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Pesquisador analisa epidemia do coronavírus

Pesquisador analisa epidemia do coronavírus

Como a matemática pode auxiliar em políticas de controle

 

O que o coronavírus tem a ver com matemática? Se pensarmos que toda epidemia é também um sistema complexo, uma rede que conecta pessoas e dissemina a doença, muita coisa! Por meio de equações e modelos matemáticos, é possível calcular a magnitude de uma epidemia e como ela se comporta entre as pessoas infectadas.

Especialista nessa área, Francisco Rodrigues, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC-USP), tem importantes trabalhos com cooperação internacional que tentam controlar ou minimizar, por meio de modelagem matemática, os impactos de uma epidemia, visando, entre outras aplicações, auxiliar em ações de controles epidemiológicos.

Ele analisou o coronavírus. Confira a entrevista:

 

Pesquisador analisa epidemia do coronavírus

O que o coronavírus tem a ver com matemática? Se pensarmos que toda epidemia é também uma rede que conecta pessoas e dissemina a doença, muita coisa! O professor Francisco Rodrigues, do Icmc Usp e pesquisador do CEPID - CeMEAI, desenvolve trabalhos na área e analisou a mais nova ameaça à saúde mundial. Confira:

Publicado por CEPID - CeMEAI em Terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
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Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) de São Carlos (SP) – que usam a matemática para estudar a propagação de doenças – descobriram que as campanhas de conscientização de saúde divulgadas massivamente podem ter efeito contrário ao esperado, fazendo, por exemplo, com que um vírus se espalhe mais rapidamente pelo mundo.

 

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Pesquisa de doutorado relacionada ao CeMEAI recebe prêmio no IFSC

Trabalho é sobre modelagem de propagação de epidemias em redes complexas

 

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Divulgação/IFSP/USP

O aluno Paulo César Ventura da Silva, orientado pelo prof. Francisco Aparecido Rodrigues, recebeu um dos “Prêmios Yvonne Mascarenhas” que reconhece trabalhos de iniciação científica, mestrado e doutorado durante a Semana Integrada do Instituto de Física de São Carlos (SIFSC-9). Paulo foi reconhecido pelo melhor trabalho de doutorado que é relacionado ao Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) e envolve a modelagem de propagação de epidemias em redes complexas, tendo como título “Modeling interacting diseases with different time scales”.

“Estamos trabalhando nesse projeto há três anos e o trabalho, que acabou de ser aceito pela revista Physical Review E, envolve a modelagem de propagação de epidemias com rumores. Ou seja, analisamos como informações sobre a epidemia, como campanhas de conscientização da população, influencia a propagação de agente infeccioso. Verificamos que se o rumor sobre a epidemia é propagado massivamente, isso pode ter um efeito negativo, contrário ao esperado, aumentando o número de infectados. Isso pode ser observado no aumento do número de casos de Aids, recentemente,” comentou Francisco.

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Divulgação/IFSP/USP

O aluno irá passar um ano na Universidade de Zaragoza, onde trabalhará com o pesquisador Yamir Moreno, um dos mais renomados na área de sistemas complexos, com bolsa BEPE da Fapesp.

Ainda segundo Francisco, o projeto está sendo continuado com análise de dados e modelagem matemática usando mecânica estatística e teoria das redes.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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Pesquisa desenvolve modelos matemáticos para controlar epidemias

O estudo pode orientar as ações da rede de saúde

 

Pesquisa desenvolve modelos matemáticos para controlar epidemias

Um estudo desenvolvido por pesquisadores do CEPID - CeMEAI investiga modelos matemáticos que podem ajudar nas ações de controle de doenças. Entenda: https://goo.gl/xdxXBo

Posted by CEPID - CeMEAI on Wednesday, January 17, 2018

 

Modelar a propagação de epidemias onde as pessoas interagem em diferentes meios é o principal objetivo de uma pesquisa desenvolvida com o apoio do CEPID-CeMEAI. O pesquisador Francisco Rodrigues, também professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC-USP), de São Carlos é o coordenador deste estudo que investiga modelos matemáticos visando, entre outras aplicações, auxiliar em ações de controles epidemiológicos.

O trabalho realizado em cooperação com Guilherme Ferraz de Arruda, também do ICMC-USP, Emanuele Cozzo e Yamir Moreno, da Universidade de Zaragoza, na Espanha, e Tiago P. Peixoto, da Universidade de Bath, no Reino Unido apresenta uma formulação contínua de propagação de epidemia em redes multicamadas.

“Mostramos numericamente a existência de localização da doença e o surgimento de dois ou mais picos de susceptibilidade, que são caracterizados analiticamente e numericamente através da proporção de participação inversa. Em desacordo com o que é observado em redes de camada única, mostramos que a localização da doença ocorre nas camadas e não nos nós de uma determinada camada”, explica Francisco.

