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Ciência de Dados

uol

Os androides já estão entre nós. Mas eles ainda são bem diferentes daqueles idealizados pelo filme "Blade Runner – O Caçador de Androides" (1982). Na ficção, o ano é 2019. Distinguir um androide de um humano é tarefa difícil. Eles foram criados para servir e substituir o homem em atividades de risco.

 

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g1

 

Cada vez mais, os processos ligados à robótica e à inteligência artificial têm tomado conta da sociedade, facilitando o cotidiano das empresas e das pessoas, de uma maneira geral. E como há sempre algo novo a ser descoberto, a tendência é que as pesquisas no setor não parem. Professores e alunos da Universidade Federal de Alfenas (Unifal) estão desenvolvendo projetos que utilizam inteligência artificial no desenvolvimento de soluções para as mais diversas áreas, como a medicina, economia e até mesmo a astronomia.

 

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jornal da usp

O programa Ambiente É o Meio desta semana entrevistou o professor Francisco Louzada Neto do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), Campus da USP em São Carlos.

No programa, o professor fala sobre o projeto criado através do Centro de Ciências de Matemática e Estatística Aplicada a Indústrias (CeMAI) de um sistema de gestão de resíduos sólidos para a Cooperativa Socioambiental Reenvolta de São Carlos.

 

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Identificação de madeiras

pesquisa fapesp

 

Dois sistemas de visão artificial, que usam imagens para identificar e classificar madeiras, foram desenvolvidos recentemente em São Paulo. Um deles, chamado NeuroWood, contou com pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Itapeva, e do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos. Ele é composto por um conjunto de câmeras (webcams), um computador e um programa que diferencia a madeira em três categorias: A (excelente), B (boa) e C (rejeitada). O outro, criado no Instituto de Física da USP em São Carlos (IFSC-USP), é um método matemático que deu origem a um software capaz de determinar a espécie de árvore da qual determinada tábua provém. As duas tecnologias se destinam principalmente aos setores madeireiro e moveleiro.

 

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globo

 

 

Alexandre Henderson participa de um treinamento de futebol com uma galerinha muito jovem e tem seu desempenho analisado por um programa que usa a Matemática para descobrir novos talentos. Os números não mentem na hora de revelar os futuros craques! Será que o Alexandre é mesmo bom de bola?

 

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jornal da usp

“Quanto mais interessante for o estímulo e mais simples a linguagem do conteúdo transmitido aos alunos, mais fácil eles aprendem”. O depoimento é de Márcio Fessel, durante o curso de robótica para a capacitação de professores do ensino médio, oferecido pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos. Ele é um dos 40 professores da rede pública de ensino que participaram da iniciativa realizada entre os dias 11 de março e 27 de maio no ICMC.

 

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Uma tecnologia desenvolvida por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos (SP) promete ajudar os municípios a gerenciar melhor a destinação do lixo. O software fornece uma série de dados, como horários de descarte e tipos de materiais mais comuns em cada bairro, está sendo testado em Matão e já despertou o interesse de outras prefeituras.

 

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O estudo de redes tem uma gama de aplicações que impressiona: as mesmas estratégias podem permitir a investigação do fluxo de saída de pessoas num estádio de futebol, as conexões entre neurônios no cérebro e a transmissão da dados via internet, para citar apenas três exemplos.

Agora, um grupo de pesquisadores do Brasil e da Europa usou as ferramentas matemáticas das redes para estudar epidemiologia, ao formular como uma doença pode se espalhar em uma população em termos das redes de contágio que as pessoas formam entre si.

 

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logo record

 

Uma pesquisa comprova que mais de 28 milhões de Brasileiros convivem com uma doença conhecida como zumbido no ouvido. Conheça a pesquisa que uniu Brasil e Oriente Médio no combate a este incômodo.

 

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Quem tem sabe o quanto é irritante o zumbido, aquele barulhinho chato, constante no ouvido. E acreditem: incomoda 28 milhões de brasileiros. Mas pesquisadores da USP em São Carlos descobriram uma região do cérebro que pode ajudar no tratamento.

 

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