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"Projeto como Produto" chega à reta final

"Projeto como Produto" chega à reta final

A semana foi de acertar detalhes para a Feira de Produtos, que será em dezembro

 

Cerca de 90 alunos divididos em 23 grupos de trabalho participaram na quarta-feira (11) do último checkpoint da iniciativa "Projeto como Produto". Neste ano, o PcP começou com uma Feirinha de Problemas, no dia 3 de julho, quando representantes de duas empresas (Enalta e Sanca Ventures) estiveram na USP em São Carlos e conversaram com estudantes. Eles expuseram cinco problemas da indústria e os alunos foram convidados a buscar soluções para as dificuldades apresentadas. Posteriormente, uma terceira empresa, a Siena Idea, se juntou ao grupo, apresentando mais um problema.

A atividade faz parte de duas disciplinas dadas no ICMC: a de Redes Móveis e a de Tópicos Avançados em Comunicação. Os grupos tiveram cerca de quatro meses para avaliar os casos e se reuniram esta semana para apresentar e discutir, juntamente a representantes das empresas, o que foi trabalhado até agora.

No dia 4 de dezembro, o público vai poder conferir o resultado. No hall da biblioteca do ICMC, haverá a Feirinha de Produtos. Para o pesquisador do CeMEAI e professor do ICMC, Edson Moreira, que coordena o PcP, os eventos são muito importantes. “Primeiro porque, se os estudantes resolvem um problema real, eles se debruçam mais nele, se envolvem mais com ele. Didaticamente é algo bom, que faz com que eles se sintam motivados. Por outro lado, a gente estimula o instinto empreendedor que cada um tem. A ideia é que eles mostrem inclusive um plano de negócios para o produto deles”, explicou o docente.

Florence Roxane Sarmah, aluna do terceiro ano de Ciências da Computação, também ressaltou a importância dos eventos: “No meio acadêmico, muitas vezes nós não temos muita noção de como as empresas funcionam, no que elas focam. E assim a gente passa a saber o que elas valorizam. A gente teve que aprender coisas novas pra ter um produto de qualidade”, analisou.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP. O CeMEAI é especialmente adaptado e estruturado para promover o uso de ciências matemáticas (em particular matemática aplicada, estatística e ciência da computação) como um recurso industrial.

As atividades do Centro são realizadas dentro de um ambiente interdisciplinar, enfatizando-se a transferência de tecnologia e a educação e difusão do conhecimento para as aplicações industriais e governamentais. As atividades são desenvolvidas nas áreas de Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software. 

Além do ICMC, o CEPID-CeMEAI conta com outras seis instituições associadas: o Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade Federal de São Carlos (CCET-UFSCar); o Instituto de Matemática Estatística e Computação Científica da Universidade Estadual de Campinas (IMECC-UNICAMP); o Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista (IBILCE-UNESP); a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (FCT-UNESP); o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE); e o Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (IME-USP).

Assessoria CEPID-CeMEAI

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Estudantes participam da Feirinha de Problemas no ICMC

Ideia é trazer situações reais de empresas para serem resolvidas por eles

Cerca de 40 estudantes do ICMC participaram nesta manhã de mais uma edição da Feirinha de Problemas, realizada no auditório Professor Luiz Antonio Favaro. A iniciativa quer aproximar os alunos da realidade das empresas. Segundo o coordenador do evento, o professor Edson dos Santos Moreira, do Departamento de Sistemas de Computação e pesquisador do CeMEAI, “a ideia é motivar os alunos com problemas da vida real, com aplicações práticas que eles podem explorar. Eventualmente fazendo a sua própria empresa”.

Dois empresários foram convidados a participar da Feirinha. O primeiro deles, Eugênio Lysei, é diretor de operações e engenharia da Enalta, empresa que atua há 20 anos no ramo da automação agrícola. Ele apresentou dois desafios para os estudantes relacionados às redes móveis e às dificuldades de transmissão de dados do campo para a cidade e elogiou a iniciativa: “É uma das mais louváveis da Universidade de São Paulo para colocar os alunos em contato com os problemas do mundo real. Nossas maiores dificuldades dizem respeito às telecomunicações, à utilização das teorias da computação para a implementação de novos protocolos compatíveis com as nossas necessidades no Agronegócio”.   

Depois do Eugênio, quem falou foi o empresário Victor Morandini Stabile, sócio-diretor da Sanca Ventures, incubadora e aceleradora de startups. “Eu trouxe três problemas. Um deles é um conseguir um aplicativo para Smart TV que permita a donos de estabelecimentos mostrarem suas ofertas para os clientes, fazendo também com que anunciantes de fora coloquem publicidade dentro desses estabelecimentos. Outra ideia que nós trouxemos é a de um aplicativo para ensino de línguas – especificamente para aulas de conversação – que conectaria alunos com professores. E o outro problema é uma câmera para monitoramento residencial, para você conseguir instalar fácil na sua casa, conectando na internet para monitorar remotamente o que está acontecendo e o servidor também detectaria movimentos ou atividades anormais na residência e te alertaria com uma notificação no celular.

Os problemas apresentados na Feirinha serão resolvidos pelos alunos no segundo semestre. Entre o público do auditório estava Tales Correia, estudante de Ciências da Computação, que estava animado depois da Feirinha. “É uma oportunidade de você sair um pouco do ideal e ver a aplicação de fato. Pegar por exemplo as limitações do campo e trabalhar para melhorar a situação atual. Pegando um problema real você vê que está ajudando alguém e é muito melhor”, comemora.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP. O CeMEAI é especialmente adaptado e estruturado para promover o uso de ciências matemáticas (em particular matemática aplicada, estatística e ciência da computação) como um recurso industrial.

As atividades do Centro são realizadas dentro de um ambiente interdisciplinar, enfatizando-se a transferência de tecnologia e a educação e difusão do conhecimento para as aplicações industriais e governamentais. As atividades são desenvolvidas nas áreas de Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software. 

Além do ICMC, o CEPID-CeMEAI conta com outras cinco instituições associadas: o Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da Universidade Federal de São Carlos (CCET-UFSCar); o Instituto de Matemática Estatística e Computação Científica da Universidade Estadual de Campinas (IMECC-UNICAMP); o Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas da Universidade Estadual Paulista (IBILCE-UNESP); a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (FCT-UNESP); o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE); e o Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (IME-USP). 

Texto: Carla Monte Rey - Assessoria CEPID-CeMEAI

Fotos: Leonardo Zacarin - Assessoria CEPID-CeMEAI

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Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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