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Trânsito em rede

pesquisa fapesp

 

Avanços recentes em áreas da tecnologia da informação e da comunicação estão ampliando as possibilidades de desenvolvimento de sistemas de transporte inteligentes. Muitos fabricantes têm investido na concepção de veículos com computador de bordo, dispositivos de comunicação sem fio, câmeras, sensores e sistemas de navegação que permitem a coleta de informações em tempo real sobre consumo de combustível, condições meteorológicas, entre outras. Diante das possibilidades de aplicação dessas tecnologias, um grupo de pesquisadores brasileiros desenvolveu um modelo computacional para ajudar a detectar, informar e gerenciar o tráfego de veículos em grandes cidades. O Incident, como foi batizado, baseia-se na troca de dados entre veículos por meio de uma rede Wi-Fi projetada especificamente para redes veiculares. O modelo não precisa de conexão com a internet e permite o intercâmbio de informações em tempo real sobre as condições de trânsito em cidades e rodovias.

 

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Pesquisa propõe novos modelos de negócios em rodovias

Comunicação entre veículos é simulada com tecnologia semelhante ao wi-fi

 

Carros conversando entre si? Veículos que se comunicam com a rodovia? Isso ainda não é comum, mas a tecnologia já existe. E pode ser utilizada até para criar novos modelos de negócio. Entenda:

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quinta, 20 de outubro de 2016

 

Ainda não é comum nas ruas ou estradas, mas a comunicação entre carros e entre os carros e a infraestrutura viária não demora a chegar.

Muitas montadoras já tem lançado a tecnologia V2V - Vehicle to Vehicle -  na fabricação de alguns automóveis. Um recurso de emissão de sinais de rádio, semelhantes ao wi-fi, que poderá propiciar a troca de informações entre carros e com a infraestrutura da estrada.

E que poderá propiciar ainda modelos novos de negócios envolvendo a geração de serviços e propagandas nas estradas. O principal foco de uma pesquisa coordenada pelo professor Edson Moreira e que tem apoio da FAPESP - por intermédio do CEPID-CeMEAI.

Segundo o pesquisador, a ideia é substituir propagandas em painéis, cartazes ou outdoors por sinais eletrônicos em pequenos pacotes de dados, parecidos com os pacotes de wi- fi que podem ser recebidos pelos carros quando passam próximos a alguns estabelecimentos, nas praças de pedágios, ou alguma antena especialmente colocadas ao longo das estradas para que sejam então transferidos para outros carros fazendo o marketing de postos, de hotéis, restaurantes e de outros ramos de negócios.

“Nós criamos protocolos de comunicação, através de um mecanismo chamado beacon que é difundido e divulgado como se fosse uma sirene no carro e esse pacote não precisa usar a internet”, explica.

Edson comentou ainda como a matemática auxilia na pesquisa. “Todo o nosso trabalho é simulado; é muito difícil você construir um dispositivo, colocar esse dispositivo em carros, sem ter noção de como vai ser o resultado deles. E tentar gerar a quantidade de dados suficientes para você conseguir dizer se está bom ou não. Em um determinado momento, o carro estará em determinada posição, e vai encontrar carros que irão passar por ele em velocidades diferentes, acelerações diferentes, sentidos diferentes, isso tudo é feito matematicamente. A quantidade de dados gerados é muito grande e dificilmente o trabalho teria o mesmo sucesso sem os computadores e estrutura proporcionada pelo CeMEAI”, disse.

Para encerrar, Edson lembrou que os interessados nesses resultados são, por exemplo, as concessionárias de rodovias, as entidades reguladoras de transporte, os próprios usuários e as empresas fabricantes de carros, bem como os negócios que rodam à beira da estrada. “Esses elementos formam o ecossistema no qual esse trabalho está inserido”.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Concurso estimula aplicações com a tecnologia dos beacons

Podem participar todos os alunos de graduação e pós-graduação da USP

 

Todos os alunos da USP - Universidade de São Paulo estão convidados a participar do concurso Be an Icon, promovido pelo CEPID - CeMEAI, que estimula a criação de aplicações com a tecnologia dos beacons. Saiba mais sobre o prêmio: https://goo.gl/3VWYY0

Publicado por CEPID - CeMEAI em Sexta, 30 de setembro de 2016

 

O CEPID-CeMEAI e a empresa de inovação Siena Idea estão promovendo um concurso que estimula a criação de aplicações com a tecnologia dos beacons - pequenos dispositivos físicos que emitem curtos pacotes de dados bluetooth com certa frequência e raio de alcance programáveis.

