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Comunicação CeMEAI

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Trabalho orientado por pesquisadores do CeMEAI é premiado no Chile

Estudo da aluna do PIPGEs analisa modelos da Teoria de Resposta ao Item

 

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A aluna de doutorado Cláudia Evelyn Escobar Montecino, do Programa Interinstitucional de Pós-graduação em Estatística UFSCar-USP (PIPGEs), orientada pela professora Mariana Curi, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC/USP) e pesquisadora do CeMEAI, recebeu o prêmio ETS Travel Award da Psychometric Society.

A premiação ocorreu durante o International Meeting of the Psychometric Society (IMPS 2019) na Pontificia Universidad Católica de Chile, em Santiago, no dia 19 de julho.

Intitulado "Item Response Theory Using Autoencoders and Variational Autoencoders", o trabalho estuda as metodologias de autoencoders e variational autoencoders como métodos de estimação de parâmetros de modelos da Teoria de Resposta ao Item (TRI).

“Neste trabalho, nós propusemos uma modificação nos métodos de autoencoders de forma a incorporar um modelo multidimensional da TRI em sua arquitetura e possibilitar a estimação de seus parâmetros via métodos de redes neurais profundas. Os resultados dos estudos de simulação mostram bom desempenho de ambas as metodologias, comparáveis com os métodos de estimação usuais de TRI, como por exemplo MCMC e Máxima Verossimilhança Marginal, com a vantagem de serem bastante mais flexíveis e factíveis para grande volume de dados”, explicou Mariana Curi.

O CeMEAI também esteve representado pela pesquisadora Mariana Curi, quem deu uma palestra acerca de Machine learning for estimation in IRT models e o professor Jorge Luis Bazán que apresentou um pôster acerca de A response time model to test with limited time junto a seu estudante de doutorado e ministrou um seminário no Departamento de Estatística da PUC do Chile sobre desempenho de links assimétricos e métodos de correção para dados desbalanceados em regressão binária.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

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CeMEAI apoia evento "O Cientista do Século XXI" no IMECC

Workshop será nos dias 15 e 16 de agosto, com grandes nomes da Ciência Brasileira

 

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Nos dias 15 e 16 de agosto, o Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (IMECC) da Unicamp sediará o Workshop "O Cientista do Século XXI", que tem como principal objetivo discutir o papel do cientista brasileiro frente às grandes mudanças atuais.

"Na programação do evento, contaremos com a presença de ilustres cientistas brasileiros, além do Dean of the College of Natural Science da Michigan State University, Prof. Phil Duxbury, onde haverá espaço para a participação da plateia. Será um momento histórico para o IMECC, em que teremos a oportunidade de aumentar ainda mais o prestígio e a visibilidade de nosso Instituto no cenário nacional e internacional”, comentou o organizador Carlile Lavor, Presidente da SBMAC e pesquisador do CEPID-CeMEAI.

Podem participar alunos, docentes, pesquisadores e interessados no tema.

A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas neste formulárioMais informações podem ser obtidas no site do IMECC.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Tecnologia alerta moradores sobre enchentes em cidade catarinense

Pesquisa de Jó Ueyama de monitoramento de rios foi implantada em Rio do Sul

 

O município de Rio do Sul, no Estado de Santa Catarina, sofre com constantes enchentes. No ano de 2011, teve um dos piores registros da história, com alagamentos que assolaram vários bairros, ocasionando muitos prejuízos à população, como mostra o vídeo:

Imagens: YouTube

Nos anos de 2012 e 2013, o problema se repetiu e autoridades e especialistas de toda a região buscavam soluções efetivas para trazer segurança aos moradores, segundo explica Fábio Alexandrini, professor titular do Instituto Federal Catarinense, campus Rio do Sul. 

“Por intermédio de uma reportagem no site do CNPq, conheci a tecnologia desenvolvida pelo pesquisador Jó Ueyama, do ICMC- USP/São Carlos. Fui prontamente atendido por ele e, em alguns dias, recebemos sua visita aqui em Rio do Sul para um Congresso”, conta Alexandrini.

No ano seguinte, a Defesa Civil de Rio do Sul organizou um novo evento com a participação do pesquisador e a parceria foi efetivamente estabelecida. 

Com apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), a pesquisa coordenada por Jó Ueyama consiste em um sistema que não apenas detecta enchentes e o nível de poluição de rios, como pode avisar a população, via aplicativo de celular, sobre os eventuais riscos. O sistema é chamado e-NOE e funciona por meio de uma rede de sensores sem fio.

