água disponível para fazer a irrigação. Com isso, o gestor conseguia fazer um bom planejamento, e em cima desse planejamento ele consegue indicar políticas que conseguem atender e fazer essa expansão da agricultura irrigada de uma forma ordenada, ou seja, uma otimização de recursos", explica o pesquisador Rodrigo Maule.

Além das pesquisas a nível nacional, o cluster do CeMEAI também dá um suporte importante a trabalhos no estado de São Paulo. Um deles é desenvolvido em parceria com instituições públicas para melhorar a fiscalização ambiental das propriedades rurais. "A partir de uma demanda da Fapesp junto à Secretaria do Estado, foi necessário um projeto para que se pudesse entender como ocorre a questão da aplicação da legislação ambiental dentro do estado visando a compensação. É possível observar toda a questão da vegetação e uso de solo de acordo com o mapa criado ou com a base de dados espaciais desenvolvida", descreve o pesquisador Paulo André Tavares.

"Fazer estudos regionais, mais generalistas, ajuda a tomar as decisões, mas operar uma decisão de política pública depende de escala e precisão espacial, e é isso que o cluster trouxe para nós - esse potencial de conseguir alinhar o que são processamentos mais gerais sobre como a coisa toda vai funcionar, que você consegue fazer com uma infraestrutura computacional mais simples, e aprofundar esses estudos até a escala local", reforça Gerd.

"Nós trabalhamos em vários projetos, com vários ministérios, e nesses estudos normalmente utilizamos muitas modelagens, que trabalham com bases de dados de nível nacional, que são bem pesadas. Para isso, precisamos ter recurso computacional muito forte, e essa parceria com o CeMEAI veio ajudar muito nisso", finaliza Rodrigo.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Assessoria CEPID-CeMEAI

 

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Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609 

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Workshop dá início a integração entre comunidade científica e gestão pública

Problemas de São Carlos foram discutidos com possibilidades de projetos conjuntos

 

 

De um lado, o conhecimento. De outro, possibilidades de ações. Quando falamos em Ciência e Tecnologia, comunidade científica e gestão pública têm muito a compartilhar.

O Workshop Redes Temáticas e Gestão Pública é uma iniciativa inédita e prática que colocou lado a lado, no dia 7 de dezembro, no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC/USP), representantes de universidades, centros de pesquisa, instituições e órgãos públicos de São Carlos.

O evento tem o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) e do ICMC, com organização do professor sênior José Carlos Maldonado e do atual Secretário Municipal de Desenvolvimento Sustentável, Ciência e Tecnologia José Galizia Tundisi.

Dezesseis das dezoito Secretarias Municipais, além de Coordenadorias, Fundações e Autarquias estavam presentes por meio de seus Secretários ou representantes. A eles, coube apresentar os problemas mais urgentes que podem ter soluções em cooperação com pesquisadores de universidades como a USP e UFSCar, Embrapa e Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) sediados em São Carlos.

A professora Maria Cristina de Oliveira, diretora do ICMC, falou sobre a importância deste trabalho integrado. “Já ganhamos muito em abrir este canal de diálogo. Discutiremos aqui como fomentar a colaboração com os problemas da administração pública. Nós do ICMC e do CeMEAI nos voluntariamos para sediar esse encontro que pretende apresentar competências que possam gerar futuras parcerias e projetos conjuntos com o município”, disse.

Para o organizador José Galizia Tundisi, que representou o prefeito Airton Garcia, o maior problema do país e seus municípios está na gestão. “Para resolver é necessário integração maior com o conhecimento que existe nas universidades e institutos de pesquisa. São Carlos tem um vasto conhecimento científico em todas as áreas e esta é a primeira reunião de um amplo projeto que será desenvolvido com bases para o município”.

No meio acadêmico, muitas vezes, a tecnologia procura o problema e a ideia é inverter essa situação com a aplicação de pesquisas que poderão solucionar muito do que foi apresentado pelos secretários.

