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Pesquisadores e bombeiros discutem parceria em São Carlos

Ideia é ajudar no treinamento dos profissionais de resgate

 

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Um grupo de pesquisa formado por pesquisadores e membros do corpo de bombeiros se reuniu em São Carlos no último dia 13 de novembro para discutir possíveis parcerias e projetos para desenvolvimento conjunto.

O grupo é formado por Alexandre Delbem, pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) e professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos, Dilvan Moreira, também do ICMC, Leonardo Ambrosio, professor da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), Brenda Jacomelli, aluna da EESC, Pedro Arantes e Cristiano Santos, da Startup Triângulos, e Capitão Jean Gomes Pinto e Cabo Márcio Neves, representantes do corpo de bombeiros.

A ideia inicial de parceria é trabalhar com o treinamento de salvamento conhecido como flashover. Muito difundido entre os profissionais de resgate, o flashover consiste em colocá-los em um contêiner em chamas, que simula um cômodo de uma casa, para que eles treinem o controle do incêndio em uma situação real, de extrema temperatura e com a liberação de gases tóxicos.

Os pesquisadores pretendem extrair dados a partir dessas experiências. “Com a problemática definida, iremos avaliar todo o contêiner e os indivíduos que passam pelo treinamento.

Com a coleta dos dados, pretendemos melhorar o desempenho dos profissionais de resgate”, explica Cristiano. “Estamos lidando com uma grande oportunidade de trazer retorno à sociedade. Ainda há muito trabalho a ser feito, mas também há muito potencial”, finaliza.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Assessoria CEPID-CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609 

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Pesquisador do CeMEAI participa de projeto aprovado pelo PIPE na área de saúde

Programa da FAPESP financiará pesquisa e produtos para agilizar atendimentos emergenciais

 

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Alexandre Delbem, pesquisador do CeMEAI

 

Com foco em novos conhecimentos e produtos que contribuam com o desenvolvimento do sistema público e privado de saúde, teve início em março deste ano um projeto aprovado pelo Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) que tem a colaboração do professor Alexandre Cláudio Botazzo Delbem, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos e pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI).

A equipe abriu uma empresa para participar do projeto. É formada por outros professores e alunos da USP de São Carlos e da USP de Ribeirão Preto e trabalha na fase 1 deste projeto, que resultará em um sistema envolvendo o desenvolvimento de sensores e receptores de localização de equipamentos em unidades de emergência de postos de saúde e hospitais. O produto composto também por um software auxiliará os gestores dessas unidades a tomar decisões sobre a entrada dos pacientes.

“O trabalho terá como base uma unidade de emergência regional de Ribeirão Preto. Imagine um paciente que sofreu um acidente e está com uma fratura e necessita de atendimento urgente. Atualmente, há um NIR (Núcleo Interno de Regulação) nos hospitais que verifica vagas e disponibilidade do atendimento, inclusive de salas e equipamentos. É neste âmbito que iremos atuar. O profissional que toma a decisão de receber o paciente não detém hoje de uma tecnologia precisa de informações e com o sistema completo que desenvolveremos, vamos dar a este funcionário os dados rastreados e organizados em tempo real em um software”, explicou Delbem.

Ainda segundo ele, o sistema poderá auxiliar no planejamento desses equipamentos, como manutenções e melhor aproveitamento dos mesmos.

O PIPE-FAPESP apoia a execução de pesquisa científica e/ou tecnológica em pequenas empresas por pesquisadores vinculados à empresa ou a ela associados para sua realização. Os projetos são desenvolvidos em duas etapas. A Fase 1 é dedicada à demonstração da viabilidade tecnológica do produto ou processo proposto em período máximo de 9 meses e recursos de até R$ 200 mil. O objetivo da Fase 2 é o desenvolvimento da inovação no prazo limite de 24 meses e recursos até R$ 1 milhão.

 

Pesquisa é apresentada também na Europa

Essa pesquisa, que acaba de ser aprovada pelo PIPE, e também outros projetos na área de saúde - que propõem uma série de ferramentas em benefício do atendimento da população na rede de saúde - foram apresentados recentemente na Universidade de Warwick, na Inglaterra. Delbem foi palestrante convidado do 2º Workshop of the “UK-Brazil Interdisciplinary Research Network on Urban Resilience Data” que ocorreu nos dias 5 e 6 de fevereiro.