A pesquisa relata ainda um fenômeno interessante: o efeito de barreira; para uma configuração de três camadas, quando a camada com o autovalor mais baixo está localizada no centro da linha, ele pode efetivamente agir como uma barreira à doença. Trata-se de uma abordagem matemática unificadora do contágio de doenças, abrindo novas possibilidades para o estudo dos processos de disseminação.

O estudo teve início há quatro anos e ganhou destaque em artigo publicado em 2 de fevereiro do ano passado na "Physical Review X". Neste momento, a pesquisa evolui para modelos mais precisos onde seja possível, por exemplo, propor políticas de vacinação que podem funcionar com muita eficácia na sociedade. “Com um conjunto de dados cada vez maior e eficiente será possível apontar com exatidão como agir e o tempo necessário para conter uma epidemia o mais rápido possível”, completou Francisco.

O foco atual do trabalho são pessoas e cidades, no entanto, o mesmo estudo pode ser aplicado a animais e rumores na internet. Saiba mais.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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O estudo de redes tem uma gama de aplicações que impressiona: as mesmas estratégias podem permitir a investigação do fluxo de saída de pessoas num estádio de futebol, as conexões entre neurônios no cérebro e a transmissão da dados via internet, para citar apenas três exemplos.

Agora, um grupo de pesquisadores do Brasil e da Europa usou as ferramentas matemáticas das redes para estudar epidemiologia, ao formular como uma doença pode se espalhar em uma população em termos das redes de contágio que as pessoas formam entre si.

 

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Semana começa com workshop Advances in Complex Systems no ICMC

Evento conta com a participação do professor Yamir Moreno da Universidade de Zaragoza

 

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                      Professor Yamir Moreno (último sentado à direita) fica em São Carlos                           Pesquisador foi convidado pelo professor Francisco Rodrigues                                                                                                              até dia 18 de abril                                                                                                                            (à esquerda)

 

O professor Yamir Moreno, da Universidade de Zaragoza, está visitando o Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP/São Carlos até o dia 18 de abril. Ele vem a convite do professor e pesquisador do CEPID-CeMEAI Francisco Rodrigues e é um dos principais pesquisadores em redes complexas da atualidade, com mais de 20.000 citações e fator h 55. 

Aproveitando a presença do professor visitante, de hoje (10/04) até quarta-feira (12/04), um workshop foi organizado para alunos e professores interessados no tema. Veja o cronograma na página do evento.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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Workshop discute Teoria das Redes Complexas em Ecologia

Evento inicia colaboração entre grupos do ICMC e USP de Ribeirão Preto

 

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O 1º Workshop de Complexidade em Ecologia, realizado entre os dias 1 e 2 de abril, em São Carlos, teve como objetivo dar início a uma colaboração entre o Grupo de Sistemas Complexos do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos e o Laboratório de Ecologia e Análise de Paisagens da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCLRP) da USP em Ribeirão Preto.

A proposta deste trabalho organizado pelo professor do ICMC e pesquisador do CEPID-CeMEAI Francisco Rodrigues, juntamente com os professores Danilo Boscolo e Patrícia Ferreira, da USP Ribeirão Preto, é reunir e orientar alunos em torno de discussões de métodos estatísticos e computacionais para análise de dados de cadeias alimentares obtidos na Mata Atlântica e Cerrado do Interior de SP.

As bases de dados compreendem interações entre insetos - principalmente abelhas - e plantas. As análises serão feitas utilizando-se conceitos e métodos da Teoria das Redes Complexas, que é foco do estudo no ICMC.

Durante o workshop, alunos apresentaram seus trabalhos em andamento e foram discutidos trabalhos futuros que envolvam estes dois grupos de pesquisa.

“Com esta colaboração que iniciamos no workshop, pretendemos avançar o estudo de redes ecológicas, prevendo o impacto de políticas ambientais e como a biodiversidade é afetada pelo aumento das áreas agrícolas. Esse projeto deve envolver diversos alunos do ICMC e da USP de Ribeirão Preto, permitindo uma forte interação entre as áreas de Computação, Matemática e Biologia”, comentou Francisco Rodrigues.

 

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Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Por meio de um software capaz de minerar dados fornecidos pelo exame de ressonância magnética funcional, o diagnóstico da esquizofrenia usando o mapeamento do cérebro já é possível no âmbito científico.

Novos estudos procuram investigar com maiores detalhes as principais regiões cerebrais envolvidas e também detectar eventuais reorganizações da estrutura cortical em função do tratamento medicamentoso.

 

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Por meio de um software capaz de minerar dados fornecidos pelo exame de ressonância magnética funcional, o diagnóstico da esquizofrenia usando o mapeamento do cérebro já é possível no âmbito científico.

Novos estudos procuram investigar com maiores detalhes as principais regiões cerebrais envolvidas e também detectar eventuais reorganizações da estrutura cortical em função do tratamento medicamentoso.

 

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