O primeiro passo do trabalho realizado em Santa Catarina foi estabelecer os pontos de monitoramento que eram feitos, na época, por réguas físicas presas a postes. Três locais foram sugeridos pelo pesquisador para receber os equipamentos, instalados nos anos seguintes após autorização dos órgãos competentes.

Fotos: Defesa Civil de Rio do Sul

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Fotos: Defesa Civil de Rio do Sul

“A rede de sensores sem fio instalada na cidade de Rio do Sul monitora a altura do nível do rio em tempo real para que assim, a população possa verificar a altura dos rios na cidade. Tal monitoramento ajuda a saber quando cada residente pode retornar a sua residência, visto que o sensor mede em tempo real a altura do nível do rio nas três localizações onde os sensores se encontram disponibilizados. Os três pontos foram instalados em dois rios distintos, assim como um terceiro sensor após a confluência dos dois rios citados. Com esta topologia (disposição) da rede é possível também identificar qual o rio contribui mais para levar a uma situação de enchente e assim tomar medidas públicas com vistas a reduzir as perdas decorrentes das enchentes”, explica Jó Ueyama.

Fábio Alexandrini explica ainda que a tecnologia desenvolvida pelo pesquisador precisou ser adaptada. “A forma de monitoramento dos rios com alagamentos pontuais não seria suficiente e precisamos de adaptações da ferramenta para cheias de grande monta. Baseado no modelo do Professor Jó foi possível desenhar um modelo que foi licitado pela Defesa Civil em 2015 e instalado em 2 pontos, em 2016, já auxiliando muito a população com os alertas em 2017. Recentemente, discutimos a necessidade de implantar o sistema em um terceiro ponto, agora um para cada rio que passa por Rio do Sul”, explica.

População recebe alertas em enchente de 2019

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Foto: Portal NSC Total

Alexandrini explica que o site da Defesa Civil que alimenta os dados e orienta a população foi desenvolvido também por seu ex-aluno Almir Bolduan, com posterior apoio da Defesa Civil e também da Secretaria de Gestão de Governo de Rio do Sul. “Este trabalho rendeu prêmios, um deles da Rede de Cidades Digitais como Projeto Inovador de 2017 e outro, pelo trabalho realizado nas escolas para orientar crianças e suas famíliasA tecnologia completa, ou seja, os dados obtidos pelas 3 estações telemétricas, foi utilizada em recente enchente, em junho de 2019, quando parte da população deixou as casas e precisou ir para abrigos. Em tempo real, a defesa Civil informava a população sobre o nível dos rios e sinalizou pelo menos 27 ruas interditadas.

“Além das aplicações práticas, em termos acadêmicos pudemos realizar projetos de mestrado e doutorado com uso de sensores ligados a Rede de Internet das Coisas IOT. Estamos ainda aguardando o resultado de projeto submetido ao CNPq de Monitoramento de Ribeirões, que são os principais afluentes dos nossos três rios: Itajaí do Sul e Itajaí do Oeste que se fundem no centro da cidade formando o terceiro Itajaí Açu”, comentou.

Atualmente Almir Bolduan é o profissional responsável pelo monitoramento dos sensores e por transformar os dados coletados em informações de orientação à população no site da Defesa Civil.

“Para ter acesso, basta acessar o portal da Defesa Civil. Nele, estão presentes as informações referentes ao nível do rio, pluviosidade do dia, situação das barragens Oeste e Sul, Mapa de Inundação e Abrigos e ainda conta com imagens em tempo real da situação dos rios nos 3 pontos onde estão instaladas as estações telemétricas”, explicou Almir.

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Reprodução do site da Defesa Civil de Rio do Sul

“Com o portal, o cidadão consegue maior assertividade na definição de sua estratégia de saída (ou não) de sua casa ou comércio, trazendo maior segurança e diminuindo as chances de prejuízo. Nos meses de maio e junho de 2017 o município de Rio do Sul passou por uma cheia e o rio atingiu a cota de 10,89m. O portal foi utilizado de forma abrangente pela população, seja usando o computador ou smartphone. Foram registrados mais de 3 milhões de visualizações de página naquele mesmo período”, comentou.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Diretor da FGV EMAp fala sobre a importância da colaboração entre instituições

César Camacho participou do V Workshop de Soluções Matemáticas para Problemas Industriais

 

O Diretor da Escola de Matemática Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGV EMAp), César Camacho, apresentou a palestra de encerramento do V Workshop de Soluções Matemáticas para Problemas Industriais. Camacho falou com o CEPID-CeMEAI sobre a importância desse tipo de evento, das aplicações da matemática para a sociedade e dos trabalhos desenvolvidos pela EMAp. Confira a entrevista:

 

Diretor da FGV EMAp fala sobre a importância da colaboração entre instituições

O Diretor da FGV EMAp - Escola de Matemática Aplicada, César Camacho, apresentou a palestra de encerramento do V Workshop de Soluções Matemáticas para Problemas Industriais. Camacho falou com o CEPID - CeMEAI sobre a importância desse tipo de evento. Confira a entrevista!

