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Comunicação CeMEAI

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Palestra online aborda problema de corte de estoque unidimensional

Organização é do Grupo de Modelagem e Otimização de Sistemas do IBILCE

 

felipe lemos

 

Na sexta-feira, 14 de agosto, das 9h às 10h, o Grupo de Modelagem e Otimização de Sistemas do IBILCE-UNESP organizará a palestra online intitulada Integração do Problema de Corte de Estoque com modos múltiplos de manufatura. O seminário tem o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) e dos professores Geraldo Nunes Silva e Silvio de Araújo.  

O palestrante será Felipe Kesrouani Lemos, da UNESP/UNOESTE e abordará o problema corte de estoque unidimensional integrado ao problema de múltiplos modos de manufatura. Interessados devem acessar o link: https://meet.google.com/gcs-fefp-bit

 

Confira o resumo da palestra:

A principal contribuição deste problema é a proposição, formulação e teste exploratório de instâncias desta integração. A motivação para este estudo é a indústria de construção civil, na qual estruturas de concreto armado podem ser montadas com várias combinações de barras de aço unidimensionais, com diferentes espessuras e comprimentos, chegando às mesmas especificações estruturais finais. Uma formulação foi proposta utilizando programação inteira com o objetivo de minimizar o custo total de matéria-prima considerando todas as espessuras disponíveis, atendendo à demanda de produtos finais que levam em conta as diferentes possibilidades de configurações. Um procedimento de geração de colunas foi adaptado como método de solução para atender às especificações do problema, junto a um procedimento heurístico de obtenção de solução inteira. Instâncias reais foram analisadas nos resultados computacionais, a fim de mostrar o valor da abordagem em uma situação industrial. De forma exploratória, um conjunto de instâncias aleatórias foi gerado para identificar o impacto dos parâmetros do problema nos resultados e dificuldade das mesmas. Nos exemplos reais, encontrou-se economias de custos da ordem de 8,4%. Através das instâncias aleatórias, verificou-se uma influência estatisticamente significativa do número de modos alternativos e tamanho dos itens na dificuldade das instâncias. Esta diferença não foi significativa para o número de tipos de matérias-primas, nem diferença de custos entre elas. Para diferentes quantidades de tipos de itens, observou-se que os gaps não se alteraram significativamente, ao passo que o tempo computacional foi crescente e ainda manteve valores aceitáveis até 40 itens.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Inscrições abertas para pós-graduação em Computação Aplicada à Educação

Especialização oferecida pelo ICMC/USP é coordenada por pesquisador do CeMEAI

 

123RF

Imagem: 123RF

 

Profissionais da área educacional interessados em aprimorar conhecimentos em computação já podem se inscrever na pós-graduação a distância em Computação Aplicada à Educação, oferecida pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos.

A especialização tem o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) e é coordenada pelo pesquisador do CeMEAI e professor Seiji Isotani, do ICMC.

Com uma jornada de 21 meses, na modalidade a distância, o curso passa pelos conceitos, práticas e ferramentas mais avançadas na área de computação que dão apoio aos processos de ensino e aprendizagem.

Não é necessário possuir formação em computação e programação, basta ter concluído uma graduação em qualquer área. “O curso oferece uma combinação única entre pesquisa e experiência prática com conceitos teóricos sólidos e projetos desenhados para acelerar a construção do conhecimento. Além disso, trabalhamos as habilidades fundamentais para que os participantes desenvolvam suas carreiras, tornem-se líderes na área de tecnologias educacionais e possam implantar estratégias de inovação digital em suas instituições”, explicou Seiji Isotani.

As inscrições vão até o dia 24 de agosto. Saiba mais.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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logo record

Em São Paulo, duas universidades estaduais se juntaram para criar uma plataforma que gera estatísticas da Covid-19 de 91 cidades do estado.

 

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agencia brasil

Um projeto de pesquisadores das universidades Estadual Paulista (Unesp) e de São Paulo (USP) reúne diariamente os dados relacionados à pandemia do novo coronavírus (covid-19) em 91 cidades do estado. A partir dos dados disponibilizados pelas prefeituras, a plataforma gera informações que permitem o acompanhamento da evolução da doença em cada município e comparações entre eles.

