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Sistema pode auxiliar municípios no enfrentamento das enchentes

Tecnologia monitora rios e aponta soluções para segurança da população

 

 

São Carlos, interior de São Paulo, onde está localizado o Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), viveu, nesta semana, uma das piores enchentes dos últimos anos. As imagens mostram o problema em tempo real por intermédio de sensores e câmeras instalados em dois dos pontos mais críticos e que fazem parte de um sistema de monitoramento baseado em Intenet das Coisas.

Liderada pelo professor Jó Ueyama, do Instituto de Ciências Matemáticas e da Computação (ICMC- USP), com colaboração dos professores João Porto de Albuquerque (Universidade de Warwick), Mario Eduardo Mendiondo (EESC/ICMC) e dos alunos Sidgley Camargo de Andrade (Doutorando no ICMC - USP),  Thiago Aparecido Gonçalves da Costa (Mestrando no ICMC - USP) e Lucas Augusto Vieira Brito (Mestrando no ICMC - USP), a pesquisa é capaz não apenas de detectar enchentes e o nível de poluição de rios, como pode avisar a população, via aplicativo de celular, sobre os eventuais riscos.

O sistema é chamado e-NOE e funciona por meio da Intenet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial. Leia mais e assista o vídeo.

“Diferentemente da hidrometria convencional, em que os dados só são coletados quando o usuário vai até a estação para extraí-los, na IoT as informações são transmitidas em tempo real para os interessados. O próprio sistema pode emitir automaticamente alertas de enchentes em tempo-real usando a tecnologia de comunicação sem fio como o 3G”, explica Jó Ueyama.

Ainda segundo ele, a tecnologia já se encontra registrada no INPI e à disposição de prefeituras e órgãos interessados em utilizar o sistema. “Nós da universidade temos o dever de criar novas  tecnologias que possam beneficiar a população e cabe ao poder público ou empresas privadas o uso das mesmas. Há um showcase da tecnologia instalada em São Carlos; e a mesma está pronta para auxiliar os municípios em políticas públicas no enfrentamento dessas enchentes que trazem tantos danos não apenas materiais, mas que até tiram vidas”, disse Jó.

A tecnologia apoiada pelo CeMEAI já foi replicada e está em funcionamento no município de Rio do Sul, cidade catarinense onde a população já recebe alertas e é orientada pela Defesa Civil com esta mesma tecnologia. Veja na reportagem.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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Tecnologia alerta moradores sobre enchentes em cidade catarinense

Pesquisa de Jó Ueyama de monitoramento de rios foi implantada em Rio do Sul

 

O município de Rio do Sul, no Estado de Santa Catarina, sofre com constantes enchentes. No ano de 2011, teve um dos piores registros da história, com alagamentos que assolaram vários bairros, ocasionando muitos prejuízos à população, como mostra o vídeo:

Imagens: YouTube

Nos anos de 2012 e 2013, o problema se repetiu e autoridades e especialistas de toda a região buscavam soluções efetivas para trazer segurança aos moradores, segundo explica Fábio Alexandrini, professor titular do Instituto Federal Catarinense, campus Rio do Sul. 

“Por intermédio de uma reportagem no site do CNPq, conheci a tecnologia desenvolvida pelo pesquisador Jó Ueyama, do ICMC- USP/São Carlos. Fui prontamente atendido por ele e, em alguns dias, recebemos sua visita aqui em Rio do Sul para um Congresso”, conta Alexandrini.

No ano seguinte, a Defesa Civil de Rio do Sul organizou um novo evento com a participação do pesquisador e a parceria foi efetivamente estabelecida. 

Com apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), a pesquisa coordenada por Jó Ueyama consiste em um sistema que não apenas detecta enchentes e o nível de poluição de rios, como pode avisar a população, via aplicativo de celular, sobre os eventuais riscos. O sistema é chamado e-NOE e funciona por meio de uma rede de sensores sem fio.

O primeiro passo do trabalho realizado em Santa Catarina foi estabelecer os pontos de monitoramento que eram feitos, na época, por réguas físicas presas a postes. Três locais foram sugeridos pelo pesquisador para receber os equipamentos, instalados nos anos seguintes após autorização dos órgãos competentes.

