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Melhorar a qualidade e, consequentemente, a quantidade da madeira produzida na região. Esse é o objetivo de um projeto que envolve professores e alunos da UNESP em Itapeva com o setor industrial. Eles criaram um software que, praticamente, faz um raio-x da madeira. O resultado foi tão positivo que um intercâmbio foi fechado com uma universidade da Finlândia.

 

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Pesquisa do MECAI auxilia tomada de decisões em sistemas financeiros

Software desenvolvido por aluno já pode ser comercializado para empresas de cobrança

 

Uma pesquisa desenvolvida por um aluno do MECAI (mestrado profissional do CEPID - CeMEAI) resultou em uma ferramenta que pode ajudar empresas de cobrança a identificarem quais clientes têm mais chances de pagar suas dívidas. Entenda: https://goo.gl/UIJx4w

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quarta, 8 de fevereiro de 2017

 

Um projeto de pesquisa desenvolvido pelo aluno Luis Otte, do Mestrado Profissional em Matemática, Estatística e Computação Aplicadas à Indústria (MECAI), com orientação do pesquisador do CEPID-CeMEAI André Ponce de Leon Carvalho, resultou em uma ferramenta que já está disponível para ser utilizada por empresas de cobrança.

O desafio era descobrir e apontar perfis de clientes com potencial de bons pagadores. Segundo Otte, a maioria dessas empresas erra no sentido de não saber dar um foco às ligações de cobrança. “Muitas vezes elas focam em clientes que não vão pagar mesmo ou não tem chance de pagar e poderiam estar focando nas pessoas que teriam a chance de pagar”, disse.

O cadastro de apenas uma dessas empresas analisadas na pesquisa aponta que durante um semestre, foram feitas 39 mil ligações e recuperados somente 3% dos valores devidos pelos clientes.

Utilizando algoritmos de aprendizado de máquinas, o analista de sistemas desenvolveu um software que indica para os gestores de cobrança quais os clientes que devem ser priorizados.

“A ferramenta consegue mostrar dentro dessa grande quantidade de dados quais são os clientes que são possíveis pagadores. Para uma empresa de cobrança, esse tipo de ranking é fundamental para que ela possa trabalhar de forma mais eficaz e produtiva”, explicou.

Otte é funcionário da empresa Virgos IP Solution, de São Carlos, especialista em soluções para o mercado de call center. O software – módulo desenvolvido para a plataforma Gescob – já foi registrado e está sendo comercializado pela empresa, transferindo, desta forma, para o mercado, o conhecimento acadêmico proporcionado pelo MECAI.

“O MECAI é o único mestrado profissional do Brasil e situado no Estado de São Paulo que traz conhecimento de computação, estatística e matemática para o mercado, para as empresas e com isso, consegue gerar mais empregos no país, consegue aumentar a arrecadação de impostos e fazer com que as empresas tenham produtos com maior valor agregado porque trazem conhecimentos de ponta das universidades para os produtos delas”, concluiu o orientador André.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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Os resultados de uma pesquisa conduzida no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC/USP) em São Carlos estão sendo usados para desenvolver um modelo matemático que ajude a compreender como funciona o cérebro de portadores de um distúrbio que leva o nome de Tinnitus, mais conhecido como zumbido de ouvido.

 

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Modelo matemático auxilia a entender o zumbido de ouvido

Pesquisa tenta desvendar doença que acomete cerca de 20% da população

 

O zumbido no ouvido atinge cerca de 20% da população mundial. No CEPID - CeMEAI, pesquisadores estudam o distúrbio para entender melhor como funciona o cérebro de uma pessoa que tem o problema e ajudar na busca por um tratamento para a doença. Entenda: https://goo.gl/pl7lM2

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quinta, 26 de janeiro de 2017

 

Dados da Associação de Pesquisa Interdisciplinar e Divulgação do Zumbido (APIDIZ) demonstram que cerca de 20% da população, ou seja, mais de 28 milhões de brasileiros convivem com a doença Tinnitus, popularmente conhecida no Brasil como zumbido no ouvido.

O distúrbio é estudado em uma pesquisa desenvolvida no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC/USP) pelo aluno iraniano Iman Ghodratitoostani, que é orientado pelo pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CEPID-CeMEAI), Alexandre Delbem.