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quarta-feira, 24 de julho de 2019

CeMEAI promove 5ª edição do Workshop de Soluções Matemáticas para Indústria

Evento realizado em São Carlos contou com 7 empresas e 130 participantes em 2019

 

Uma semana de atividades intensas com foco na solução de problemas da indústria brasileira. A quinta edição do Workshop de Soluções Matemáticas para Problemas Industriais ocorreu entre os dias 8 e 12 de julho no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos. O evento é promovido anualmente pelo Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Neste ano, contou com a participação de sete empresas.

Veja como foi o evento em 2019:

 

Uma semana de atividades intensas com foco na solução de problemas da indústria brasileira. A 5ª edição do Workshop de Soluções Matemáticas para Problemas Industriais ocorreu na última semana no Icmc Usp. O evento é promovido anualmente pelo CEPID - CeMEAI e, neste ano, contou com a participação de sete empresas. Veja como foi:

Publicado por CEPID - CeMEAI em Quinta-feira, 18 de julho de 2019

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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Inscreva-se na 3ª Escola Avançada em Big Data Analysis

Evento será realizado em setembro no ICMC/USP

 

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O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos sediará, de 2 a 6 de setembro deste ano, a 3ª Escola Avançada em Big Data Analysis. A 3ª EABDA visa apresentar aos alunos participantes as principais técnicas usadas para a análise de grandes volumes de dados, destacando as mais avançadas e promissoras, como Gerenciamento de Grandes Bases de Dados e Visualização e Mineração de Dados. Serão apresentadas também várias ferramentas indicadas para análise, extração de conhecimento e visualização de dados. O evento também contará com cinco palestras, distribuídas durante a semana, sobre temas relacionados à área de Big Data.

Os cursos serão ministrados por professores renomados e as inscrições já estão abertas. O público-alvo são alunos de pós-graduação e de graduação, preferencialmente do último ano, que cursam engenharias, computação, estatística ou economia e graduados em áreas afins.

A Escola é organizada pelo Departamento de Ciências da Computação do ICMC e recebeu o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), do Centro de Robótica de São Carlos (CRob) e do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI-Campinas)

Os detalhes dos cursos e palestras oferecidos, o link para as inscrições e os valores das matrículas estão disponíveis no site oficial da Escola.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Comunicação CeMEAI

 

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Nada de férias! Professores e estudantes de universidades públicas do país estão participando de um workshop do conhecimento na USP em São Carlos. Eles estão desenvolvendo problemas reais de várias empresas e ONGs.

 

CLIQUE AQUI para assistir à reportagem!

CeMEAI dá início a 5º Workshop de Soluções para a Indústria

Evento vai até a próxima sexta-feira (12) no ICMC/USP

 

 

O evento é anual e já virou tradição. Todo mês de julho, o Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) promove o Workshop de Soluções Matemáticas para Problemas Industriais, iniciativa que tem como objetivo aproximar empresas e academia de uma forma proveitosa para os dois lados.

O Workshop, que é realizado no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos, abre as portas da universidade a empresas que tenham problemas relacionados a matemática, estatística, ciência de dados, otimização, mecânica dos fluidos e áreas afins. As instituições interessadas apresentam os problemas a um corpo de alunos e docentes, que ficam, por uma semana, buscando alternativas para avançar ou até solucionar as questões apresentadas.

Nesta segunda-feira (8), foi iniciada a 5ª edição do evento, que reúne sete problemas de instituições variadas. Arquivei, Senai Florianópolis, Imaflora, Porto Seguro, Bionexo, Cepel/Eletrobras e uma multinacional estadunidense apresentaram seus problemas aos participantes, que também têm muito o que aproveitar durante o evento. “Aqui, os participantes não vêm apenas apresentar algum trabalho que já fizeram. Eles vêm para trabalhar em algo para o qual a própria indústria ainda não tem respostas. Colocar empresas e a universidade em contato é o grande propósito do evento”, explica José Alberto Cuminato, diretor do CeMEAI.

Desde o primeiro Workshop, realizado em 2015, 24 instituições já passaram pelo evento. Na atual edição, os 125 inscritos aproveitaram o dia inaugural para conhecer os problemas, debater com os representantes das empresas e se dividir em sete grupos – um para cada questão apresentada.

“Esse modelo é bem diferente e essa é a parte interessante. Não estamos falando só de uma pessoa tratando do problema, mas de um grupo muito grande. Acho que esse é o diferencial, além da grande variedade de especialistas no assunto”, ressalta Adriano Moala, cientista de dados da Porto Seguro.

