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Relações entre criminalidade e infraestrutura

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Pesquisadores

Afonso Paiva Neto, Luis Gustavo Nonato

O projeto busca entender a relação entre os padrões de criminalidade e as características de cada região da cidade de São Paulo e já está sendo aplicado em São Carlos/SP para poder ajudar os formuladores de políticas públicas em suas decisões.

Pesquisa analisa relação entre o crime e infraestrutura ao redor das escolas

Modelo também está sendo aplicado em São Carlos por um convênio com a Prefeitura

 

Pesquisa analisa relação entre o crime e infraestrutura ao redor das escolas

Um trabalho que conta com a participação de pesquisadores do CEPID - CeMEAI em parceria com o Núcleo de Estudos da Violência da USP busca entender a relação entre os padrões de criminalidade e as características de cada região da cidade de São Paulo. Conheça melhor o estudo, que já está sendo aplicado em São Carlos/SP:

Publicado por CEPID - CeMEAI em Terça-feira, 17 de março de 2020

 

Entender a relação entre os padrões de criminalidade e as características de cada região da cidade de São Paulo é o tema central de uma pesquisa orientada pelo pesquisador Afonso Paiva Neto do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CEPID-CeMEAI) e que conta com colaboração de Luis Gustavo Nonato em parceria com o Núcleo de Estudos da Violência (NEV).

A aluna de doutorado Jaqueline Alvarenga Silveira trabalhou com dados reais fornecidos pelo NEV e que deram suporte para um estudo direcionado à análise específica das atividades criminosas ao redor das escolas.

“O nosso maior objetivo neste trabalho era entender essa relação entre a criminalidade e infraestrutura no entorno dos grupos de escolas analisados para poder ajudar os formuladores de políticas públicas em suas decisões”, diz Jaqueline.

“Desenvolvemos um mecanismo analítico versátil baseado na decomposição de tensor para extrair padrões de várias fontes de dados, permitindo o agrupamento de escolas de acordo com esses padrões. Mais especificamente, reunimos indicadores socioeconômicos, informações sobre infraestrutura urbana e histórico criminal envolvendo mais de seis mil escolas na cidade de São Paulo. O modelo permitiu combinar e extrair os padrões mais representativos para cada grupo de escolas”, explica.

Entre as conclusões obtidas Jaqueline cita o fato de existir uma relação direta entre o aumento do número de ponto de ônibus e bares e o aumento de crimes, especialmente o crime transeunte. “Identificamos, por exemplo, padrões que mostram que existe roubo de carro no período da tarde no entorno de grupos de escolas. Uma explicação para isso se deve justamente por conta do congestionamento de carros gerado na saída das aulas”.

O orientador de Jaqueline, Afonso Paiva Neto, lembra que outras tantas variáveis podem ser concluídas por intermédio dessa ferramenta, auxiliando nas tomadas de decisões dos gestores públicos. “O trabalho pode auxiliar em políticas de segurança nas escolas que já existem e também no planejamento de novas unidades a serem construídas”, comenta.

Segundo ele, o próximo passo da pesquisa é evoluir para a relação entre violência no entorno das escolas e desempenho dos alunos.

O município de São Carlos, no interior de São Paulo já está sendo beneficiado pela pesquisa. Um convênio foi firmado com a Prefeitura Municipal e irá auxiliar a Secretaria de Segurança Pública a melhorar a segurança nas escolas.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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CeMEAI apoia grupo de estudos de Deep Learning

Pesquisadores tentam fortalecer tecnologias desta área no Brasil

 

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Denominado CeMEAI Deep Learning Study Group, acaba de ser criado um dos poucos grupos no país que se dedicará a estudar e propor tecnologias de Deep Learning, uma área de grande revolução dentro da Inteligência Artificial.

Quem coordena o grupo é o professor Luis Gustavo Nonato, do ICMC, que também é pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI). Ele explica que esta área está muito relacionada a aplicações como compreensão do comportamento de clientes em e-commerce, reconhecimento facial e de fala, classificação de doenças e até autonomia dos carros.

“Essas técnicas de Deep Learning têm revolucionado muitas áreas do conhecimento e estão presentes em nosso dia-a-dia. Aqui no Brasil, existem pessoas trabalhando com Deep Learning, mas poucos são os grupos dedicados a realizar pesquisa no tema”, diz.

Pensando nisso e com o apoio de outros dois pesquisadores do CeMEAI, os professores Paulo José da Silva e Silva e Carlile Lavor, do Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (IMECC/Unicamp), o grupo brasileiro foi criado e as reuniões iniciaram em maio no ICMC, em São Carlos.

