Portuguese Chinese (Simplified) English French German Italian Japanese Russian Spanish

Comunicação CeMEAI

Comunicação CeMEAI
estadao

 

Uma projeção feita por professores ligados à Universidade de Campinas (Unicamp) para a evolução da pandemia de covid-19 no País apontou que, mantido o isolamento social na intensidade da primeira semana de junho, o Brasil conseguiria salvar mais de 6 mil vidas até 21 de junho - há mais de 37 mil mortos pela doença até esta terça, 9. Os números do trabalho, que surge no momento em que Estados e prefeituras afrouxam o isolamento - mesmo com a epidemia em expansão - projetavam também que um terço (34%) das pessoas salvas pelas medidas de morrer no período estaria em São Paulo; um quinto (21%) no Rio. Mais da metade (53%) moraria na Região Sudeste.

 

CLIQUE AQUI para ler a notícia completa!

ag fapesp logo alt

Além de planejar a disponibilidade de leitos e de respiradores pulmonares para o tratamento de pacientes com COVID-19 em estado grave, os gestores de hospitais têm lidado com o desafio de gerir a compra de equipamentos de proteção individual (EPIs) para os profissionais de saúde. Se as previsões de compra desses suprimentos não forem corretas, pode ocorrer desabastecimento ou gastos desnecessários.

 

CLIQUE AQUI para ler a notícia completa!

uol

Uma projeção feita por professores ligados à Universidade de Campinas (Unicamp) sobre a evolução da pandemia de covid-19 no país apontou que, mantido o isolamento social na intensidade da primeira semana deste mês, o Brasil conseguiria salvar mais de 6 mil vidas até 21 de junho — há mais de 37 mil mortos pela doença até hoje.

 

CLIQUE AQUI para ler a notícia completa!

Sistema analisa dados comparativos sobre o avanço da Covid-19 em São Paulo

Ferramenta apresenta dados de 82 cidades do estado

 

info tracker

 

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, uma das grandes preocupações dos pesquisadores que buscam formas de combatê-la é com a qualidade e a organização dos dados de casos, óbitos, internações e outros números que ajudem a traçar um panorama mais certeiro da evolução da doença.

Nos últimos dias, essa discussão ganhou ainda mais força com a decisão do Governo Federal em remover algumas informações do portal oficial – que depois foi anulada por decisão do STF – e a alteração na forma de contagem de casos e óbitos diários no país.

Foi nesse contexto que pesquisadores lançaram o SP Covid-19 Info Tracker. A ferramenta reúne dados desde o início da pandemia em 82 cidades paulistas, que correspondem a 95% dos óbitos confirmados no estado. O sistema apresenta dados de histórico diário, índices epidemiológicos e resultados de estatísticas matemáticas fornecidas por cada município monitorado, possibilitando que as informações sejam comparadas na íntegra. Assim, a ferramenta de análise de dados permite uma avaliação mais assertiva da evolução da doença em cada município e no estado como um todo.

O projeto é uma iniciativa de pesquisadores da UNESP e da USP liderados por Wallace Casaca, professor da Unesp em Rosana e pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela Fapesp.

“Trata-se de uma ferramenta de análise de dados que monitora as cidades do estado em tempo real, permitindo que sociedade, mídia, comunidade científica e entidades governamentais possam entender com maior nível de detalhamento a evolução da Covid-19 no estado. A ferramenta compila diversas informações sobre o avanço da doença no estado, incluindo, além dos dados brutos dos municípios, dados de historicidade, estatísticas, índices epidemiológicos e resultados de simulações matemáticas”, explica Casaca.

 

Info Tracker possibilita comparações de dados entre cidades

 

O Info Tracker é um sistema aberto para acesso público que reúne várias estatísticas e processa os dados com modelos matemáticos e algoritmos de ciência de dados. O instrumento se divide em quatro partes. A primeira mostra os números diários e absolutos de casos confirmados, descartados e notificados, testes realizados, pacientes recuperados e óbitos confirmados, de acordo com as informações fornecidas por cada município e do processamento dos dados coletados.

A segunda parte apresenta gráficos que apresentam visualmente a historicidade dessas informações e dão um perfil detalhado do desenvolvimento da Covid-19 ao longo do tempo.

As duas últimas páginas possibilitam um comparativo entre os dados de quaisquer cidades do estado monitoradas pelo projeto, também com apresentação de gráficos e estatísticas para análise temporal.

Além de fornecer os dados de uma forma mais didática e informar a população mais claramente, os pesquisadores querem que a ferramenta seja útil para que governo e municípios sejam auxiliados nas tomadas de decisão para desenvolver políticas públicas de combate à pandemia.

“Além de dar transparência aos dados sobre o novo coronavírus no estado, a plataforma visa dar condições para que secretarias municipais e entidades do poder público estadual possam implementar respostas rápidas, de ordem técnica e síncrona com a ocorrência do dado, a partir da análise dos dados e da situação de cada município”, completa o pesquisador.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

logo istoe

Compreender o padrão por trás do crescimento exponencial da Covid-19 é a maneira mais inteligente de criar um planejamento efetivo para combater a doença. Além dos médicos, a estratégia prevê o envolvimento de outros especialistas: os matemáticos.