A iniciativa foi desenvolvida dentro do Centro de Ciências Matemáticas aplicadas à Indústria com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. São compiladas informações como número de casos confirmados, destacados e mortes causadas pela doença desde o final de março. A partir dessas informações, a plataforma calcula informações como o crescimento do número de casos, o percentual de casos descartados e a quantidade de mortes para cada grupo de 100 mil habitantes.

 

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globonews

Na capital paulista, a prefeitura mudou a forma como vai notificar e informar os dados de mortes na Covid-19. Não vai mais ser por quando o óbito foi confirmado pela doença, e sim por quando uma pessoa morreu de Covid-19.

 

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globo

A Prefeitura de São Paulo mudou a maneira de informar o número de mortes no boletim diário da Covid-19, que é divulgado para a população. Agora, os óbitos são distribuídos de maneira retroativa, de acordo com a data em que a pessoa morreu, e não mais quando o resultado do exame ficou pronto.

 

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el pais

Quatro meses depois do primeiro óbito registrado em decorrência do novo coronavírus no Brasil, a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo mudou a forma como vinha divulgando as notificações de mortes pela doença na cidade. Sem fazer alarde e nem informar quais razões levaram à mudança, a gestão de Bruno Covas (PSDB) está, desde a semana passada, divulgando os óbitos pela data em que ocorreram e não mais pelo dia da notificação da morte no sistema, ou seja, não sabemos mais quantos óbitos foram confirmados nas últimas 24 horas. O total de mortes permanece, mas desde o dia 15 de julho os boletins com o balanço das vítimas da covid-19 na capital paulista vêm apresentando alterações retroativas no balanço diário de óbitos. A nova estratégia, que se assemelha àquela que o Ministério da Saúde tentou implementar no início do mês passado, mas acabou voltando atrás, causa confusão na interpretação de dados e falsa sensação de estabilidade na evolução da pandemia na maior cidade do país, criticam especialistas.

 

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Estudos comparativos indicam inconsistências em boletins de São Paulo sobre Covid

Divulgação dos dados contém diferenças entre os próprios documentos liberados pela Prefeitura

 

Nas últimas semanas, a cidade de São Paulo tem dado passos na direção da reabertura gradual do comércio e da flexibilização das medidas de isolamento social. Porém, um estudo comparativo realizado por um pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) mostra que os dados sobre óbitos por Covid-19 divulgados pela Prefeitura têm sofrido alterações retroativas nos boletins emitidos diariamente.

Nas imagens abaixo, retiradas dos boletins da Prefeitura, é possível observar que o número de mortes pode ter sido atualizado de forma retroativa – ou seja: se, por exemplo, uma vítima da Covid no dia 15 de julho teve o diagnóstico da doença como causa da morte apenas no dia 20, seu óbito será contabilizado no dia 15, e não no dia 20. Dessa forma, o número de óbitos diários é mitigado, já que as mortes estariam sendo distribuídas nos dias anteriores.

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Os boletins dos dias 13 e 14 de julho de 2020 mostram os mesmos números de óbitos nos dias anteriores

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Já o boletim do dia 15 de julho de 2020 altera os números que permaneceram iguais nos boletins anteriores

 

Observando a tabela a seguir, que também utiliza dados dos boletins da Prefeitura, é possível perceber o efeito prático de uma mudança dessa natureza na divulgação. Se os óbitos fossem contabilizados de acordo com a data de constatação da Covid, como no boletim do dia 14, e não a partir da data da morte em si, como no boletim do dia 15, os dados de óbitos no período entre os dias 9 e 13 de julho seria praticamente o dobro do que foi informado.

tabela boletins

*Tabelas de evolução de óbitos - MSP (SIM / SMS-SP) dos Boletins Epidemiológicos da Prefeitura de São Paulo.