“Essa ideia surgiu quando nós três estávamos em universidades americanas e notamos que lá o tema está muito em alta. Quando retornamos ao Brasil, fomos procurar outras pessoas que conhecemos e que estão dispostas a aprender mais sobre o assunto e começamos a estudar”, explica Nonato.

Com participantes presenciais e alguns que acompanham as reuniões pela internet, em tempo real, o grupo reúne cerca de 50 participantes entre professores e pós-doutorandos.

“Neste semestre vamos estudar o livro Introduction to Deep Learning, da MIT - Massachusetts Institute of Technology. No segundo semestre, vamos formar subgrupos com foco em problemas particulares. Por exemplo, um tema de grande interesse na atualidade é compreender como os modelos de deep learning se configuram. Para os bancos, tal compreensão é de grande relevância para que possam garantir que tais modelos não estão discriminando certas classes de pessoas”, completou.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Ciência e diversão se misturam na 5ª edição do Pint of Science

Ciência de Dados foi o tema de discussão que contou com pesquisadores do CeMEAI

 

Pesquisadores do CeMEAI participam da 5ª edição do Pint of Science

São Carlos foi, mais uma vez, uma das sedes do Pint of Science Brasil. Uma das mesas de discussão falou sobre ciência de dados e contou com dois pesquisadores do CEPID - CeMEAI. Veja como foi!

Publicado por CEPID - CeMEAI em Terça-feira, 28 de maio de 2019

 

Já virou tradição: todo ano, cientistas e públicos de fora da universidade se unem no Pint of Science, evento realizado em bares do mundo todo com a ideia de aproximar cientistas do público em geral. Em São Carlos, uma das mesas de discussão contou com pesquisadores do CeMEAI para falar sobre uma área que vem crescendo muito: a ciência de dados.

"Todos nós estamos produzindo dados hoje em dia: as pessoas, os governos... todo mundo está produzindo uma massa incrível de dados que precisa ser explorada no sentido de extrair conhecimento: o que esses dados estão dizendo? E onde é que pode ajudar no dia a dia o cientista de dados, que vem pra preencher esse nicho que era coberto por profissionais de áreas distintas, como matemáticos, cientistas da computação e estatísticos que atuavam de maneira independente e com ferramentas relativamente distintas umas das outras", explica Luis Gustavo Nonato, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos e pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI).

Nonato foi um dos apresentadores do evento ao lado de outro professor: Moacir Ponti, também do ICMC e pesquisador do CeMEAI, que mostrou um exemplo de como a ciência de dados pode ser utilizada para beneficiar a sociedade.

"Existe uma síndrome que afeta idosos chamada de Síndrome da Fragilidade, que pode ser utilizada pra rastrear idosos em situação de risco. A partir de uma ferramenta computacional, a gente consegue não só classificar os idosos em uma situação não frágil, pre frágil ou frágil, mas também dar indicações para o agente de saúde de como é que aquele idoso em particular tem que ser melhor acompanhado", esclarece.

Gabriela Piton é aluna de química. Parece uma área distante, mas, na verdade, é só mais uma que pode se aproveitar da ciência de dados. "O meu interesse no evento começou pela área de quimiometria, que é uma área da química que estuda o tratamento de dados químicos para entender padrões. Também acho que, de uma maneira geral, é o caso do Big Data, que está presente nosso dia da dia de todas as formas, tanto na química quanto áreas do nosso cotidiano", compara.

A 5ª edição do Pint of Science Brasil teve 85 cidades participantes, tornando o país o recordista do festival em 2019. E é claro que o sucesso do Pint faz com que as expectativas para o ano que vem sejam as melhores possíveis.

"De uma cidade, que foi São Carlos, em 2015 até as mais de 80 cidades que participaram 2019, o evento teve um crescimento bastante grande. Isso indica que a população tem vontade de conhecer a ciência, então o que a gente pode esperar para os próximos anos é um engajamento cada vez maior da sociedade e nós, da academia, tentando melhorar a linguagem com que a gente conversa com a sociedade", finaliza o professor Moacir.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em quatro áreas básicas: Otimização Aplicada e Pesquisa Operacional, Mecânica de Fluidos Computacional, Modelagem de Risco, Inteligência Computacional e Engenharia de Software.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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jornal da usp

Entrou em vigência em 2012 a Lei nº 12.527/2011, conhecida como Lei de Acesso à Informação, que permite que qualquer cidadão, sem necessidade de justificativa, solicite dados e informações a qualquer órgão ou entidade pública dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público, nas esferas Federal, Estadual e Municipal. Porém, Luis Gustavo Nonato, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação de São Carlos (ICMC) da USP, acredita que a posse desses dados abertos não está sendo bem utilizada.

