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Pesquisador do CeMEAI coordena curso de Análise de Redes Sociais

Capacitação ocorrerá no ICMC de 21 a 26 de outubro e inscrições estão abertas

 

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Divulgação/YouTube UCLEngineering

 

Interessados em ampliar os conhecimentos em Análise de Redes Sociais terão a oportunidade de participar de um curso no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos, que ocorrerá entre 21 e 26 de outubro com coordenação de André Carlos Ponce de Leon Ferreira de Carvalho, ministrado por Soong Moon Kang, da School of Management da University College London. As aulas serão ministradas em português e no período noturno.

Ao final do curso os alunos compreenderão as principais ferramentas e conceitos para analisar redes sociais, questões relacionadas à coleta e análise de dados e poderão identificar e discutir questões teóricas e metodológicas associadas às pesquisas em redes sociais.

“Esta é uma área de pesquisa muito atual e relevante, que tem atraído um interesse crescente. Embora o tema de Análise de Redes Sociais se aplique a um grande número de áreas, são raras as ofertas de cursos e disciplinas neste tema. O ministrante é um importante pesquisador da área, tendo já ministrado esse curso várias vezes”, comentou André.

As inscrições para o curso começaram no dia 1 de setembro e vão até o dia 15 de outubro ou enquanto houver vaga. São 40 no total.

As informações completas podem ser conferidas na página do evento.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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Seminário de Coisas Legais falará da Maldição da Dimensão

Mestrando do IMPA apresentará o tema na próxima sexta-feira 13

 

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A próxima sexta-feira, 13, vai trazer para o Seminário de Coisas Legais a Maldição da Dimensão. O convidado que fará a apresentação é o mestrando do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) Thiago Ramos.

Em um resumo, Thiago informou que irá utilizar probabilidade para analisar alguns fenômenos "sobrenaturais" que acontecem em dimensão alta e como isso está diretamente relacionado com a extinção da raça humana. **(spoOoOOoOOooky)**

Não é preciso se inscrever para participar. Basta comparecer às 13h13, no dia 13, no auditório Fernão Stella de Rodrigues Germano, no bloco 6 do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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USP lança MBA inédito em Ciências de Dados

Programa abre inscrições no próximo dia 16 de setembro

 

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Profissionais da área de Ciências de Dados agora têm uma nova oportunidade de capacitação e desenvolvimento profissional. A partir do próximo dia 16 de setembro, a USP, junto ao Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), abrirá as inscrições para um MBA em Ciências de Dados.

O curso é o primeiro da área a ser oferecido a distância por uma universidade pública e conta com a maior equipe de cientistas da computação, estatística e matemática aplicada do Brasil. A duração do curso é de um ano – as aulas terão início no próximo mês de janeiro e vão até dezembro.

“Estamos muito empolgados em oferecer um MBA em Ciências de Dados com a qualidade USP. O curso vem para suprir uma demanda de vários segmentos do mercado perante a nova era da informação digital, com bancos de dados imensos e complexos. O modelo do MBA foi pensado para atender de forma exata essas necessidades industriais, oferecendo um curso com uma estrutura fit, modular e integrada”, comemora Francisco Louzada, professor titular do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos e coordenador do MBA.

Durante o curso, os alunos terão a possibilidade de aprender fundamentos de ciências de dados, metodologias estado-da-arte na área e criar projetos que desenvolvam suas habilidades teóricas e práticas. O MBA ainda permite que os inscritos resolvam, durante o decorrer do curso, um problema real da empresa onde trabalham, sempre acompanhados por tutores com vasta experiência em projetos que aproximam a academia do mercado de trabalho.

As inscrições do MBA em Ciências de Dados USP/CeMEAI vão até o dia 31 de outubro deste ano. As vagas são limitadas e, a partir do dia 16 de setembro, os interessados poderão se matricular pelo site oficial do MBA, que já contém mais informações sobre o curso, como o corpo docente, as disciplinas oferecidas e o investimento.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Comunicação CeMEAI

 

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Pesquisa de doutorado relacionada ao CeMEAI recebe prêmio no IFSC

Trabalho é sobre modelagem de propagação de epidemias em redes complexas

 

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Divulgação/IFSP/USP

O aluno Paulo César Ventura da Silva, orientado pelo prof. Francisco Aparecido Rodrigues, recebeu um dos “Prêmios Yvonne Mascarenhas” que reconhece trabalhos de iniciação científica, mestrado e doutorado durante a Semana Integrada do Instituto de Física de São Carlos (SIFSC-9). Paulo foi reconhecido pelo melhor trabalho de doutorado que é relacionado ao Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) e envolve a modelagem de propagação de epidemias em redes complexas, tendo como título “Modeling interacting diseases with different time scales”.