Mariel Pozzi Olmo, da pasta de Serviços Públicos comentou sobre a dificuldade de gestão e coleta de resíduos sólidos, por exemplo. Para o tema, o CeMEAI já apoia uma tecnologia aplicada no município de Matão, o SISGERES, que poderia ser adaptado e implementado também em São Carlos.

Da Secretaria de Obras Públicas foram compartilhadas necessidades de melhorias em documentação técnica e orçamentária, cálculos, problemas de drenagem, entre outros.

Como trabalhar melhor os acervos do Museu, gerar renda e trabalho para a população, transporte público, trânsito, planejar parques urbanos e espaços públicos permearam as discussões que tiveram também a participação do presidente do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), Benedito Carlos Marchezin. A autarquia já possui um convênio de eficiência energética com o CeMEAI, coordenado pela pesquisadora Maristela Santos que já confirmou uma economia de pelo menos 10% na conta de energia elétrica do SAAE, podendo chegar a 1 milhão de reais de economia aos cofres do município em um ano. “Podemos trabalhar em outras frentes como perdas de água e problemas de abastecimento”, comentou.

E contribuir com os municípios em ações de prevenção e alerta contra alagamentos é a proposta de uma pesquisa também apoiada pelo CeMEAI e coordenada por Jó Ueyama que resultou no e-Noé, uma rede de sensores sem fio para monitorar rios e córregos urbanos. O dispositivo já pode ser operado já foi testado com bons resultados nos córregos Monjolinho e Tijuco Preto que costumam transbordar.

Após a apresentação dos problemas, foram criadas seis equipes agrupadas por áreas de interesses comuns.

Todos os assuntos relacionados à Educação serão discutidos em um projeto paralelo, o EduS.Car, já em andamento e coordenado pelo professor Edgar Zanotto, do Centro de Pesquisa, Educação e Inovação em Vidros (CeRTEV) que também participou do workshop.

Os demais grupos reuniram-se com pesquisadores para trabalhar na discussão das primeiras ações e organizar a agenda de trabalho futuro.

Segundo o Secretário Tundisi, algumas aplicações já podem ocorrer em 2019. “A cidade necessitava desta iniciativa que irá usar o capital intelectual do município e toda a equipe da prefeitura. Esperamos que seja o começo de um processo contínuo que integrará ciência, tecnologia e políticas públicas na transformação social. Demos hoje um salto importante sobre o diagnóstico de problemas de várias áreas e ganhamos na aproximação com os pesquisadores, muitos deles, matemáticos. E sabemos que matemática e água são a base de tudo”, comentou.

O professor Maldonado opinou. “Em nome do ICMC, agradeço a todos que contribuíram neste primeiro workshop. Ressalto que essa aproximação é muito relevante para a academia! Pesquisar e desenvolver, conjuntamente, soluções para problemas relevantes em domínios de aplicação, com impacto social e econômico fazem parte de nossos objetivos”.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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André Ponce de Leon Carvalho escreve para O Globo

Pesquisador divulga temas relacionados à Inteligência Artificial

 

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A coluna Ciência & Matemática do O Globo publica artigos de divulgação científica para estimular a Ciência no Brasil. O blog é do diretor-adjunto do Instituto de Matemática Pura Aplicada (Impa), Cláudio Landim, que também é membro da Associação Brasileira de Matemática e fez o convite para o professor e vice-diretor do ICMC/USP e pesquisador principal do CEPID-CeMEAI André Carlos Ponce de Leon Ferreira de Carvalho escrever artigos sobre Inteligência Artificial e temas relacionados.

Especialista na área com inúmeras publicações e vários livros escritos, o pesquisador tem participação mensal na coluna. Nos dois primeiros artigos apresentou os principais conceitos e ideias relacionados à Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina. Também escreveu sobre a importância crescente da Inteligência Artificial na vida das pessoas.

“O Brasil não acordou ainda para a importância da Ciência para a sociedade e a economia. Alguns países definiram estratégias para assumir o protagonismo mundial na Inteligência Artificial. O Brasil não tem dado atenção ao tema. Este é um canal muito importante para popularizar a ciência, explicando alguns temas científicos atuais de uma maneira mais informal, divulgando a ciência para a população”, comentou.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Pesquisadores e bombeiros discutem parceria em São Carlos

Ideia é ajudar no treinamento dos profissionais de resgate

 

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Um grupo de pesquisa formado por pesquisadores e membros do corpo de bombeiros se reuniu em São Carlos no último dia 13 de novembro para discutir possíveis parcerias e projetos para desenvolvimento conjunto.