“A utilização de beacons para sinalização de produtos para venda, itens de acervo em museus e em guias eletrônicas para turismo é bem conhecida. Pretende-se, com este concurso, expandir o universo de utilização destes dispositivos dentro do que se convencionou chamar de Internet das Coisas”, explica Edson Moreira, pesquisador do CeMEAI.

Ainda segundo ele, o desenvolvimento de aplicações com beacons inseridos em contextos definidos pela combinação de dados oriundos da leitura de sensores comumente disponíveis em smartphones, do tipo acelerômetro, GPS, NFC, etc, pode gerar utilizações novas e inovadores para esta tecnologia. “Os escopos principais de aplicação seriam o uso domiciliar, comercial e em ITS (Intelligent Transportation Systems). No entanto, propostas em outras áreas poderiam também ser consideradas”.

Os vencedores serão estimulados a criar startups, de maneira a contribuir para o crescimento do ecossistema baseado nesta tecnologia.

Podem participar alunos de graduação e pós-graduação da USP, de qualquer curso, de todos os campi.

O cronograma e regulamento podem ser acessados no site do concurso. As inscrições podem ser feitas também pelo site, a partir do dia 1º de outubro.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Sobre a Siena Idea

A Siena Idea é um agente de inovação localizado em São Carlos, cujo objetivo é transformar o conhecimento novo gerado nas universidades de São Carlos em algo de valor para o mercado. E o inverso também: trazer problemas complexos e relevantes do mercado para serem pesquisados pela academia.

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: 3373-6609

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Pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos trabalham no desenvolvimento de um aplicativo para monitorar o Aedes aegypti. A tecnologia vai operar junto a uma armadilha que ajuda a mapear o mosquito fêmea, transmissor da dengue, chikungunya e do vírus da zika. O projeto é o único brasileiro a receber uma bolsa do governo norte-americano de 500 mil dólares (cerca de R$ 1,6 milhão) para pesquisas no combate às doenças.

 

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Trabalho do CeMEAI é citado em revista Computação Brasil

Pesquisador André Ponce de Leon de Carvalho falou sobre evolução da Ciência de Dados

 
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Umas das mais renomadas publicações de divulgação científica do país, com foco na área da computação e editada pela Sociedade Brasileira de Computação, trouxe um artigo do professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC-USP) e pesquisador do CeMEAI, André Carlos Ponce de Leon Ferreira de Carvalho. O tema discutido foi a Interdisciplinaridade da Ciência de Dados.

“A Computação é uma área de conhecimento inerentemente interdisciplinar. Essa expansão da importância da Computação tem levado ao surgimento de várias sub-áreas. Uma delas é a de Ciência de Dados”, explica o professor.

Ainda segundo André, praticamente toda área de conhecimento pode se beneficiar da área de Ciência de Dados. “A extração de conhecimento relevante de um conjunto de dados por meio de Ciência de Dados já ajuda a resolver problemas complexos nas áreas de Humanidades, Ciências Exatas, Ciências da Vida, Ciências Agrárias e Tecnologias”.

A reportagem cita ainda o trabalho desenvolvido pelo CEPID- CeMEAI com iniciativas recentes que têm facilitado projetos interdisciplinares utilizando Ciência de Dados. Depois de oferecer com sucesso uma ênfase no tema Ciência de Dados no seu programa de Mestrado Profissional em Matemática, Estatística e Computação Aplicadas à Indústria – MECAI, ligado ao CEPID- CeMEAI,  o MECAI, vai iniciar, em 2016, uma segunda turma de mestrado profissional em Ciência de Dados.  “O CeMEAI busca criar e fortalecer parcerias entre universidades e empresas nas áreas de Matemática Aplicada, Estatística e Computação”.  

Leia o artigo completo na página 62 da revista!