Fotos: Defesa Civil de Rio do Sul

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Fotos: Defesa Civil de Rio do Sul

“A rede de sensores sem fio instalada na cidade de Rio do Sul monitora a altura do nível do rio em tempo real para que assim, a população possa verificar a altura dos rios na cidade. Tal monitoramento ajuda a saber quando cada residente pode retornar a sua residência, visto que o sensor mede em tempo real a altura do nível do rio nas três localizações onde os sensores se encontram disponibilizados. Os três pontos foram instalados em dois rios distintos, assim como um terceiro sensor após a confluência dos dois rios citados. Com esta topologia (disposição) da rede é possível também identificar qual o rio contribui mais para levar a uma situação de enchente e assim tomar medidas públicas com vistas a reduzir as perdas decorrentes das enchentes”, explica Jó Ueyama.

Fábio Alexandrini explica ainda que a tecnologia desenvolvida pelo pesquisador precisou ser adaptada. “A forma de monitoramento dos rios com alagamentos pontuais não seria suficiente e precisamos de adaptações da ferramenta para cheias de grande monta. Baseado no modelo do Professor Jó foi possível desenhar um modelo que foi licitado pela Defesa Civil em 2015 e instalado em 2 pontos, em 2016, já auxiliando muito a população com os alertas em 2017. Recentemente, discutimos a necessidade de implantar o sistema em um terceiro ponto, agora um para cada rio que passa por Rio do Sul”, explica.

População recebe alertas em enchente de 2019

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Foto: Portal NSC Total

Alexandrini explica que o site da Defesa Civil que alimenta os dados e orienta a população foi desenvolvido também por seu ex-aluno Almir Bolduan, com posterior apoio da Defesa Civil e também da Secretaria de Gestão de Governo de Rio do Sul. “Este trabalho rendeu prêmios, um deles da Rede de Cidades Digitais como Projeto Inovador de 2017 e outro, pelo trabalho realizado nas escolas para orientar crianças e suas famíliasA tecnologia completa, ou seja, os dados obtidos pelas 3 estações telemétricas, foi utilizada em recente enchente, em junho de 2019, quando parte da população deixou as casas e precisou ir para abrigos. Em tempo real, a defesa Civil informava a população sobre o nível dos rios e sinalizou pelo menos 27 ruas interditadas.

“Além das aplicações práticas, em termos acadêmicos pudemos realizar projetos de mestrado e doutorado com uso de sensores ligados a Rede de Internet das Coisas IOT. Estamos ainda aguardando o resultado de projeto submetido ao CNPq de Monitoramento de Ribeirões, que são os principais afluentes dos nossos três rios: Itajaí do Sul e Itajaí do Oeste que se fundem no centro da cidade formando o terceiro Itajaí Açu”, comentou.

Atualmente Almir Bolduan é o profissional responsável pelo monitoramento dos sensores e por transformar os dados coletados em informações de orientação à população no site da Defesa Civil.

“Para ter acesso, basta acessar o portal da Defesa Civil. Nele, estão presentes as informações referentes ao nível do rio, pluviosidade do dia, situação das barragens Oeste e Sul, Mapa de Inundação e Abrigos e ainda conta com imagens em tempo real da situação dos rios nos 3 pontos onde estão instaladas as estações telemétricas”, explicou Almir.

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Reprodução do site da Defesa Civil de Rio do Sul

“Com o portal, o cidadão consegue maior assertividade na definição de sua estratégia de saída (ou não) de sua casa ou comércio, trazendo maior segurança e diminuindo as chances de prejuízo. Nos meses de maio e junho de 2017 o município de Rio do Sul passou por uma cheia e o rio atingiu a cota de 10,89m. O portal foi utilizado de forma abrangente pela população, seja usando o computador ou smartphone. Foram registrados mais de 3 milhões de visualizações de página naquele mesmo período”, comentou.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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Tecnologia que alerta sobre o risco de enchentes (e-Noé)

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Pesquisadores

Jó Ueyama, João Porto de Albuquerque, Alexandre Delbem. Sidgley Camargo de Andrade, Thiago Aparecido Gonçalves da Costa e Lucas Augusto Vieira Brito

A pesquisa resultou em um sistema que não apenas detecta enchentes e o nível de poluição de rios, como pode avisar a população, via aplicativo de celular, sobre os eventuais riscos. O sistema é chamado e-NOE e funciona por meio de uma rede de sensores sem fio.