O grupo é formado por Alexandre Delbem, pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) e professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos, Dilvan Moreira, também do ICMC, Leonardo Ambrosio, professor da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), Brenda Jacomelli, aluna da EESC, Pedro Arantes e Cristiano Santos, da Startup Triângulos, e Capitão Jean Gomes Pinto e Cabo Márcio Neves, representantes do corpo de bombeiros.

A ideia inicial de parceria é trabalhar com o treinamento de salvamento conhecido como flashover. Muito difundido entre os profissionais de resgate, o flashover consiste em colocá-los em um contêiner em chamas, que simula um cômodo de uma casa, para que eles treinem o controle do incêndio em uma situação real, de extrema temperatura e com a liberação de gases tóxicos.

Os pesquisadores pretendem extrair dados a partir dessas experiências. “Com a problemática definida, iremos avaliar todo o contêiner e os indivíduos que passam pelo treinamento.

Com a coleta dos dados, pretendemos melhorar o desempenho dos profissionais de resgate”, explica Cristiano. “Estamos lidando com uma grande oportunidade de trazer retorno à sociedade. Ainda há muito trabalho a ser feito, mas também há muito potencial”, finaliza.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

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Jorge Bazán recebe prêmio “Mass Mutual Poster Award Best Poster”

Reconhecimento veio da New England Statistical Society em Congresso na Yale University

 

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O professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC/USP) e pesquisador do CeMEAI Jorge Luis Bazán Guzmán recebeu o prêmio Mass Mutual Poster Award Best Poster (Profissional) da New England Statistical Society's NEXTGEN, durante o DATA SCIENCE DAY 2018 na Yale University, em New Haven, Connecticut, no dia 27 de outubro.

O trabalho aborda o desempenho de links assimétricos e métodos de correção para dados desbalanceados em regressão binária. “Neste trabalho, avaliamos dois métodos desenvolvidos para lidar com dados desbalanceados e compará-los com o uso de links assimétricos. Os resultados baseados em estudos de simulação mostram que os métodos de correção não corrigem adequadamente o viés na estimação dos coeficientes de regressão e que os modelos com links de potência e potência reversa considerados produzem melhores resultados para certos tipos de dados desbalanceados. Adicionalmente, apresentamos uma aplicação identificando o melhor modelo entre os vários propostos”, explicou Bazán.

Este trabalho é desenvolvido em cololaboração com Alex de La Cruz Huayanay, aluno do Programa Interinstitucional de Pós-graduacao em Estatística (UFSCSR/ICMC USP), Vicente G. Cancho, professor (ICMC/USP) e Dipak K. Dey, supervisor de pós-doutorado de Bazán na University of Connecticut.

 

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Trabalho que aborda dinâmica da conectividade cerebral é premiado

Reconhecimento ocorreu em Conferência de Estatística e Ciência de Dados

 

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O trabalho intitulado "Modeling high-dimensional time series from large scale brain networks" de autoria do doutorando Diego Carvalho do Nascimento recebeu o prêmio de melhor trabalho apresentado na 1st Conference on Statistics and Data Science, realizada entre os dias 12 e 14 de novembro de 2018 na Universidade Federal da Bahia, em Salvador, com patrocínio da International Association for Statistical Computing (IASC).

O trabalho é orientado pelos docentes do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC/USP) e pesquisadores do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) Francisco Louzada e Osvaldo Anacleto Junior junto ao Programa Interinstitucional de Pós-Graduação em Estatística USP-UFSCar.