Segundo o aluno, o objetivo do trabalho é ousado e caminha para construir um modelo de funcionamento do cérebro de uma pessoa que tem o problema do zumbido, com intuito de auxiliar os profissionais da área na busca pelo tratamento.

“O modelo de zumbido funcional neural supõe uma nova manifestação em pesquisa clínica. Estamos trabalhando na validação do modelo, que é proposto com base em atividades do cérebro e da rede neural, bem como as informações do cérebro que temos a partir da ressonância magnética funcional e de encefalogramas elétricos. Assim, a ideia é ir para a informação do cérebro antes, durante e depois da intervenção, a fim de descobrir o que aconteceria no cérebro como consequência dessa intervenção”, comentou Iman.

Uma equipe multidisciplinar trabalha junto com os pesquisadores, dividindo experiências e somando resultados para investigar os fatores que provocam este problema que é considerado ainda um grande desafio até mesmo para os especialistas.

“Um dos caminhos que a pesquisa tomou foi o envolvimento de profissionais de várias áreas e instituições. Desde o médico, ao cientista da computação, matemático, estatístico e outros especialistas, buscamos todos um melhor entendimento de como funciona a doença para poder fazer o melhor tratamento e melhores soluções”, disse Delbem.

Além da USP São Carlos, estão envolvidos diretamente na pesquisa o Instituto de Estudos de Ciência Cognitiva do Irã, uma empresa americana que produz aparelhos auditivos, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP) e a Universidade Federal do ABC.

O Instituto Ganz Sanchez, referência no diagnóstico e tratamento do zumbido no ouvido, é outro importante parceiro. Aliado à análise clínica já feita pelo Instituto, os pacientes que participam da pesquisa também passam por avaliações e medições feitas com os equipamentos do CeMEAI, financiados pela FAPESP.

A diretora do Centro e supervisora da parte clínica da pesquisa, Tanit Ganz Sanchez, comentou sobre as inovações e esperança que o estudo já está trazendo.

“Se considerarmos a literatura, poucas pessoas acreditam na cura. Esta pesquisa é extremamente rígida, com padrões poucos flexíveis. Normalmente, os projetos de tratamento que são mais realizados são os ensaios clínicos randomizados e na verdade, se testa uma coisa de cada vez e a gente resolveu ousadamente fazer o contrário, ir atrás de pessoas que já se curaram e ver o que elas tinham pra contar para nós, clínicos e pesquisadores. E para surpresa, a cura que aconteceu com eles, pelo menos as que nós pudemos testemunhar, são de combinações de fatores de tratamentos juntos. Temos convicção de que aparte clínica e a parte cientifica têm que interagir de uma forma melhor para que de fato possamos chegar até a cura do zumbido”, finalizou a médica.

A pesquisa já teve repercussão em publicações do país e internacionais.

Recentemente, Siamak Sani, executivo da empresa norte americana World Hearing Organization Inc., esteve no Brasil para discutir a parceria que pretende aplicar a tecnologia na produção de aparelhos auditivos.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Equipamento desenvolvido no CeMEAI classifica madeiras

Tecnologia com sistema completo já está à disposição dos empresários

 

Pesquisadores do CEPID - CeMEAI desenvolveram um método inovador que pode auxiliar a indústria madeireira. O sistema, que simplifica o processo de classificação da madeira, já está disponível e é economicamente viável para as pequenas e médias empresas. Entenda como o sistema funciona:

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quinta, 5 de janeiro de 2017

 

Depois de passar pelas fases de pesquisa, protótipos, testes, registros e patentes, já está 100% aplicável e disponível um equipamento que auxilia empresas do ramo madeireiro no processo de classificação do produto.

Um dos principais polos do setor está na região de Itapeva, no interior de São Paulo, onde o dispositivo foi desenvolvido durante pesquisa que contou com o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CEPID-CeMEAI). O responsável é o pesquisador Carlos de Oliveira Affonso, que teve a contribuição dos alunos André Rossi e Fábio Vieira (Unesp/Itapeva), e foi orientado por André Ponce de Leon de Carvalho (USP/São Carlos).