 

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Dados Abertos na América do Sul: quem fará uso?

Pesquisador Luis Gustavo Nonato opina sobre o tema em artigo

 

Em muitos países desenvolvidos, os dados abertos têm sido utilizados não somente como mecanismo de fiscalização dos governos, mas também como suporte à elaboração de políticas públicas, sendo ainda a base de criação de novas tecnologias. O pesquisador do CEPID- CeMEAI Luis Gustavo Nonato opinou sobre o tema neste artigo que analisa como o Brasil também poderia evoluir na tecnologia. Confira o artigo:

Dados Abertos na América do Sul: quem fará uso?

Autor: Luis Gustavo Nonato

O número de bases de dados com acesso público, os chamados Dados Abertos (Open Data), tem crescido de forma significativa nos países sul-americanos (veja gráfico abaixo). Como nos países desenvolvidos, a geração de dados abertos na América do Sul tem ocorrido de forma descentralizada, com iniciativas ligadas a movimentos sociais, setor produtivo, universidades e governos. Os governos, porém, tem tido papel fundamental neste cenário, não só como agente provedor de dados abertos, mas também como responsável pela organização e disponibilização de tais dados. De fato, a maioria dos países sul americanos possui atualmente portais de dados abertos financiados e gerenciados por seus governos federais:

Dados

Nos países desenvolvidos, dados abertos tem sido utilizados não somente como mecanismo de fiscalização dos governos, mas também como suporte à elaboração de políticas públicas, sendo ainda a base de criação de novas tecnologias. Iniciativas como BlindSquare, que auxilia a locomoção de deficientes visuais, Ottawa Recycle, que orienta cidadãos sobre quando e onde depositar lixo reciclável, e Spot Crime, que mapeia a criminalidade em cada região da cidade, são bons exemplos de como dados públicos podem melhorar a qualidade de vida das pessoas, influenciar na mudança de comportamento e impulsionar a criação de empresas, emprego e renda.

Porém, para que dados abertos impactem positivamente na sociedade e na economia de um país, faz-se necessário mão de obra extremamente qualificada, a qual é escassa na América do Sul. O que agrava ainda mais o cenário é a lentidão com que os países sul-americanos têm reagido à falta de profissionais capazes de gerar conhecimento e produtos a partir de dados abertos. Enquanto países desenvolvidos investem fortemente na formação de mão de obra qualificada (veja tabela abaixo), países sul-americanos estão quase inertes a revolução tecnológica impulsionada pelo acesso à grandes conjuntos de dados. Uma pesquisa no cadastro de cursos de graduação dos países sul-americanos revela a inexistência de cursos na área de ciência de dados (data science). Em outras palavras, atualmente não existe sequer um curso de graduação em ciência de dados em toda América do Sul.

Número de Cursos de Graduação em Ciência de Dados nos Países Desenvolvidos (nenhum curso de graduação em ciência da dados na América Latina)

Fonte: http://datascience.community/colleges

Estados Unidos
Reino Unido
Espanha
França
Alemanha

Número de Cursos

95
10
4
3
2

Diante do cenário atual, países sul-americanos estão fadados a continuarem como consumidores de tecnologias produzidas por países desenvolvidos, muitas das quais projetadas para atender demandas daqueles países. O acesso aos dados abertos da América do Sul pelas empresas do primeiro mundo, permitirá que tais tecnologias sejam adaptadas ao contexto sul-americano, encorajando cada vez mais o consumo de soluções prontas produzidas nos países desenvolvidos. Tal dependência exclui os países da América do Sul do grupo que protagoniza a geração de conhecimento e tecnologia a partir de dados, reduzindo a competitividade dos países sul-americanos no novo mercado que se abre.

Desta forma, é incontestável a urgência na capacitação de mão de obra capaz de explorar o universo de oportunidades geradas pelo acesso à dados públicos. Cidadãos, universidades e governos sul-americanos precisam se mobilizar rapidamente no sentido de construir uma rede de colaboração em ciência de dados, promovendo a criação de novos cursos de graduação e pós-graduação, fomentando projetos de pesquisa conjuntos e viabilizando a mobilidade de estudantes e pesquisadores entre os países da América do Sul, buscando assim acelerar a formação de mão de obra qualificada. Somente uma reação rápida e conjunta, voltada para capacitação de parcela significativa da população, dará chance aos países sul-americanos de competir neste novo "mercado de dados" que se apresenta.