A tese aborda a modelagem da dinâmica da conectividade do cérebro, através da ativação das regiões dado estímulos elétricos, bem como visa estimar, via modelagem gráfica, a representação da problemática complexa de uma forma simples para os neurocientistas.
“Essa premiação reconhece a qualidade do trabalho realizado pelo nosso grupo de pesquisa em modelagem de risco e ciências de dados junto ao CeMEAI. Estou muito orgulhoso”, ressaltou Louzada.

 

Sobre o CeMEAI

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Pesquisas são apresentadas para convênios com a prefeitura de São Carlos

Contribuições viriam nas áreas de coleta de resíduos e prevenção de alagamentos

 

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O secretário municipal de Desenvolvimento Sustentável, Ciência e Tecnologia de São Carlos, José Galizia Tundisi, recebeu na sexta-feira, dia 9 de novembro, membros do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) para conhecer pesquisas que poderiam contribuir com melhorias no município como prevenção de enchentes ou otimização da coleta e gestão dos resíduos de lixo.
 

Representaram o CeMEAI o coordenador de Transferência Tecnológica, Francisco Louzada Neto, o gestor de Educação e Difusão do Conhecimento, Gustavo Blengini Faria, o pesquisador da área de inteligência computacional Jó Ueyama e a pesquisadora Caroline Godoy.

O primeiro projeto apresentado foi o Sistema de Gestão de Resíduos Sólidos (SISGERES). Trata-se de um sistema desenvolvido em plataforma de software livre que pode ser customizado para demandas de prefeituras ou empresas interessadas em melhorar a gestão dos resíduos sólidos gerados e se adequarem às leis vigentes.  “Desenvolvemos um sistema com base matemática e estatística que permite captar e analisar, em tempo real, informações sobre volume, origem, destino, reciclagem, entre outras, subsidiando iniciativas do município”, explicou Francisco Louzada Neto.

“Temos muito interesse na concretização dessa parceria com a prefeitura de São Carlos. Será uma oportunidade ímpar de vermos nossos esforços tecnológicos se transformando em política pública baseada em evidências”, opinou Louzada.

 

Alerta contra enchentes

E contribuir com os municípios em ações de prevenção e alerta contra alagamentos é a proposta de uma pesquisa também apoiada pelo CeMEAI e coordenada por Jó Ueyama que resultou no e-Noé, uma rede de sensores sem fio para monitorar rios e córregos urbanos. O dispositivo já pode ser operado e é formado por um conjunto de sensores submersos instalados em vários pontos do rio sujeitos a alagamentos.

Segundo Ueyama, o e-Noé já foi testado com bons resultados nos córregos Monjolinho e Tijuco Preto, de São Carlos, que costumam transbordar, e continua sendo aprimorado.

Na apresentação à prefeitura os resultados da pesquisa foram apresentados. Os sensores detectam alterações na altura da coluna d’água. Câmeras registram o nível das águas e as informações podem ser acessadas pela Defesa Civil.

 “Não há necessidade de ir até a estação para extrair dos dados, essa tecnologia disponibiliza as informações em tempo real para uma conexão de nuvem e o sistema pode emitir alertas de enchentes automaticamente”, explicou o pesquisador.

O sistema também permite incorporar sensores de poluição que poderiam monitorar a qualidade da água.

Segundo Jó Ueyama a reunião foi importante para estreitar laços de transferência tecnológica com a Prefeitura de São Carlos, solicitar a limpeza das áreas assoreadas próximas do local onde os sensores estão instalado e requerer a energização dos pontos de sensores que agora encontram-se em funcionamento. “Foi muito importante o encontro para a consolidação da parceria e para aproximação da IES como a USP com as frentes que proverão serviços para a população brasileira”, finalizou.

 

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Grupo Terra Santa Agro visita USP São Carlos em busca de inovações tecnológicas

Presidente e executivos da empresa de agronegócio foram recebidos pelo CeMEAI

 

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Pesquisadores ligados aos grupos de Ciência de Dados e Otimização do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) receberam nesta segunda-feira, 24, no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, o presidente da Terra Santa Agro, José Humberto Prata Teodoro Júnior e executivos da empresa.

O objetivo da reunião foi discutir inovações tecnológicas e outras formas de parcerias que possam contribuir com os avanços do agronegócio no país.