A tecnologia que alerta sobre o risco de enchentes

Sistema desenvolvido com apoio do CeMEAI também usa redes sociais

 

Janeiro é um dos meses mais críticos quando falamos em enchentes e alagamentos na maioria dos municípios brasileiros. Ter a tecnologia como aliada na gestão de riscos já é uma realidade desenvolvida no Instituto de Ciências Matemáticas e da Computação (ICMC) da USP, em São Carlos.

Liderada pelo professor Jó Ueyama (ICMC- USP), com colaboração dos professores João Porto de Albuquerque (Universidade de Warwick), Alexandre Delbem (ICMC- USP) e dos alunos Sidgley Camargo de Andrade (Doutorando no ICMC - USP),  Thiago Aparecido Gonçalves da Costa (Mestrando no ICMC - USP) e Lucas Augusto Vieira Brito (Mestrando no ICMC - USP), a pesquisa resultou em um sistema que não apenas detecta enchentes e o nível de poluição de rios, como pode avisar a população, via aplicativo de celular, sobre os eventuais riscos. O sistema é chamado e-NOE e funciona por meio de uma rede de sensores sem fio.

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) apoia este trabalho que é aprimorado com os dados disponíveis nas redes sociais por meio de postagens dos usuários no Twitter.

Assista ao vídeo e veja como funciona:

 

A tecnologia que alerta sobre o risco de enchentes

Sob orientação de um pesquisador do CEPID - CeMEAI, um grupo de estudos desenvolveu uma ferramenta que aproveita as redes sociais para auxiliar os municípios na gestão do risco de enchentes. Saiba mais: https://goo.gl/YXg5fj

Publicado por CEPID - CeMEAI em Terça-feira, 15 de janeiro de 2019

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Pesquisas são apresentadas para convênios com a prefeitura de São Carlos

Contribuições viriam nas áreas de coleta de resíduos e prevenção de alagamentos

 

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O secretário municipal de Desenvolvimento Sustentável, Ciência e Tecnologia de São Carlos, José Galizia Tundisi, recebeu na sexta-feira, dia 9 de novembro, membros do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) para conhecer pesquisas que poderiam contribuir com melhorias no município como prevenção de enchentes ou otimização da coleta e gestão dos resíduos de lixo.
 

Representaram o CeMEAI o coordenador de Transferência Tecnológica, Francisco Louzada Neto, o gestor de Educação e Difusão do Conhecimento, Gustavo Blengini Faria, o pesquisador da área de inteligência computacional Jó Ueyama e a pesquisadora Caroline Godoy.

O primeiro projeto apresentado foi o Sistema de Gestão de Resíduos Sólidos (SISGERES). Trata-se de um sistema desenvolvido em plataforma de software livre que pode ser customizado para demandas de prefeituras ou empresas interessadas em melhorar a gestão dos resíduos sólidos gerados e se adequarem às leis vigentes.  “Desenvolvemos um sistema com base matemática e estatística que permite captar e analisar, em tempo real, informações sobre volume, origem, destino, reciclagem, entre outras, subsidiando iniciativas do município”, explicou Francisco Louzada Neto.

“Temos muito interesse na concretização dessa parceria com a prefeitura de São Carlos. Será uma oportunidade ímpar de vermos nossos esforços tecnológicos se transformando em política pública baseada em evidências”, opinou Louzada.

 

Alerta contra enchentes

E contribuir com os municípios em ações de prevenção e alerta contra alagamentos é a proposta de uma pesquisa também apoiada pelo CeMEAI e coordenada por Jó Ueyama que resultou no e-Noé, uma rede de sensores sem fio para monitorar rios e córregos urbanos. O dispositivo já pode ser operado e é formado por um conjunto de sensores submersos instalados em vários pontos do rio sujeitos a alagamentos.

Segundo Ueyama, o e-Noé já foi testado com bons resultados nos córregos Monjolinho e Tijuco Preto, de São Carlos, que costumam transbordar, e continua sendo aprimorado.

Na apresentação à prefeitura os resultados da pesquisa foram apresentados. Os sensores detectam alterações na altura da coluna d’água. Câmeras registram o nível das águas e as informações podem ser acessadas pela Defesa Civil.