O evento faz parte de uma série de atividades que pretendem fortalecer a colaboração em pesquisas entre a University of Warwick e três universidades brasileiras (USP, FGV-EAESP e UFRJ).

Em sua apresentação o pesquisador do CeMEAI abordou temas de capacitação em Ciência de Dados envolvendo Saúde e Saneamento Básico utilizando informações de mídias sociais.

“Foi de extrema importância essa integração entre universidades e pessoas que estão trabalhando na mesma área e pudemos confirmar que estamos bem estruturados nas pesquisas relacionadas à saúde. O intercâmbio resultará em cooperação e possíveis financiamentos aos nossos projetos”, disse Delbem.

Ainda segundo ele foi possível traçar paralelos entre os dois sistemas públicos de saúde do Brasil e Inglaterra que resultarão em melhorias para a população dos dois países.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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No dia 18 de outubro, o Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (Cemeai) promoveu uma reunião com líderes de institutos da USP e da Secretaria Municipal de Saúde de Bauru para definir ações conjuntas em ensino e pesquisa na rede de saúde de atendimento à população.

 

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Ação conjunta resultará projetos inovadores na Rede de Saúde

CeMEAI contribuirá com tecnologia para melhorar atendimento à população

 

 

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) promoveu nesta quarta-feira, 18, em São Carlos, uma reunião com líderes da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP- USP), Escola de Engenharia de São Carlos (EESC-USP), Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC-USP), Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB-USP), Secretaria Municipal de Saúde de Bauru e representantes do novo curso de Medicina da USP, em Bauru, para definir ações conjuntas em ensino e pesquisa na rede de saúde de atendimento à população.

Participaram o Secretário da Saúde da Prefeitura de Bauru, José Eduardo Fogolin Passos, Vitor Bottino Cotait - Departamento de Informática - Secretaria da Saúde Prefeitura de Bauru, o Diretor do ICMC, Alexandre Nolasco de Carvalho, José Alberto Cuminato, Diretor do CEPID-CeMEAI, Gerson Alves Pereira Júnior - Cirurgia de Urgência e do Trauma - Departamento de Cirurgia - Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, José Sebastião dos Santos - Professor de Cirurgia do Aparelho Digestivo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Alessandra Mazzo – Escola de Enfermagem USP Ribeirão Preto, Luiz Carlos Passarini,  EESC, Alexandre Cláudio Botazzo Delbem, Prof. Titular do SSC – ICMC,  Maria Aparecida de Andrade Moreira Machado, Prof. Titular de Odontopediatria e Diretora da Faculdade de Odontologia de Bauru.

As pesquisas nas áreas de matemática, estatística e computação desenvolvidas no CEPID-CeMEAI têm muitas ramificações para a saúde e a intenção agora é aprimorar modelos de otimização, inteligência computacional e análise de risco de acordo com as demandas vivenciadas nas redes pública e privada.

“Esta iniciativa marca o início de um trabalho de impacto para organizar o sistema resolvendo problemas críticos que não atingem somente o Brasil”, comentou Alexandre Delbem, um dos líderes do projeto.

Segundo ele, este trabalho irá reduzir o tempo de espera, priorizar atendimentos de urgência proporcionando sobrevida aos pacientes, controlar a demanda e oferta de medicamentos resultando em eficiência de uso e economia aos cofres públicos, por exemplo.

“Há muitos problemas no sistema que podemos ajudar a resolver criando esta espécie de ‘Consórcio’ que reunirá Instituições e pesquisadores de referência em suas áreas. Cada projeto pretende atacar uma frente e começaremos o trabalho pelo município de Bauru que se mostrou solícito com a parceria”, disse.

Os pesquisadores já estão trabalhando em propostas sugeridas para a implantação do curso de Medicina e também na construção de um hospital público na cidade. Além da transferência de tecnologia, o CeMEAI contribuirá ainda com educação e difusão, como o MECAI- primeiro mestrado profissional do país.

“Temos muito interesse nesta parceria. A expectativa é de que ela possa trazer para a saúde pública de Bauru maior gerenciamento de informações e bases de dados dos nossos sistema de informação. Acreditamos que projetos pilotos possam ser desenvolvidos na área de sistema de informação para a rede de urgência, controle e manejo da assistência farmacêutica e integração de informações do cuidado aos pacientes na rede municipal de saúde. Com mais informações e sistemas da informação poderemos ter maior planejamento em saúde com mais eficiência para a gestão local, mais cuidado aos usuários do SUS e maior comunicação na rede e para os profissionais e alunos”, comentou o Secretário Municipal de Saúde de Bauru José Eduardo Fogolin Passos.