“Estamos trabalhando nesse projeto há três anos e o trabalho, que acabou de ser aceito pela revista Physical Review E, envolve a modelagem de propagação de epidemias com rumores. Ou seja, analisamos como informações sobre a epidemia, como campanhas de conscientização da população, influencia a propagação de agente infeccioso. Verificamos que se o rumor sobre a epidemia é propagado massivamente, isso pode ter um efeito negativo, contrário ao esperado, aumentando o número de infectados. Isso pode ser observado no aumento do número de casos de Aids, recentemente,” comentou Francisco.

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Divulgação/IFSP/USP

O aluno irá passar um ano na Universidade de Zaragoza, onde trabalhará com o pesquisador Yamir Moreno, um dos mais renomados na área de sistemas complexos, com bolsa BEPE da Fapesp.

Ainda segundo Francisco, o projeto está sendo continuado com análise de dados e modelagem matemática usando mecânica estatística e teoria das redes.

 

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Curso ensina técnicas para operar no mercado de ações

Atividades reuniram aulas teóricas e práticas durante três tardes

 

 

Com apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), o curso Lucrando no Mercado de Ações foi promovido entre os dias 19 e 21 de agosto na USP São Carlos- Campus II, reunindo 120 interessados em aprender técnicas para operar no mercado de ações e de opções, incluindo a aplicação de sistemas computacionais no processo de automatização.

A programação incluiu aulas teóricas e práticas e foi dividida em três tardes de atividades. No primeiro dia, Introdução à Análise Técnica, com o trader profissional e analista técnico André Machado, conhecido como Ogro de Wall St.

Graduado em Computação, pela Pontifícia Universidade Católica (PUC/São Paulo), iniciou suas atividades nos anos 90, quando trabalhou na Microsoft e teve um projeto premiado e reconhecido mundialmente. “Eu comecei a operar no mercado com o dinheiro deste prêmio e depois, trabalhei em grandes empresas da área, até que comecei a dar aulas e ser trader profissional”, explicou.

“A base desse curso é a análise do comportamento do preço para ter ideia da oferta e demanda. Demonstramos, na prática, como acompanhar o mercado para decidir a hora de comprar ou vender e a hora de não fazer nada, que é a maior parte do tempo”, comentou.

“No Brasil, foram 50 anos de inflação galopante, não havia muito estímulo para se operar ações, o que eu mostro nesse curso é que não existe fantasia de ficar rico de uma hora para outra, é preciso ir atrás de muito conhecimento em livros. Uso técnicas desenvolvidas no final do século XIX, nos Estados Unidos e até do século VII, no Japão. Precisamos de um tempo de experiência nessa área, a análise técnica começou a se popularizar somente nos anos 2000 aqui no país e existe a necessidade de se formar grupos de profissionais de respeito em instituições financeiras para dar respaldo a essa técnica”.

Também ministraram o curso professor Geraldo Nunes Silva, do Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE) da UNESP/São José do Rio Preto, José Carlos de Castro Waeny Junior e Antônio Dantas Sobrinho, conhecido como professor Metafix. A coordenação foi feita pelos professores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) Alexandre Cláudio Botazzo Delbem e Vanderlei Bonato.

Segundo Vanderlei Bonato, o curso dá continuidade ao Workshop on Applied Finance, que contou com seis edições.

“É uma continuação do workshop, agora em formato de curso. Já tivemos oficinas dentro do workshop, mas o curso tem uma visão mais prática para que os conhecimentos sejam aplicados no dia-a-dia. Reunimos pessoas experientes para ministrar o curso que foi aberto a toda comunidade e oferecido gratuitamente. É um ponto inicial para que os participantes possam se aprofundar mais nessa linguagem utilizada no mercado de renda variável”, observou Vanderlei Bonato.

A aluna do décimo semestre de Física Computacional na USP/São Carlos Nathalia Satie Gomazako participou do curso por ter afinidade com programação. “Eu gostei muito, foi uma excelente oportunidade e pretendo utilizar os conhecimentos na parte de machine learning em finanças”, comentou.