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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Pesquisa adapta mudanças de características na forma de digitação

Os sistemas biométricos adaptativos alteram cadastros de usuários automaticamente

 

Uma das principais formas de acesso a residências e caixas eletrônicos é pela digitação de senhas. No entanto, senhas podem ser copiadas. Apesar disso, o tempo que uma pessoa leva ao passar de uma tecla para outra no momento de digitar a senha não pode. É justamente nessa dinâmica de digitação que um grupo de pesquisa do Icmc Usp e do CEPID - CeMEAI está trabalhando. Entenda: http://goo.gl/H30EEA

Publicado por CEPID - CeMEAI em Terça, 26 de julho de 2016

 

Uma das principais formas de acesso a residências e caixas eletrônicos é pela digitação de senhas. No entanto, senhas podem ser copiadas. Apesar disso, o tempo que uma pessoa leva ao passar de uma tecla para outra ao digitar sua senha não pode. É justamente isso, o tempo que uma pessoa leva entre digitação de teclas de uma senha, chamado de dinâmica de digitação, que um grupo de pesquisa da USP/São Carlos está trabalhando.

Paulo Henrique Pisani é orientado em seu doutorado pelo professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC-USP) e pesquisador do CeMEAI, André Carlos Ponce de Leon Ferreira de Carvalho.

Eles são responsáveis por diversas publicações sobre trabalhos inéditos em Inteligência Artificial e Ciência de Dados, especialmente voltados para sistemas biométricos adaptativos, que têm a capacidade de adaptar os cadastros biométricos dos usuários a novos dados obtidos ao longo do tempo, o que permite incorporar eventuais mudanças nas características biométricas dos usuários automaticamente.

Como exemplo, podemos mencionar os cadastros de senhas ou gravações de assinaturas digitais nas agências bancárias.

Pisani explica que, quando digitamos ou assinamos, isso é feito de um jeito, mas, com o passar do tempo, a forma de digitar pode se tornar mais rápida ou lenta. “Após um acúmulo de mudanças, o ritmo de digitação atual pode ser muito diferente do cadastro inicial. Uma forma do sistema corrigir essas alterações, a ponto de nos reconhecer corretamente, seria chamar o usuário para um recadastramento periódico, mas há um alto custo em termos de logística, além da inconveniência para o usuário. A pesquisa realizada possibilita a adaptação automática a essas mudanças de características dos usuários no sistema”, contou.

Ainda segundo Pisani, as modalidades comportamentais, como digitação e caminhada, são mais afetadas por mudanças ao longo do tempo do que as modalidades fisiológicas (impressão digital, íris, face, entre outras). Apesar disso, a maioria das pesquisas na área de sistemas biométricos adaptativos são para modalidades fisiológicas. Daí a importância do trabalho desenvolvido.

A escolha dos sistemas para serem comparados, parâmetros da pesquisa, discussão dos resultados, entre outros aspectos, levam em conta dados encontrados na literatura da área.

Os estudos apontam a diferença de desempenho entre algoritmos utilizados em sistemas estático e adaptativo e já confirmam o acerto do sistema biométrico ao longo do tempo.

Iniciada em 2013, a pesquisa tem ainda a colaboração da professora Ana Carolina Lorena (UNIFESP) e dos professores Norman Poh (Universidade de Surrey, no Reino Unido) e Romain Giot (Universidade de Bordeaux, na França), que veio recentemente ao Brasil para contribuir com a pesquisa.

“Em sistemas biométricos existem muitos erros e alguns deles ocorrem porque os dados biométricos se alteram com o passar do tempo e não se encaixam no modelo inicial. E esse tipo de problema não é eficientemente resolvido pela indústria. O trabalho de pesquisa incluiu desenvolver novos algoritmos de aprendizado de máquina que levam isso em consideração e garantem que o resultado pode ser aplicado em produtos industriais para melhorar o desempenho dos sistemas biométricos comportamentais”, comentou Giot.

Além das pesquisas em dinâmica de digitação, que reconhecem os usuários pelo ritmo de digitação, o projeto também estuda biometria por acelerômetro, quando os usuários são reconhecidos pelo modo de andar, usando dados de acelerômetro de smartphones.