E o caminho passou naturalmente pelo intercâmbio entre as realidades do mundo corporativo e da academia. Pesquisadores entendendo sobre plantio de soja, milho e algodão (as principais culturas produzidas pela Terra Santa Agro) e executivos do agronegócio ouvindo sobre como trabalhar usando a inteligência computacional e outras aplicações matemáticas.

Segundo o presidente, a empresa criou um comitê de inovação visando ações futuras de desenvolvimento e foi buscar referências de parcerias acadêmicas que pudessem auxiliar no uso e na mineração dos dados, indo além das limitações da mente humana. “Nós temos que tomar inúmeras decisões para um universo enorme de características como, por exemplo, qual a melhor variedade se soja a ser plantada, qual melhor tipo de solo, perfil químico, entre outras. Se a gente conseguir colocar um Data Science com muito mais potencial, pegar o potencial da mente humana e avançar, expandir, a gente consegue ter planos, planejamentos diferentes do que estamos fazendo hoje, com potencial de produtividade bem maior e isso serve para a nossa empresa e para o mercado”, comentou José Humberto.

As formas de parceria entre a Terra Santa Agro e CeMEAI ainda estão sendo delineadas de acordo com as necessidades de soluções que foram apresentadas neste primeiro encontro. “Estou muito animado com esta primeira reunião, com o perfil dos pesquisadores, algo bastante diferente do que se encontra no mundo corporativo. Basta a empresa querer e a academia também e temos um potencial explosivo e promissor “, concluiu o presidente da Terra Santa Agro.

 

Sobre o CeMEAI

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Sobre a Terra Santa Agro

A Terra Santa Agro é uma empresa produtora de commodities agrícolas, com foco na produção de soja, milho e algodão e valorização de terras. Possui 7 unidades de produção estrategicamente localizadas no estado brasileiro do Mato Grosso, por este apresentar condições favoráveis ao agronegócio, totalizando uma área sob gestão de aproximadamente 156,6 mil hectares.

São 512 equipamentos agrícolas em uso, sendo 437 próprios, 9 unidades de armazenagem, sendo 5 próprias e 3 algodoeiras próprias.

A Companhia tem suas ações negociadas no Novo Mercado da BM&FBOVESPA, nível mais alto de Governança Corporativa da bolsa brasileira.

 

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IMECC segue recebendo visitas de escolas

IMECC segue recebendo visitas de escolas

Iniciativa é comandada por pesquisadores do CeMEAI

 

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Alunos do Colégio São José dos Padres de Sion visitaram a Unicamp em agosto

 

A cada mês, o Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (IMECC) da Unicamp recebe alunos de escolas participantes da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP). O objetivo do projeto “OBMEP da Unicamp” é aproximar os estudantes dos ensinos fundamental e médio do ambiente universitário e promover a matemática e as áreas afins.

No dia 29 de agosto, o Colégio São José dos Padres de Sion, de São Paulo, levou 30 alunos de ensino médio para conhecerem o IMECC e a Unicamp sob a tutela dos professores Lúcio Tunes dos Santos e Laura Rifo, que também são pesquisadores associados ao Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI).

Os alunos tiveram a oportunidade de almoçar no bandejão da Unicamp, assistir a uma palestra do professor Lúcio sobre o filme Planolândia e conhecer alguns jogos que envolvem a matemática.

Hoje, foi a vez da Escola Estadual Dr. João Gabriel Ribeiro, de São José do Rio Pardo, passar pelo OBMEP na Unicamp. Os 28 alunos do nível fundamental fizeram as mesmas atividades que os estudantes do Padres de Sion.

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Nesta quarta-feira, a visita foi dos alunos da Escola Estadual Dr. João Gabriel Ribeiro

As duas próximas visitas de escolas ao IMECC já estão marcadas. No dia 24 de outubro, o IMECC receberá a Escola Estadual Profª Suely Maria Cação Ambiel Batista, de Indaiatuba. Em novembro, será a vez da Escola Estadual Prof. João Alvarenga, de Pedreira, participar do projeto.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Comunicação CeMEAI

 

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