 

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Workshop “O Cientista do Século XXI” é um sucesso e será itinerante

1ª edição do evento reuniu grandes nomes da Ciência no IMECC, em Campinas

 

Nos dias 15 e 16 de agosto, o Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (IMECC) da Unicamp sediou o Workshop "O Cientista do Século XXI", que teve como principal objetivo discutir o papel do cientista brasileiro frente às grandes mudanças atuais. A primeira edição do evento foi um sucesso e ele será itinerante. No segundo semestre de 2020, ocorrerá na Universidade Federal do Ceará.

O evento conta com o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) e foi organizado pela Sociedade Brasileira de Matemática Aplicada e Computacional (SBMAC), por intermédio de seu presidente, o professor do IMECC e pesquisador do CeMEAI, Carlile Lavor.

Assista ao vídeo e veja como foi o evento:

 

Workshop “O Cientista do Século XXI” é um sucesso e será itinerante

O Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica recebeu, nos dias 15 e 16 de agosto, a primeira edição do workshop "O Cientista do Século XXI". Veja como foi o evento:

Publicado por CEPID - CeMEAI em Segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

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Revista Nature Scientific Reports publica artigo de pesquisadores do CeMEAI

Trabalho usa redes complexas para tratar sobre mobilidade urbana

 

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Reprodução/Artigo Nature Scientific Reports

 

Na última semana, a Nature Scientific Reports, renomada revista científica de acesso aberto e com variados temas de ciências naturais e clínicas, publicou um artigo desenvolvido pelos pesquisadores Gabriel Spadon, André Carvalho, José Rodrigues Júnior e Luiz Alves. Os três últimos são membros do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI).

O artigo “Reconstructing commuters network using machine learning and urban indicators” - em tradução livre, “Reconstruindo as redes de migração pendular usando aprendizado de máquina e indicadores urbanos” - aborda a mobilidade urbana, mais especificamente o fluxo de pessoas que moram em uma cidade e trabalham em outra: a chamada “migração pendular”. Os autores representaram o sistema como uma rede complexa para tentar quantificar o número de pessoas que viajam entre cidades, considerando indicadores além da distância entre as cidades e o tamanho de suas populações.

“Como relatado por outros pesquisadores, a distância desempenha um papel significativo para as pessoas decidirem se irão viajar para trabalhar em outra cidade. Contudo, outros indicadores, como o Produto Interno Bruto (PIB) e a taxa de desemprego, também são forças que impulsionam as pessoas a se deslocarem para trabalhar em outra cidade”, explica Alves.

Os pesquisadores utilizaram o aprendizado de máquina para propor uma abordagem alternativa às utilizadas em outros trabalhos. “Acreditamos que nossos resultados lançam novas luzes na modelagem da migração e reforçam o papel dos indicadores urbanos nos padrões de deslocamento. Eventualmente, esses resultados poderiam ajudar a decidir sobre quais são as regiões que mais sofrem com a falta de infraestrutura ou que se beneficiariam com a mão de obra de outras cidades caso houvesse uma melhora na infraestrutura que conecta duas cidades”, salienta.

A metodologia utilizada pelos autores pode ter implicações em outras áreas, já que a previsão de conexões e a reconstrução de redes complexas ainda são desafios abertos na ciência de redes. Essas técnicas poderiam ser aplicadas, por exemplo, à rede de comércio mundial, em que os vértices são os países e as conexões, transações financeiras. Nesse contexto, métodos de mineração de dados poderiam aprender quais são os atributos de cada país que tornam favorável uma transação financeira entre eles. Outros contextos incluem as redes sociais, em que os vértices são as pessoas e a existência de um vínculo de amizade, as conexões; e as redes metabólicas, em que os vértices são os metabólitos e as conexões são as reações químicas. 

Para chegar aos resultados, os pesquisadores utilizaram recursos do CeMEAI, como o cluster Euler. “Nossos resultados revelam que as previsões baseadas em algoritmos de aprendizado de máquina e indicadores urbanos podem reconstruir a rede de migração pendular com 90,4% de precisão e descrever 77,6% da variação observada no fluxo de pessoas entre cidades. O apoio do CeMEAI foi essencial para desenvolver essa pesquisa”, pontua Alves.

 

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Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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Palestra no IMECC debate desastres de barragens de rejeito 

Professor do IG/Unicamp demonstrou como podem ser evitados

 

Em todo o mundo os desastres com barragens de rejeitos são problemas sérios com consequências para a população, meio ambiente e para a economia. No Brasil, os casos da Samarco, em 2015 e da Vale, neste ano, trouxeram impactos que nesta terça-feira, 20, foram discutidos no ciclo de palestras "A Terceira Margem", que ocorre no Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (IMECC), da Unicamp. O professor Jefferson Picanço, do Instituto de Geociências da Unicamp, foi o apresentador.