“O mercado oferece sistemas para a rede de saúde, no entanto, não existe nenhum trabalho específico e elaborado para problemas críticos como estamos desenvolvendo. Já estamos iniciando o mapeamento dos principais aspectos da rede de saúde de Bauru, que será a base desta iniciativa que poderá ser implantada em todo país e exterior, por intermédio dos projetos que iremos construir entre todos os pesquisadores e pessoas envolvidas nesta grande ação visando melhorar o atendimento à população”, finalizou Delbem.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Uma pesquisa comprova que mais de 28 milhões de Brasileiros convivem com uma doença conhecida como zumbido no ouvido. Conheça a pesquisa que uniu Brasil e Oriente Médio no combate a este incômodo.

 

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Quem tem sabe o quanto é irritante o zumbido, aquele barulhinho chato, constante no ouvido. E acreditem: incomoda 28 milhões de brasileiros. Mas pesquisadores da USP em São Carlos descobriram uma região do cérebro que pode ajudar no tratamento.

 

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Os resultados de uma pesquisa conduzida no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC/USP) em São Carlos estão sendo usados para desenvolver um modelo matemático que ajude a compreender como funciona o cérebro de portadores de um distúrbio que leva o nome de Tinnitus, mais conhecido como zumbido de ouvido.

 

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Modelo matemático auxilia a entender o zumbido de ouvido

Pesquisa tenta desvendar doença que acomete cerca de 20% da população

 

O zumbido no ouvido atinge cerca de 20% da população mundial. No CEPID - CeMEAI, pesquisadores estudam o distúrbio para entender melhor como funciona o cérebro de uma pessoa que tem o problema e ajudar na busca por um tratamento para a doença. Entenda: https://goo.gl/pl7lM2

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quinta, 26 de janeiro de 2017

 

Dados da Associação de Pesquisa Interdisciplinar e Divulgação do Zumbido (APIDIZ) demonstram que cerca de 20% da população, ou seja, mais de 28 milhões de brasileiros convivem com a doença Tinnitus, popularmente conhecida no Brasil como zumbido no ouvido.

O distúrbio é estudado em uma pesquisa desenvolvida no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC/USP) pelo aluno iraniano Iman Ghodratitoostani, que é orientado pelo pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CEPID-CeMEAI), Alexandre Delbem.

Segundo o aluno, o objetivo do trabalho é ousado e caminha para construir um modelo de funcionamento do cérebro de uma pessoa que tem o problema do zumbido, com intuito de auxiliar os profissionais da área na busca pelo tratamento.

“O modelo de zumbido funcional neural supõe uma nova manifestação em pesquisa clínica. Estamos trabalhando na validação do modelo, que é proposto com base em atividades do cérebro e da rede neural, bem como as informações do cérebro que temos a partir da ressonância magnética funcional e de encefalogramas elétricos. Assim, a ideia é ir para a informação do cérebro antes, durante e depois da intervenção, a fim de descobrir o que aconteceria no cérebro como consequência dessa intervenção”, comentou Iman.

Uma equipe multidisciplinar trabalha junto com os pesquisadores, dividindo experiências e somando resultados para investigar os fatores que provocam este problema que é considerado ainda um grande desafio até mesmo para os especialistas.

“Um dos caminhos que a pesquisa tomou foi o envolvimento de profissionais de várias áreas e instituições. Desde o médico, ao cientista da computação, matemático, estatístico e outros especialistas, buscamos todos um melhor entendimento de como funciona a doença para poder fazer o melhor tratamento e melhores soluções”, disse Delbem.

Além da USP São Carlos, estão envolvidos diretamente na pesquisa o Instituto de Estudos de Ciência Cognitiva do Irã, uma empresa americana que produz aparelhos auditivos, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP) e a Universidade Federal do ABC.

O Instituto Ganz Sanchez, referência no diagnóstico e tratamento do zumbido no ouvido, é outro importante parceiro. Aliado à análise clínica já feita pelo Instituto, os pacientes que participam da pesquisa também passam por avaliações e medições feitas com os equipamentos do CeMEAI, financiados pela FAPESP.