Segundo Affonso, a ideia inicial era criar apenas um software que pudesse aprimorar o processo de seleção das madeiras que atualmente são classificadas em A, B e C – dependendo da qualidade e observando, entre outros fatores, textura e coloração das peças. Um trabalho feito de forma visual e por pessoas.

“Estatísticas demonstram um aproveitamento de apenas 65% nesta forma de inspeção, levando em conta falhas causadas por cansaço, distração ou falta de treinamento dos operadores humanos”, comentou.

O estudo catalogou centenas de madeiras antes de criar um modelo matemático com programas que interagem entre si em uma plataforma Java – que processa, analisa e classifica a qualidade do produto. O software, chamado Neurowood, é parte de uma tecnologia completa formada por webcams instaladas ao longo das esteiras de classificação e que captam as imagens que alimentam o programa, integrado a um outro sistema de automação que separa as madeiras boas das ruins na própria esteira.

“Buscamos técnicas computacionais compatíveis com o ambiente produtivo e observamos que havia um grande potencial para melhorar este setor. O objetivo é substituir esses operadores humanos por uma classificação automática e que eles possam realizar trabalhos com maior valor agregado, trabalhos mais intelectuais”, disse.

Ainda segundo Affonso a pesquisa já está disponível aos empresários. “A tecnologia já existe. No entanto, produzida por empresas internacionais a um preço proibitivo para a realidade das nossas indústrias. Um equipamento como este custa cerca de 500 mil Euros. Então, um dos enfoques que nós tivemos desde o começo é primeiro produzir um equipamento que fosse 100% aplicável e que tivesse viabilidade econômica também para as médias e pequenas empresas”.

A pesquisa segue sendo aprimorada com uma parceria internacional junto a Universidade da Finlândia, país referência na indústria madeireira.

Os interessados podem entrar em contato com o pesquisador pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo fone (15) 99157-7888.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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Pesquisa sobre zumbido de ouvido avança com apoio de empresa americana

Fabricante de aparelhos auditivos veio ao CeMEAI para discutir parcerias

 

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A realidade de pacientes que sofrem com algum distúrbio auditivo, como o zumbido no ouvido, normalmente, é de muita espera por descobertas no diagnóstico e tratamento ou acesso às próteses. Apenas no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, a fila de espera para conseguir um aparelho chega a quase cinco mil pessoas.

A informação foi dada pelo professor e médico responsável pelo departamento de otorrinolaringologia, Miguel Hyppolito, que participou, nesta semana, de uma reunião no Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CEPID-CeMEAI).

O encontro reuniu ainda o diretor do CeMEAI, José Alberto Cuminato e pesquisadores do Centro que desenvolvem uma pesquisa sobre a doença Tinnitus, popularmente conhecida no Brasil como zumbido no ouvido.

O distúrbio é estudado pelo aluno iraniano de pós-graduação Iman Ghodratitoostani, orientado pelo professor e pesquisador Alexandre Delbem.

A pesquisa tem várias frentes e caminha para construir um modelo de funcionamento do cérebro de uma pessoa que tem o problema do zumbido, com intuito de auxiliar os profissionais da área na busca pelo tratamento.

E uma destas frentes, é buscar apoio de empresas fabricantes de aparelhos auditivos que possam desenvolver a tecnologia em conjunto com a equipe da USP-São Carlos e outros profissionais da área, também envolvidos.

Neste sentido, Siamak Sani, executivo da empresa norte americana World Hearing Organization Inc., se mostrou disposto a auxiliar com a tecnologia produzida por sua empresa e investimentos em testes e produção conjunta. A empresa já fez a doação, via CeMEAI, de 60 unidades de equipamentos que serão testados em pacientes envolvidos na pesquisa.

“Podemos transferir nossa tecnologia para as necessidades brasileiras e mais do que isso, podemos com este estudo pioneiro, mudar o mundo”, disse Sani.

Alexandre Delbem comentou sobre mais este avanço da pesquisa. “Nós precisamos de investimentos para que o estudo se desenvolva e possamos atingir nosso principal objetivo que é fazer com que a tecnologia seja efetiva aos pacientes”, finalizou.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Pesquisadores da USP criam Estressômetro

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Um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), câmpus de São Carlos, desenvolveram um programa de computador capaz de identificar o humor dos usuários.  