 “Não há necessidade de ir até a estação para extrair dos dados, essa tecnologia disponibiliza as informações em tempo real para uma conexão de nuvem e o sistema pode emitir alertas de enchentes automaticamente”, explicou o pesquisador.

O sistema também permite incorporar sensores de poluição que poderiam monitorar a qualidade da água.

Segundo Jó Ueyama a reunião foi importante para estreitar laços de transferência tecnológica com a Prefeitura de São Carlos, solicitar a limpeza das áreas assoreadas próximas do local onde os sensores estão instalado e requerer a energização dos pontos de sensores que agora encontram-se em funcionamento. “Foi muito importante o encontro para a consolidação da parceria e para aproximação da IES como a USP com as frentes que proverão serviços para a população brasileira”, finalizou.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira- Comunicação CeMEAI

 

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Fórum na Unicamp discutirá Agricultura 4.0

Fórum na Unicamp discutirá Agricultura 4.0

Jó Ueyama é palestrante no evento sobre Internet das Coisas e produtividade

 

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No próximo dia 14 de setembro a Faculdade de Engenharia Agrícola – FEAGRI/Unicamp, com a coordenação do Prof. Dr. Luiz Henrique Antunes Rodrigues, promoverá no Auditório do Centro de Convenções da Unicamp, das 9 às 17h, o Fórum "Agricultura 4.0: Internet das Coisas e o aumento da produtividade agrícola".

O evento tratará da necessidade de aumento na eficiência da agricultura e o melhor uso de recursos para o aumento de produção de modo sustentável, com redução nos custos e nos impactos ambientais.

Dois recentes avanços nas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) permitem contornar esses fatores: as Redes de Sensores Sem Fio (WSN, da sigla em inglês para “Wireless Sensor Network”) e a Análise de Dados (“Analytics”). Estas duas tecnologias, juntamente com a disponibilidade da Internet e computação em nuvem, são a base para a Internet das Coisas (IoT, da sigla em inglês para “Internet of Things”). “Internet das Coisas” é uma tecnologia já difundida nas indústrias de manufatura, a chamada ‘Indústria 4.0’ e, aos poucos, também no setor agroindustrial, a chamada ‘Agricultura 4.0’.

Esta e outras tecnologias relacionadas, como ‘Ciência dos Dados’ e ‘Big Data’ são fundamentais na produtividade da agricultura e seu uso apresenta uma série de desafios tanto do ponto de vista da pesquisa, quanto da transferência de tecnologia.

Os organizadores do evento acreditam que para a viabilização do desenvolvimento dessas áreas é imprescindível a participação e integração de pesquisadores e profissionais de várias áreas, tais como Ciência da Computação, Engenharia Elétrica e Engenharia Mecatrônica, bem como Engenharia Agrícola e Agronomia.

Neste contexto, Jó Ueyama, do ICMC e pesquisador do CEPID-CeMEAI dará sua contribuição ao Fórum dividindo conhecimentos adquiridos em suas pesquisas e tecnologias desenvolvidas e  que se aplicam também ao campo.

Saiba mais sobre a programação acessando o link, onde os interessados também poderão fazer as inscrições.

 

Sobre o CeMEAI

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O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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Pesquisas resultam em pedido de patente e registro de software

Trabalhos de pesquisador do CeMEAI são na área de pulverização e enchentes

 

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Mais duas pesquisas que contam com o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CEPID-CeMEAI) foram oficialmente reconhecidas pela tecnologia e inovação.

Um dos trabalhos, registrado sob o nº BR1020160293537, resultou na criação de um equipamento que faz pulverizações sem depender de uma pessoa para controlá-lo. Utilizando a inteligência computacional, o VANT é monitorado por uma central eletrônica que faz todos os cálculos necessários para despejar agrotóxico em locais determinados por agricultores sem poluir o meio-ambiente.

O outro, de nº BR512016001777-5, diz respeito a um sistema que detecta enchentes e o nível de poluição em rios e córregos através de uma rede de sensores sem fio, permitindo que a população seja avisada sobre eventuais riscos.

O software, denominado e-NOE, foi registrado. Já a pesquisa com o VANT resultou em um pedido de patente. A coordenação das pesquisas é de Jó Ueyama, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC/USP) e pesquisador do CeMEAI.