Assista ao vídeo e veja como foi:

 

Palestra no IMECC debate desastres de barragens de rejeito

A primeira edição do ciclo de palestras "A Terceira Margem" foi realizado ontem e abordou os desastres envolvendo barragens de rejeito. Veja como foi:

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quarta-feira, 21 de agosto de 2019

"A Terceira Margem" fala dos desastres de barragens de rejeito

Evento retornará nesta terça-feira, 20, debatendo o tema com especialista da Unicamp

 

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Ibama from Brasil [CC BY-SA 2.0], via Wikimedia Commons

 

Os Desastres de Barragens de Rejeito são evitáveis? A resposta será tema da primeira edição do ciclo de palestras "A Terceira Margem" deste semestre no Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (IMECC) da Unicamp. O professor Jefferson Picanço, do Instituto de Geociências- Unicamp será o apresentador.

A organização divulgou o resumo da palestra: “Em todo o mundo, os desastres com barragens de rejeitos são problemas sérios, com consequências extremamente agudas para o meio ambiente, para a economia. Nos casos da Samarco/2015 e da Vale/2019 o custo humano em morte e luto social também é muito evidente. Como estes desastres ocorrem? Como são construídos? Quais as consequências de curto, médio e longo prazos para a sociedade, o meio ambiente e para a atividade mineral?”

A apresentação será realizada no auditório do IMECC a partir das 13h. As apresentações do ciclo "A Terceira Margem" são abertas ao público e não é necessário realizar inscrição prévia. O evento conta com o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI).

 

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Workshop reúne especialistas em simulações para reservatórios de petróleo

Evento faz parte de colaboração entre CeMEAI e Petrobras

 

workshop petrobras

 

Nesta semana, pesquisadores de várias instituições se reuniram no workshop “Métodos multiescala para simulação numérica de reservatórios de petróleo” para apresentarem a evolução dos trabalhos que têm desenvolvido na área.

O evento é anual e foi realizado entre terça e quarta-feira no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos. As atividades fazem parte de um convênio entre o Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) e a Petrobras.

O convênio é voltado para o desenvolvimento de novos métodos computacionais para a simulação da produção de petróleo nos campos do pré-sal brasileiro. "Inicialmente, o projeto tinha como objetivo resolver problemas com grande número de células. No caso do pré-sal brasileiro, é necessário estar preparado para enfrentar problemas com alguns bilhões de células. Agora, já estamos caminhando para um outro projeto, em que o desafio é aplicar as técnicas que foram desenvolvidas nos reservatórios do pré-sal que têm formações muito complexas, como túneis, por onde os fluidos transitam, e nesses casos a modelagem usual de reservatórios de petróleo e escoamento dos fluidos não se aplica", explica Luis Felipe Feres Pereira, professor da UT Dallas.

Os dois dias de evento somaram 13 apresentações, que incluíram membros da USP, da UNICAMP, do CENPES/Petrobras e do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC). 

"Esses projetos são de grande importância para nós. Os trabalhos apresentados aqui são excelentes, de alto nível, e atacam problemas reais da indústria. Estamos entrando no projeto porque estão surgindo novas demandas da Petrobras e vamos unir o conhecimento do LNCC com os das outras instituições para resolver esse problema mais específico" comenta Marcio Borges, pesquisador do LNCC.

“O evento foi muito produtivo. Foram dois dias de apresentações que foram muito bem recebidas pelo pessoal da Petrobras e provavelmente vamos firmar um acordo de renovação para esse projeto”, completa Fabrício Simeoni de Sousa, pesquisador do CeMEAI e coordenador do projeto. Além dele, representaram o Centro os pesquisadores Gustavo Buscaglia e Roberto Ausas.

“Durante esse período inicial de colaboração, os pesquisadores conseguiram resultados expressivos em relação a desempenho de simulação utilizando os métodos que eles desenvolveram. A ideia é desenvolver ainda mais essas técnicas para atender esse desafio da companhia. Estamos discutindo a renovação do projeto num escopo onde identificamos que o grupo é capacitado e competente para atender a nossa demanda”, finaliza Rafael Moraes, Engenheiro de Reservatórios da Petrobras.

 

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