Pesquisadores do CeMEAI recebem prêmios na SIBGRAPI

30ª edição da conferência foi realizada na UFF

 

nonato

Erick Gomez-Nieto (com o certificado) e Luis Gustavo Nonato (à direita) receberam o prêmio de melhor tese de doutorado. Foto: divulgação/SIBGRAPI

 

Entre os dias 17 e 20 de outubro deste ano, a Sociedade Brasileira de Computação (SBC) promoveu a 30ª edição da Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI). O evento é realizado anualmente pela SBC e contempla áreas de computação gráfica, visualização, processamento de imagens, visão computacional e reconhecimento de padrões. Neste ano, a SIBGRAPI foi realizada na Universidade Federal Fluminense (UFF) em Niterói, no Rio de Janeiro, e premiou dois pesquisadores ligados ao Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI).

O professor Afonso Paiva, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos e pesquisador do CeMEAI, recebeu o prêmio de melhor paper na categoria “Computação Gráfica e Visualização” pelo trabalho “Least-Squares Morphing of Dynamic Meshes”, que também tem autoria de Lucas Pagliosa, aluno de doutorado do ICMC, Paulo Pagliosa e André Medalha, ambos da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

O trabalho “A Hierarchical Network Simplification via Non-Negative Matrix Factorization”, que recebeu menção honrosa na mesma categoria, tem participação de Luis Gustavo Nonato, que também é professor no ICMC e pesquisador do CeMEAI. Os outros autores são Markus Diego Dias (doutorando do ICMC), Moussa Reda Mansour (iCetana), Fabio Dias (pós-doutorando do ICMC), Fabiano Petronetto (Universidade Federal do Espírito Santo) e Claudio T. Silva (New York University).

O prêmio de melhor tese de doutorado foi para outro trabalho orientado por Nonato: “Generation of Semantic Layouts for Interactive Multidimensional Data Visualization”, produzido por Erick Gomez-Nieto, aluno de doutorado do ICMC.

As demais premiações estão disponíveis no site da SIBGRAPI.

 

Sobre o CeMEAI

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Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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Encontro em São Paulo busca desenvolver cooperação entre CEPIDs

Evento contou com a participação de representantes do CEM, do NEV e do CeMEAI

 

reuniao

 

No último dia 8 de agosto, três Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) da FAPESP se reuniram para fomentar a interação entre as instituições. O Núcleo de Estudos da Violência (NEV), em São Paulo, recebeu pesquisadores do Centro de Estudos da Metrópole (CEM) e do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) em um encontro que tinha por objetivo apresentar os trabalhos de cada Centro e buscar desenvolver estudos em conjunto.

“O NEV surgiu em um momento em que o Brasil passava por um processo de redemocratização e a violação de direitos se tornava um tema central. Diante desta perspectiva inicial, fizemos vários estudos relacionados a violência e criminalidade de um ponto de vista mais amplo e, graças ao trabalho do NEV, alguns institutos e ONGs foram criados – como o Instituto São Paulo Contra a Violência, responsável pelo Disque-Denúncia”, conta Marcelo Nery, pesquisador do NEV.

Também sediado em São Paulo, o CEM é outro CEPID que se concentra em estudos sociais. “Temos nos especializado nos estudos sobre desigualdade e as formas de segregação nas metrópoles. Temos estudado, basicamente, os efeitos de fenômenos socioeconômicos e de políticas públicas sobre a desigualdade nos espaços metropolitanos”, explica Marta Arretche, diretora do CEM.

No encontro, foram discutidas possibilidades de aplicação das capacidades dos CEPIDs em trabalhos já desenvolvidos por eles e na criação de novos estudos. Antes da reunião, o CeMEAI já havia iniciado contatos com os outros Centros, realizando estudos preliminares com dados fornecidos pelo CEM e NEV. “Marcelo Nery, do NEV, e Rogério Barbosa, do CEM, forneceram dados para analisarmos. Iniciamos estudos preliminares com os dados do Marcelo, pois já possuíamos ferramentas para processar e analisar tal tipo de dado. Pretendemos agora iniciar estudos envolvendo os dados fornecidos pelo CEM. Essa foi a primeira reunião com os três CEPIDs, reunindo um número expressivo de membros dos três Cepids”, destaca Luis Gustavo Nonato, pesquisador do CeMEAI. Além dele, representaram o Centro os pesquisadores Jorge Bazán e Pablo Rodríguez e o diretor José Alberto Cuminato.

Os representantes dos Centros se mostraram animados depois do encontro. “É importante somar esforços. Os CEPIDs têm diferentes forças e diferentes fraquezas, e a ideia é a gente vir a produzir projetos relevantes com base na cooperação interdisciplinar”, comemora Marta. “É fundamental entender a dinâmica espaço-temporal dos fenômenos e entender quais são os fatores que interferem nessa dinâmica. Então, a união dos CEPIDs nessa perspectiva é fundamental”, complementa Nery.