“A importância de ter um pedido de proteção concedido é que você vê a evolução das pesquisas. É um reconhecimento, o selo de que os produtos tecnológicos produzidos são de fato inovadores”, comentou Jó.

Ainda segundo ele, a patente e o registro de software facilitam a interação com o mundo corporativo, pois os produtos tecnológicos produzidos já encontram-se devidamente protegidos com a propriedade intelectual e já podem ser comercializados.

Sobre o CeMEAI

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O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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Pesquisadores da USP criam Estressômetro

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Um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), câmpus de São Carlos, desenvolveram um programa de computador capaz de identificar o humor dos usuários.  

Os pesquisadores estão providenciando a patente do "estressômetro", em breve a tecnologia chegue ao mercado.

 

CLIQUE AQUI para assistir à reportagem!

Estressômetro

Estressômetro

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Pesquisadores

Jó Ueyama, Gabriel Giancristofaro, Eduardo Vasconcelos, José Torres Neto e Leandro Mano

“Você pode estar nervoso, com sono ou cansado. Não acha melhor parar o veículo no próximo posto?”. Este poderia ser um alerta enviado a um motorista, caso o estressômetro estivesse operando em algum dispositivo próximo a ele.

Coordenada pelo pesquisador Jó Ueyama, da área de Inteligência Computacional do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CEPID-CeMEAI), com colaboração dos alunos Gabriel Giancristofaro, Eduardo Vasconcelos, José Torres Neto e Leandro Mano, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC/USP), a tecnologia se baseia no desenvolvimento de um software que combina ferramentas comuns de dispositivos eletrônicos – reconhecimento da tonalidade da voz, câmera, sensores de movimento e de luminosidade – para monitorar o humor dos usuários, podendo detectar estresse elevado, sinais de depressão ou outros tipos de emoções.

Estressômetro desenvolvido no CeMEAI já é utilizado

Software monitora emoções dos usuários e auxilia em diferentes áreas de atuação

 

Imagine um sistema que perceba seu cansaço ao volante e te sugira uma pausa para descansar. Pesquisadores do CEPID - CeMEAI trabalham em um dispositivo que interpreta diversas emoções e pode ser aplicado a diversos contextos do dia-a-dia. Entenda: https://goo.gl/QZRNhX

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quinta, 17 de novembro de 2016

 

“Você pode estar nervoso, com sono ou cansado. Não acha melhor parar o veículo no próximo posto?”. Este poderia ser um alerta enviado a um motorista, caso o estressômetro estivesse operando em algum dispositivo próximo a ele.

Coordenada pelo pesquisador Jó Ueyama, da área de Inteligência Computacional do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CEPID-CeMEAI), com colaboração dos alunos Gabriel Giancristofaro, Eduardo Vasconcelos, José Torres Neto e Leandro Mano, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC/USP), a tecnologia se baseia no desenvolvimento de um software que combina ferramentas comuns de dispositivos eletrônicos – reconhecimento da tonalidade da voz, câmera, sensores de movimento e de luminosidade – para monitorar o humor dos usuários, podendo detectar estresse elevado, sinais de depressão ou outros tipos de emoções.

“Existem várias aplicações para este trabalho. Nosso intuito é colocar a tecnologia em um dispositivo como o smartphone. Pessoas ou empresas poderiam fazer uso para o reconhecimento das emoções, como o estresse e tantas outras, verificando em tempo real as reações dos usuários e podendo sugerir estratégias para lidar com o problema apontado de forma bastante confiável”, explica Ueyama.

O primeiro experimento real da pesquisa foi desenvolvido junto à Liga de Simulação Clínica e Tecnológica da Escola de Enfermagem da USP de Ribeirão Preto, com a parceria dos Professores Alessandra Mazzo e Gerson Alves Pereira Jr. Tal parceria está auxiliando no processo de avaliação de alunos durante as simulações de atendimentos a pacientes.

Ueyama comentou ainda sobre os desafios de integração da tecnologia, passando pelo intercâmbio entre a universidade e indústria. “Queremos que o Estressômetro possa estar em apps, por exemplo, ampliando a oferta de suas aplicações à população e empresas interessadas em seus benefícios, como o segmento de transportes que poderia monitorar e orientar seus motoristas”.

Confira publicações da Science Direct e da Revista FAPESP (pp. 62 e 63) sobre o projeto!

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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