“A novidade do nosso trabalho é adaptar automaticamente o cadastro biométrico ao longo do tempo. O algoritmo de adaptação é o mesmo. Temos aplicado os mesmos algoritmos tanto pra digitação como para acelerômetro. Nosso trabalho contribui mais na vertente comportamental, envolvendo ritmo da digitação, forma de andar, assinatura, entre outros. Estamos mais focados em digitação e acelerômetro, mas o modelo é aplicável a outras modalidades biométricas”, finalizou Pisani.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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Pesquisa computacional mapeia correlação dos genes

Estudo ajudará a acelerar o desenvolvimento de terapias para o câncer

 

Um projeto desenvolvido por pesquisadores do CEPID - CeMEAI irá auxiliar nas pesquisas médicas e à indústria farmacêutica no desenvolvimento de medicamentos e terapias celulares para doenças relacionadas às alterações genômicas, como o câncer. Saiba mais: http://goo.gl/nWpGvd

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quinta, 14 de abril de 2016

 

Um estudo inédito, coordenado pelo pesquisador André Ponce de Leon Ferreira de Carvalho, do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), chega à sua fase final com excelentes resultados e descobertas que poderão auxiliar nas pesquisas médicas e à indústria farmacêutica no desenvolvimento de medicamentos e terapias celulares para doenças relacionadas às alterações genômicas, como o câncer. 

O trabalho, desenvolvido em parceria com a Universidade de Regensburg, ao sul da Alemanha, e também pelos pós-doutorandos peruanos Edwin Talavera e Soledad Llerena, da USP-São Carlos, criou, pela primeira vez, uma ferramenta computacional que, usando técnicas de aprendizagem de máquinas e ciência de dados, permite identificar interações funcionais entre os genes quando se inibe um deles com algum tipo de produto químico/medicamento.

André explica que a pesquisa irá ajudar a universidade alemã no avanço do entendimento e tratamento do câncer, mas que a metodologia poderia ser aplicada para se entender outros distúrbios da regulação gênica e seus respectivos tratamentos. “Atualmente não tem como saber, por exemplo, quais genes serão afetados quando a pessoa toma um medicamento e isso acaba levando a vários efeitos colaterais, inclusive pode levar a algumas doenças secundárias depois. Então, identificando exatamente a correlação e que genes estão sendo afetados por uma determinada droga, pode-se reduzir e até eliminar esses efeitos”, explica.

Além do desenvolvimento do software, dois artigos acadêmicos serão publicados até o final deste ano.

 

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Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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Pesquisa na área de estatística cria plataforma de avaliação

Ferramenta para aplicar e avaliar provas é desenvolvida junto à Computação

 

Um trabalho coordenado pela professora Mariana Curi, do Icmc Usp e do CEPID - CeMEAI, promete ajudar os professores na hora das provas. Foi desenvolvido um sistema que monta os exames, seleciona questões e as corrige automaticamente. Além disso, incorpora módulos estatísticos e matemáticos que permitem que as avaliações sejam adaptativas. Saiba mais: http://goo.gl/nq36W4

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quinta, 7 de abril de 2016

 

A tecnologia permite que o acesso à informação e interatividade sejam cada vez mais presentes nas salas de aula, auxiliando no processo de aprendizagem. No entanto, ainda não foi capaz de eliminar, de uma vez, as avaliações em papel, demandando tempo dos docentes na aplicação dos testes e na correção.

Agora, um trabalho que tem coordenação da pesquisadora da área de Estatística, Mariana Curi, integrante do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), promete mudar essa realidade com inovação.

Inicialmente chamado Plataforma de Avaliação Informatizada (PAI), o sistema é diferenciado porque não apenas monta as provas, seleciona questões e as corrige automaticamente, mas incorpora módulos estatísticos e matemáticos que permitem que as avaliações sejam adaptativas. “Conforme as respostas dadas pelo aluno, é possível escolher uma próxima questão no banco de dados mais adequada ao nível de dificuldade ou acerto dele, individualizando e aprimorando assim o conteúdo e dificultando "cola"”, explica Mariana que já utiliza a ferramenta em suas avaliações.

Agora, o projeto da pesquisadora ganha reforço junto do também pesquisador do CeMEAI, Seiji Isotani, da área de computação que irá desenvolver um software contando também com o envolvimento de um grupo de alunos de doutorado.

 “O sistema já existente será aprimorado com a participação do grupo de Computação, possibilitando seu uso por outros docentes e também para avaliações de qualquer conteúdo, tais pesquisa de opinião ou marketing, não necessariamente provas ligadas à área educacional”, comentou.

 

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O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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Terminam quinta-feira as inscrições para um curso que prepara os estudantes para participarem da Olimpíada Brasileira de Robótica. Ele é dado na USP por professores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação.

 

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Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos desenvolveram um software que identifica as diferenças entre cérebros de quem tem ou não esquizofrenia. Usando cálculos matemáticos, o computador afirma com 80% de chances se há tendência de ter ou não a doença.

 

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