Os pesquisadores estão providenciando a patente do "estressômetro", em breve a tecnologia chegue ao mercado.

 

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Confira os classificados para a segunda fase do Be an Icon

Equipes devem mandar propostas detalhadas até fevereiro

 

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Cinco equipes se classificaram para a segunda fase do concurso Be an Icon, iniciativa do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) em parceria com a Siena Idea. O concurso estimula a criação de aplicações com a tecnologia dos beacons - pequenos dispositivos físicos que emitem curtos pacotes de dados bluetooth com certa frequência e raio de alcance programáveis.

As inscrições foram abertas no mês de outubro e, na última semana, os organizadores definiram as cinco equipes que podem buscar uma premiação – três delas serão contempladas com um incentivo e suporte da Siena Idea para possível abertura de empresa.

As equipes classificadas têm até o dia 24 de fevereiro de 2017 para entregarem as propostas detalhadas de seus projetos. A análise final será feita no mês seguinte e a premiação está prevista para o dia 24 de março. Mais informações estão disponíveis no site do concurso.

Confira as equipes classificadas para a segunda fase do concurso:

 

Nome do Projeto: Sistema de rastreamento em tempo real de bagagens para transporte aéreo

Responsável pelo grupo: Guilherme Andriotti Momesso

Descrição do Projeto: Nossa proposta envolve o desenvolvimento de um sistema de rastreamento em tempo real de bagagens para transporte aéreo, de forma que o passageiro e a empresa aérea poderão ter acompanhamento total informatizado das bagagens em transito.

 

Nome do Projeto: Go Shop

Responsável pelo grupo: Ariella Yamada Brambila

Descrição do Projeto: O projeto consiste na ideia da utilização de um aplicativo para smartphones onde seja possível criar listas de compras de supermercado. O usuário insere em sua lista diversos produtos e, assim, quando decidir ir às compras, o aplicativo irá emitir notificações (por vibração do aparelho, emissão de um breve som ou outra ideia que viermos a ter) conforme o usuário se aproxima de um determinado produto presente em sua lista, lembrando-o de apanhá-lo.

 

Nome do Projeto: SiMO – Sistema de Monitoramento de Ônibus

Responsável pelo grupo: Guilherme Prearo

Descrição do Projeto: A ideia é implementar um sistema de monitoramento, usando beacons, que atue no setor de transporte coletivo recolhendo dados sobre a circulação de ônibus e demanda de passageiros nos pontos de ônibus e também oferecer informações relevantes aos passageiros sobre as rotas de ônibus e horários de chegada e saída naquele ponto.

 

Nome do Projeto: h4 hands

Responsável pelo grupo: Nuno Bernardes Barcellos

Descrição do Projeto: O problema que buscamos solucionar é a falta de um bom sistema de monitoramento sobre quem lava as mãos. Os métodos existentes hoje se baseiam em tabelas de controle e incentivo aos funcionários. A ideia é criar uma central embarcada, que será instalada nas pias, distribuir crachás com beacons para os funcionários e sincronizar as informações coletadas com um website.

 

Nome do Projeto: SmartGuide

Responsável pelo grupo: Rafael Farah

Descrição do Projeto: SmartGuide é uma guia automático destinado a auxiliar pessoas com deficiência visual a terem uma experiência mais completa em ambientes culturais, como museus e exposições. A ideia é, por meio de pequenas modificações no ambiente, proporcionar uma melhor experiência para o usuário, bem como trazer uma maior liberdade de movimentação pelo ambiente, dispensando o uso de rotas específicas e/ou exclusivas.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Sobre a Siena Idea

A Siena Idea é um agente de inovação localizado em São Carlos, cujo objetivo é transformar o conhecimento novo gerado nas universidades de São Carlos em algo de valor para o mercado. E o inverso também: trazer problemas complexos e relevantes do mercado para serem pesquisados pela academia.