Nonato também destaca a importância da conexão entre os Centros e cita os desafios da cooperação. “Não é uma interação fácil, porque mesmo a comunicação verbal não é a mesma, o linguajar que a gente usa não é o mesmo que o deles. A expectativa é grande e os desafios ainda maiores, mas acredito que essa união tem um potencial muito grande”, finaliza.

 

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Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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Tese sobre segmentação e edição de imagens é premiada pela SBMAC

Estudo foi desenvolvido por pesquisadores do CeMEAI

 

A tese de doutorado desenvolvida pelo pesquisador Wallace Casaca, sob orientação do professor Luis Gustavo Nonato, associado ao CeMEAI, que criou uma ferramenta computacional possibilitando segmentar e editar uma imagem a partir da pré-seleção de alguns elementos existentes nela, é novamente premiada.

Intitulada “Graph Laplacian for Spectral Clustering and Seeded Image Segmentation”, a tese foi selecionada em 1º lugar pelo Comitê do Prêmio de Doutorado do Congresso Nacional de Matemática Aplicada e Computacional- CNMAC 2016- para receber o Prêmio Sociedade Brasileira de Matemática Aplicada e Computacional- SBMAC- de Doutorado “Odelar Leite Linhares”.

A premiação acontecerá em Gramado, RS, no mês de setembro e Wallace também foi convidado a participar de Conferência Plenária durante o Congresso. “Essa premiação, assim o CNMAC, é promovida a cada dois anos pela SBMAC, a qual conta com um ganhador por edição. É realmente muito gratificante ter sido outorgado com essa distinção, pois trata-se de um prêmio de reconhecimento na maior conferência na área de Matemática Aplicada e Computacional do país”, comentou Casaca.

A pesquisa de Casaca, cujos recortes de imagens são feitos com alta precisão e com ajuste nas bordas, já havia sido premiada com o primeiro lugar no 1º Concurso Latino-Americano de Teses de Doutorado, evento associado à XLI Conferência Latino-Americana de Informática (CLEI 2015). Além disso, o trabalho também foi premiado pelo comitê de Ciências de Computação com uma menção honrosa no Prêmio Capes de Teses 2015.

Os artigos e a tese de Casaca podem ser acessados aqui.

Uma ilustração da ferramenta computacional criada por Casaca pode ser acessada aqui: http://icmc.usp.br/e/cd848.

Entenda como funciona o programa desenvolvido durante a pesquisa: 

 

Um software desenvolvido por pesquisadores do CEPID - CeMEAI consegue editar e reconstruir imagens com mais velocidade e precisão. Conheça o programa:

Publicado por CEPID - CeMEAI em Sexta, 2 de outubro de 2015

 

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Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar, IMECC-UNICAMP, IBILCE-UNESP, FCT-UNESP, IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Sobre a SBMAC

A Sociedade de Matemática Aplicada e Computacional - SBMAC foi criada em 1º de novembro de 1978 e tem como objetivos : Desenvolver as aplicações da Matemática nas áreas científicas, tecnológicas e industriais; Incentivar o desenvolvimento e implementação de métodos e técnicas matemáticas eficazes a serem aplicadas para o benefício da Ciência e Tecnologia; Incentivar a formação de recursos humanos em Matemática com ênfase ao conteúdo e à utilização eficiente dos recursos computacionais disponíveis; Promover o intercâmbio de ideias e informações entre as áreas de aplicações matemáticas.

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Comportamento de Táxis

Comportamento de Táxis

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Pesquisadores

Luis Gustavo Nonato

O estudo funciona da seguinte maneira: cada cruzamento de ruas de uma cidade se torna um ponto em um mapa com informações de quantos passageiros pegaram táxis perto dali em intervalos de 15 minutos. O protótipo computacional transforma esses dados em representações gráficas que permitem visualizar o comportamento dos passageiros em locais e momentos específicos, como dias da semana e períodos como manhã, tarde ou noite.

A análise dessas informações permite a identificação de padrões de comportamento em períodos de tempo específicos, viabilizando a identificação de anormalidades.

A pesquisa também pode ser utilizada em outros campos, como as redes sociais. Pode-se analisar a relação entre pessoas, ou seja, como uma pessoa se relaciona com outra e como essa relação se desenvolve com o decorrer do tempo. Pode-se detectar, por exemplo, instantes em que o tipo de relação mudou ou se ocorreu algum tipo de variação na maneira como essas pessoas interagem.

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