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Cidades do interior de São Paulo passaram a apresentar estabilização nos casos ativos e alta na taxa de retransmissão do novo coronavírus nos últimos dias, interrompendo uma tendência de queda e destoando dos dados gerais do estado, aponta ferramenta de análise de dados e monitoramento em tempo real da pandemia em municípios paulistas.

 

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Um estudo do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria, da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), aponta que Limeira já atingiu o chamado “platô” na pandemia do coronavírus. De acordo com a pesquisa, a cidade atingiu o pico de contaminação entre os dias 23 de julho e 6 de agosto. O estudo mostra que no dia 23 de julho, quando a cidade entrou no pico, eram 2.873 casos confirmados.

 

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Os pesquisadores das universidades paulistas dizem que a taxa de transmissão está abaixo de um em 16 das 22 regiões de São Paulo.

 

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Pesquisadores da USP e da Unesp criaram uma ferramenta que calcula a evolução da pandemia nas cidades paulistas que concentram mais casos e mortes por coronavírus no estado de São Paulo. Os modelos matemáticos são abastecidos pelas prefeituras, com dados oficiais.

 

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A Covid-19 já matou 118.649 brasileiros. Mais de 3 milhões e 700 mil foram infectados pelo novo coronavírus. Os curados somam quase 3 milhões. E pela primeira vez o Brasil ultrapassou os EUA no ranking de mortes causadas pelo novo coronavírus a cada 100 mil habitantes.

 

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Pesquisadores da USP e da Unesp desenvolveram uma ferramenta para projetar o número de infecções, óbitos e pacientes recuperados da covid-19 em São Paulo. A partir dos dados fornecidos pelas prefeituras, analisados por modelos matemáticos e técnicas de inteligência artificial, os professores conseguem antever o comportamento da doença em cada uma das 22 sub-regiões do Estado no período de sete a dez dias com 95% de acerto.

 

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Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) desenvolveram uma ferramenta que utiliza matemática e inteligência artificial para predizer o número de infectados, óbitos e de pacientes recuperados no estado de São Paulo.

SP Covid-19 Info Tracker é uma plataforma alimentada com dados das secretarias de Saúde do município. Ao todos, 22 sub-regiões são monitoradas pela ferramenta. Além de dados, como número de casos, mortes e recuperados, o Info Tracker também faz uma previsão de como a doença se comportará nos próximos sete dias. 

 

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Pesquisadores criam ferramenta para predizer a evolução da Covid-19 em São Paulo

Sistema analisa diagnósticos específicos para cada região do estado

 

 

Professores da Unesp e da USP desenvolveram uma ferramenta que utiliza matemática e inteligência artificial para predizer o número de infecções, óbitos e pacientes recuperados no estado de São Paulo. Utilizando dados fornecidos pelas prefeituras municipais e concentrados na plataforma Info Tracker, os pesquisadores do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), apoiado pela Fapesp, conseguem apontar resultados individuais para cada uma das 22 regiões do estado.

Os dados sobre a Covid-19 já existentes são utilizados para calibrar os parâmetros do modelo matemático, que se baseia na modelagem SIR – amplamente utilizada para analisar qualitativamente a dinâmica de epidemias. Com inteligência artificial, os pesquisadores conseguem analisar esses dados preexistentes e fazer com que o modelo aponte as tendências para os próximos dias, incluindo o número efetivo de reprodução do vírus em cada região.  “Utilizar um modelo epidemiológico já bem estabelecido na literatura científica aliado à robustez da inteligência artificial é unir o melhor dos dois mundos. Assim, conseguimos resultados acurados e customizados para a realidade de cada uma das regiões do estado”, analisa Wallace Casaca, professor da Unesp em Rosana.

Ferramenta foi disponibilizada pelos pesquisadores nesta semana

“A inteligência artificial permite descobrir quais parâmetros melhor modelam cada região. Descobrir os parâmetros do modelo matemático é mais útil que predizer os dados diretamente, pois permite analisar as tendências das curvas em cada região”, completa Fábio Amaral, aluno da Pós-graduação em Matemática Computacional da Unesp em Presidente Prudente.

Em resumo, os pesquisadores utilizam os dados coletados das últimas semanas para treinar o modelo, a fim de analisar um comportamento qualitativo e também quantitativo nas regiões do estado. Assim, os resultados obtidos para os dias seguintes refletem com mais precisão as tendências das curvas de infecções, óbitos e recuperações. “Com dados atuais e projeções curtas, é possível ser mais assertivo nos resultados. Além disso, fazer essas análises de forma individual para cada região do estado é a maneira mais adequada, porque os resultados levam em consideração as peculiaridades de cada uma delas e as ajudam a tomar as decisões de forma mais eficiente”, destaca Cassio Oishi, professor da Unesp em Presidente Prudente.

A ferramenta já está disponível na internet e pode ser acessada por qualquer interessado. A esperança é que as predições ajudem os governos a combater a pandemia com mais aporte. “A previsão é sempre excelente, porque com ela os governos podem se preparar, inclusive com leitos hospitalares, planejando a volta gradual das atividades e muito mais. A eficiência da previsão depende muito dos dados oferecidos. Esse trabalho pode ter mais sucesso do que outros porque a coleta e o armazenamento dos dados são feitos com informações de cada município, o que aumenta o nível de detalhes obtidos”, finaliza José Alberto Cuminato, diretor do CeMEAI.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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Em São Paulo, duas universidades estaduais se juntaram para criar uma plataforma que gera estatísticas da Covid-19 de 91 cidades do estado.

 

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Um projeto de pesquisadores das universidades Estadual Paulista (Unesp) e de São Paulo (USP) reúne diariamente os dados relacionados à pandemia do novo coronavírus (covid-19) em 91 cidades do estado. A partir dos dados disponibilizados pelas prefeituras, a plataforma gera informações que permitem o acompanhamento da evolução da doença em cada município e comparações entre eles.

A iniciativa foi desenvolvida dentro do Centro de Ciências Matemáticas aplicadas à Indústria com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. São compiladas informações como número de casos confirmados, destacados e mortes causadas pela doença desde o final de março. A partir dessas informações, a plataforma calcula informações como o crescimento do número de casos, o percentual de casos descartados e a quantidade de mortes para cada grupo de 100 mil habitantes.

 

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