A programação do Workshop segue até a próxima sexta-feira. Até lá, os grupos se reunirão diariamente para avançar nas discussões dos problemas. As últimas atividades são as apresentações dos resultados que foram alcançados durante a semana. “Temos algumas soluções intermediárias para o nosso problema, mas ainda não são 100% satisfatórias. Nosso objetivo é levar para a empresa uma direção melhor para tratar o problema, que é matematicamente difícil”, explica Márcio da Silva Arantes, pesquisador do Senai Florianópolis.

Luís Fernando Elyas Cerqueira, pesquisador do Cepel/Eletrobras, também tem altas expectativas para a semana de atividades. “Quando você tem pessoas de várias áreas discutindo um problema, cada um tem um conhecimento particular que veio da área em que está atuando. Quando você mistura essas áreas, podem surgir ideias que pessoas com o pensamento viciado pelo dia a dia não vislumbram. Esse cruzamento de informações é fundamental para o desenvolvimento”, finaliza.

 

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O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

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NOVIDADES 

 

No período de 02 a 06 de setembro estaremos realizando da 3ª EABDA. Neste ano, atendendo às sugestões recebidas, todos os minicursos incluirão pratica em Laboratório das principais técnicas utilizadas na área. Em breve, as inscrições estarão abertas. Contamos com a sua presença. Todos os dias, além dos minicursos, teremos palestras sobre temas atuais proferidas por pesquisadores renomados de academia e empresas. Venham aprender e praticar sobre os principais tópicos de pesquisas e aplicações na área de Big Data Analysis!

 

1 – Na 2ª EABDA, a maioria dos minicursos foram expositivos. Este ano, TODOS os minicursos terão parte prática em Laboratório. Por este motivo, cada mini-curso poderá ter no máximo 60 inscritos. Desta forma, os alunos poderão sair com um bom conhecimento sobre as técnicas vistas durante o mini-curso. O professor optará por dar uma parte teórica em sala de aula e a parte prática em Laboratório ou tudo em Laboratório.

2 – Todos os dias haverá um palestrante convidado, das 8h às 9h30, sobre temas importantes e atuais da área. Os convidados são pesquisadores renomados e também pesquisadores de Empresas, os quais discursarão sobre o uso de Big Data Analysis em casos reais. Após a palestra, teremos 2 mini-cursos por dia. Todos os inscritos poderão assistir a todas as Palestras.

3 – Não é necessário trazer laptops. Nos Laboratórios vocês poderão acessar os microcomputadores disponíveis.

REDES COMPLEXAS EM MINERAÇÃO DE TEXTOS

Ministrantes: Prof. Dr. Alneu de Andrade Lopes e Alan Valejo

 

Resumo

Diversos fenômenos do mundo real formam estruturas organizadas em redes, tais como: redes de transmissão e distribuição de energia elétrica, redes viárias, redes sociais, redes de computadores, redes neuronais, para citar apenas algumas. Com a relevância desses fenômenos, as ciências e engenharias lidam cada vez mais com problemas modelados por redes complexas (grandes grafos esparsos). Assim, o estudo de redes complexas é importante e de interesse geral para diversas áreas. Em computação, as redes complexas são utilizadas em várias linhas de pesquisas, como mineração de dados, mineração de textos, processamento de imagens, recuperação de informação, reconhecimento de padrões, bioinformática, entre outros. Neste curso será feita uma pequena introdução às redes complexas e ao seu uso na mineração de texto. Na parte prática, em laboratório, serão apresentados alguns algoritmos para construção, mineração e visualização de redes construídas a partir de coleções textuais.

 

Sobre os autores

Alneu de Andrade Lopes

Alneu de Andrade Lopes é Professor Dr. na Universidade de São Paulo e atua na área de Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina proposicional e relacional, principalmente, em Mineração de Dados e Mineração de Redes Complexas. Nesse último tópico, apenas nos últimos 5 anos, esteve envolvido na produção de cerca  de 40 artigos em periódicos ou conferências do estrato superior do qualis Capes.

Alan Valejo

Alan Valejo obteve os títulos de Doutor e de Mestre em Ciência da Computação e Matemática Computacional pela Universidade de São Paulo, em 2019 e 2014, respectivamente. Seu trabalho de pesquisa, conduzido no grupo de Inteligência Computacional (LABIC) do ICMC-USP, concentra-se na área de Inteligência Artificial e Aprendizagem de Máquina e tem interesse em problemas relacionados à análise e mineração de redes complexas de grande escala com foco em métodos multiníveis.

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