Essa prática também ajuda a explicar o gráfico abaixo. Comparando os dados da Lombardia, na Itália, e da cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, com os números informados pela Prefeitura de São Paulo, pode-se perceber que não houve um pico abrupto de óbitos diários na capital paulista – ao contrário do que ocorreu nas outras duas regiões. Dessa forma, a partir desses dados, não é possível identificar ao certo se já houve o pico na capital, ou, ainda, que o declínio dos óbitos diários observado na Lombardia e em Nova Iorque ocorrerá em São Paulo.

casos diarios

“Analisando os dados e os gráficos de Nova Iorque e da Lombardia, é possível observar que as duas curvas apresentam comportamentos similares, isto é, uma espécie de assinatura de como a pandemia se comportou nessas regiões. Isso não é possível constatar na curva de São Paulo. Uma hipótese poderia ser a questão da ausência de uma testagem massiva, ou ainda, por outro lado, como o resultado - positivo - do isolamento social adotado nos primeiros meses da pandemia. Nesse sentido, São Paulo parece estar esticando a curva, o que em um primeiro momento é algo positivo. Porém, é importante ponderar que, como o número de novos óbitos ainda se mantém elevado, essa regularidade acaba sendo prejudicial, já que, ao contrário das outras regiões, não vemos indícios fortes de quedas no número de óbitos”, explica Wallace Casaca, responsável pelo estudo comparativo entre as cidades.

A análise do número de casos confirmados também mostra alguns pontos inconsistentes. Como observado na ferramenta InfoTracker, que também é alimentada por dados oficiais, entre os dias 10 e 22 de julho, os dados de casos diários positivos de Covid-19 em São Paulo se mantiveram cerca de 90% abaixo do que foi observado com relação às médias semanais anteriores ao dia 10. Pode-se perceber no gráfico a seguir – também criado a partir de dados divulgados pela Prefeitura – que há uma queda abrupta no número de casos diários em São Paulo.

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Entre os dias 10 e 21, o número máximo de casos diários foi de 600, ocorridos no dia 16. Porém, os casos diários do dia 22 chegaram a 18.601, o que corresponde a um crescimento de quase 10% em relação ao número total de casos durante todo o curso da pandemia. A própria Prefeitura, em boletim, confirma que os dados do E-SUS não são atualizados desde o dia 9 de julho.

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Desta forma, não é possível ter certeza se os dados entre os dias 10 e 22 foram se acumulando e divulgados apenas ao fim do período ou se eles não foram corretamente levantados.

O estudo completo, com explicações técnicas e metodológicas, pode ser acessado aqui.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Comunicação CeMEAI

 

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Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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Uma plataforma de dados criada por iniciativa de pesquisadores da Unesp e da USP disponibiliza informações sobre a pandemia do novo coronavírus em 82 cidades do estado de São Paulo. A equipe comandada por Wallace Casaca, professora da Unesp em Rosana e pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria, o CeMEAI, um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão financiados pela Fapesp, monitora e organiza as informações de forma que qualquer cidadão possa entender o histórico e o avanço da Covid-19 no estado.

 

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Parceria auxilia São Carlos em políticas para moradores de rua

Pesquisadores utilizam a matemáticas para análise das informações

 

Parceria auxilia São Carlos em políticas para moradores de rua

Em parceria com a Prefeitura Municipal de São Carlos, pesquisadores do CEPID - CeMEAI realizam um projeto para entender o perfil de moradores em situação de rua na cidade. Após um censo com cerca de duzentas pessoas, os dados irão receber análise matemática e poderão contribuir com políticas públicas para quem está nessa situação. Conheça melhor o trabalho:

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quarta-feira, 15 de julho de 2020

 

A Prefeitura de São Carlos em parceria com pesquisadores do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) realizam um projeto para entender o perfil de moradores em situação de rua. Após um censo com cerca de duzentas destas pessoas, os dados irão receber análise matemática que poderão contribuir com políticas públicas para essa população.

O coordenador do projeto é o pesquisador do CeMEAI e professor do ICMC, Alexandre Delbem. “Precisamos entender todos os processos deste sistema complexo e em conjunto, desenvolver as ferramentas matemáticas que podem esclarecer aspectos importantes e colaborar nas políticas”, disse.

Para a secretária de Cidadania e Assistência Social de São Carlos, Glaziela Solfa Marques, comentou os benefícios da parceria. “Este trabalho com a universidade gera economia de recursos, são processos que faríamos de uma outra forma e agora estão sendo digitalizados, com uma análise diferenciada e trazer a área da matemática, de informações de dados com essa realidade social tem sido muito interessante e tem mostrado esse lado de que essa junção de saberes pode ser potente”.

 

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O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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