 

Leonardo Zacarin - Comunicação CeMEAI

 

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Assessoria de Comunicação do CeMEAI: 3373-6609

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Estressômetro desenvolvido no CeMEAI já é utilizado

Software monitora emoções dos usuários e auxilia em diferentes áreas de atuação

 

Imagine um sistema que perceba seu cansaço ao volante e te sugira uma pausa para descansar. Pesquisadores do CEPID - CeMEAI trabalham em um dispositivo que interpreta diversas emoções e pode ser aplicado a diversos contextos do dia-a-dia. Entenda: https://goo.gl/QZRNhX

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quinta, 17 de novembro de 2016

 

“Você pode estar nervoso, com sono ou cansado. Não acha melhor parar o veículo no próximo posto?”. Este poderia ser um alerta enviado a um motorista, caso o estressômetro estivesse operando em algum dispositivo próximo a ele.

Coordenada pelo pesquisador Jó Ueyama, da área de Inteligência Computacional do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CEPID-CeMEAI), com colaboração dos alunos Gabriel Giancristofaro, Eduardo Vasconcelos, José Torres Neto e Leandro Mano, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC/USP), a tecnologia se baseia no desenvolvimento de um software que combina ferramentas comuns de dispositivos eletrônicos – reconhecimento da tonalidade da voz, câmera, sensores de movimento e de luminosidade – para monitorar o humor dos usuários, podendo detectar estresse elevado, sinais de depressão ou outros tipos de emoções.

“Existem várias aplicações para este trabalho. Nosso intuito é colocar a tecnologia em um dispositivo como o smartphone. Pessoas ou empresas poderiam fazer uso para o reconhecimento das emoções, como o estresse e tantas outras, verificando em tempo real as reações dos usuários e podendo sugerir estratégias para lidar com o problema apontado de forma bastante confiável”, explica Ueyama.

O primeiro experimento real da pesquisa foi desenvolvido junto à Liga de Simulação Clínica e Tecnológica da Escola de Enfermagem da USP de Ribeirão Preto, com a parceria dos Professores Alessandra Mazzo e Gerson Alves Pereira Jr. Tal parceria está auxiliando no processo de avaliação de alunos durante as simulações de atendimentos a pacientes.

Ueyama comentou ainda sobre os desafios de integração da tecnologia, passando pelo intercâmbio entre a universidade e indústria. “Queremos que o Estressômetro possa estar em apps, por exemplo, ampliando a oferta de suas aplicações à população e empresas interessadas em seus benefícios, como o segmento de transportes que poderia monitorar e orientar seus motoristas”.

Confira publicações da Science Direct e da Revista FAPESP (pp. 62 e 63) sobre o projeto!

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

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Estudo sobre Trânsito em Rede é destaque na revista Pesquisa Fapesp

Jó Ueyama, pesquisador do ICMC-USP e CEPID-CeMEAI, é um dos desenvolvedores do sistema

 

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Recentemente, divulgamos uma pesquisa desenvolvida pelo CEPID-CeMEAI, por intermédio do professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP), Edson Moreira, que menciona a utilização dos beacons na comunicação entre veículos, propiciando novos modelos de negócios à beira das rodovias.

A mais recente edição da revista Pesquisa Fapesp traz uma reportagem sobre Trânsito em Rede - sem conexão com a internet, o sistema que está sendo criado permite que veículos troquem informação sobre condição de tráfego em cidades.

O cientista da computação Jó Ueyama, pesquisador do ICMC-USP e também do CEPID-CeMEAI, e o aluno de doutorado Geraldo Pereira são desenvolvedores do sistema e co-autores neste projeto que tem como autor principal Rodolfo Meneguette, pesquisador do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), campus Catanduva.

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“Nossa participação na pesquisa explora a inteligência computacional para detectar congestionamentos. Tal detecção ocorre usando a inteligência computacional nos dados obtidos dos veículos ao seu redor. Por isso, exploramos as comunicações entre veículos para obter tais dados. Consequentemente, a internet não é necessária porque "decidimos" entre os veículos no local se há ou não congestionamento neste lugar e sem consultar a internet”, comentou Ueyama.

Vale a leitura sobre esta nova concepção de veículos com tecnologias que permitem a coleta de informações em tempo real sobre uma série de possibilidades de aplicações e descobertas feitas por nossos pesquisadores.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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