A diretora do Centro e supervisora da parte clínica da pesquisa, Tanit Ganz Sanchez, comentou sobre as inovações e esperança que o estudo já está trazendo.

“Se considerarmos a literatura, poucas pessoas acreditam na cura. Esta pesquisa é extremamente rígida, com padrões poucos flexíveis. Normalmente, os projetos de tratamento que são mais realizados são os ensaios clínicos randomizados e na verdade, se testa uma coisa de cada vez e a gente resolveu ousadamente fazer o contrário, ir atrás de pessoas que já se curaram e ver o que elas tinham pra contar para nós, clínicos e pesquisadores. E para surpresa, a cura que aconteceu com eles, pelo menos as que nós pudemos testemunhar, são de combinações de fatores de tratamentos juntos. Temos convicção de que aparte clínica e a parte cientifica têm que interagir de uma forma melhor para que de fato possamos chegar até a cura do zumbido”, finalizou a médica.

A pesquisa já teve repercussão em publicações do país e internacionais.

Recentemente, Siamak Sani, executivo da empresa norte americana World Hearing Organization Inc., esteve no Brasil para discutir a parceria que pretende aplicar a tecnologia na produção de aparelhos auditivos.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Pesquisa sobre zumbido de ouvido avança com apoio de empresa americana

Fabricante de aparelhos auditivos veio ao CeMEAI para discutir parcerias

 

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A realidade de pacientes que sofrem com algum distúrbio auditivo, como o zumbido no ouvido, normalmente, é de muita espera por descobertas no diagnóstico e tratamento ou acesso às próteses. Apenas no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, a fila de espera para conseguir um aparelho chega a quase cinco mil pessoas.

A informação foi dada pelo professor e médico responsável pelo departamento de otorrinolaringologia, Miguel Hyppolito, que participou, nesta semana, de uma reunião no Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CEPID-CeMEAI).

O encontro reuniu ainda o diretor do CeMEAI, José Alberto Cuminato e pesquisadores do Centro que desenvolvem uma pesquisa sobre a doença Tinnitus, popularmente conhecida no Brasil como zumbido no ouvido.

O distúrbio é estudado pelo aluno iraniano de pós-graduação Iman Ghodratitoostani, orientado pelo professor e pesquisador Alexandre Delbem.

A pesquisa tem várias frentes e caminha para construir um modelo de funcionamento do cérebro de uma pessoa que tem o problema do zumbido, com intuito de auxiliar os profissionais da área na busca pelo tratamento.

E uma destas frentes, é buscar apoio de empresas fabricantes de aparelhos auditivos que possam desenvolver a tecnologia em conjunto com a equipe da USP-São Carlos e outros profissionais da área, também envolvidos.

Neste sentido, Siamak Sani, executivo da empresa norte americana World Hearing Organization Inc., se mostrou disposto a auxiliar com a tecnologia produzida por sua empresa e investimentos em testes e produção conjunta. A empresa já fez a doação, via CeMEAI, de 60 unidades de equipamentos que serão testados em pacientes envolvidos na pesquisa.

“Podemos transferir nossa tecnologia para as necessidades brasileiras e mais do que isso, podemos com este estudo pioneiro, mudar o mundo”, disse Sani.

Alexandre Delbem comentou sobre mais este avanço da pesquisa. “Nós precisamos de investimentos para que o estudo se desenvolva e possamos atingir nosso principal objetivo que é fazer com que a tecnologia seja efetiva aos pacientes”, finalizou.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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Zumbido no Ouvido

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Pesquisadores

Alexandre Delbem, Iman Ghodrati Toostani, Tanit Ganz Sanches

Identification of brain structures and mechanisms involved in tinnitus phenomena (in analogy of Neurofunctional Tinnitus model) by means of clinical assessments as Tinnitus questionnaires, patient histories, audiological tests, physiological tests, High Definition transcranial Direct Current Stimulation (HD-tDCS) and resting state fMRI, resting state EEG and dense EEG is the main objective of current proposal. It is a multicenter clinical project with agreements of cooperation involving two clinics in Brazil (Sao Paulo and Ribeiro Preto), one clinic in Tehran and an Iranian Knowledge-based corporation, FGSco. This corporation has shared his diagnostic technologies and devices, called “TINAD”, for each clinical partner. All the agreements as well as the support from CEPID/CEMEAI were established after August, 2014. In this period, protocols of clinical procedures were also defined and the training of some clinicians for the use of TINAD was performed.

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