 

CLIQUE AQUI para ler a reportagem completa!

 

logo record

Estabelecer esses diferentes cenários é o que propõe um sistema matemático para indicar o relaxamento do isolamento social para cada cidade.

 

CLIQUE AQUI para assistir a reportagem!

Analisando apenas hemograma, pesquisadores detectam casos negativos de Covid-19 com 95% de precisão

Sistema utiliza dados para facilitar o diagnóstico e auxiliar o trabalho dos profissionais de saúde

 

diagnow

 

Pesquisadores estão desenvolvendo uma plataforma digital que utiliza dados de pacientes para criar indicadores e auxiliar na tomada de decisão dos médicos no combate ao novo coronavírus. Apenas com dados de hemograma, o sistema utiliza inteligência artificial para ajudar os hospitais a agilizar o processo de diagnóstico e otimizar recursos.

O DiagoNow, como foi chamada a ferramenta, funciona em quatro etapas, que atuam de forma complementar para confirmar casos positivos ou dispensar os casos negativos. A primeira delas é a auto-triagem - um fornecimento de dados por conta do próprio paciente, que responde a um questionário online sobre os sintomas. As respostas alimentam o banco de dados e auxiliam o paciente a tomar a decisão de ir ou não ao hospital. Os dados são também aproveitados na anamnese, que é a segunda parte do processo.

Na anamnese, o sistema utiliza informações de sintomas, sinais vitais e histórico médico para calcular um indicador inicial sobre a presença ou não da Covid-19 em cada paciente.

A terceira etapa da ferramenta são os exames complementares. São aproveitados exames como hemograma e raio-x para calcular indicadores precisos sobre a presença do vírus. Esse momento é fundamental para auxiliar a tomada de decisão dos médicos e fornecer diagnósticos assertivos sobre o coronavírus.

O último passo é o de previsões e monitoramento, que faz um acompanhamento dos pacientes consultados ou internados para monitorar o quadro clínico de cada um e emitir alertas, auxiliando a decidir se o paciente deve ser internado e, posteriormente, se deve ser encaminhado para a UTI.

jornada

Apesar de o DiagoNow ter quatro passos bem definidos, os pesquisadores começaram a implementação da plataforma pela terceira fase: a de exames complementares, que já está em funcionamento. A decisão foi tomada de forma estratégica. "Geralmente, a confirmação do diagnóstico pelo rt-PCR, exame padrão ouro para detectar o coronavírus, é muito distante das primeiras suspeitas da presença do vírus - e pode até mesmo não acontecer. Por isso, decidimos criar um momento intermediário através do hemograma em que a ferramenta consegue acelerar o processo e fornecer mais dados para a tomada de decisão dos profissionais de saúde”, explica Vinícius Molina Garcia, estudante de Engenharia de Computação da USP em São Carlos e Head de Estratégia do projeto.

As análises dos hemogramas já têm dado resultados muito satisfatórios. A partir dos dados preexistentes, a plataforma DiagoNow consegue informar, com até 95% de precisão, os casos negativos da doença. Ou seja: um simples hemograma é suficiente para descartar casos negativos em 19 de cada 20 exames. 

Quando a ferramenta acusa possibilidade da doença, a precisão é de 67%. Nesses casos, o possível infectado segue sendo avaliado nas partes seguintes do processo.

Durante as etapas, o DiagoNow oferece gráficos detalhados, que mostram os dados levados em conta pelo modelo. “Isso ajuda o médico a tomar as decisões com mais embasamento e também ver como o modelo chegou a essa resposta”, completa Garcia.

União entre universidades para desenvolver a solução

Os pesquisadores que trabalham no desenvolvimento do DiagoNow se juntaram depois de participarem de um desafio do Hospital Albert Einstein. A banca julgadora avaliou muito bem os trabalhos, elencando-os como destaques. Com isso, os autores entraram em contato para trabalhar juntos na solução.

Além de Garcia, o grupo é formado por outros dois alunos de André de Carvalho, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos e pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI): Samuel Bastos, aluno de Engenharia Mecatrônica da USP, e Rafael Bizão, aluno de pós-doutorado do ICMC. O grupo também é formado por dois alunos da Universidade Federal do ABC - Jairo da Silva Freitas Júnior e Patrícia dos Santos - por um aluno da Universidade Federal da Bahia - Kaike Weslley Reis - e pelo desenvolvedor Ivan Bolorino. 

membros

Juntos, os pesquisadores têm avançado no desenvolvimento do DiagoNow e contam com o apoio do Hospital de Amor de Barretos, que está fornecendo consultoria médica para o aprimoramento da plataforma.

Próximos passos

Os cientistas querem, agora, aperfeiçoar a fase de exames complementares do DiagoNow, desenvolver as habilidades do sistema nas outras fases e integrar o sistema às plataformas hospitalares já existentes.

“Queremos oferecer a ferramenta de forma gratuita aos hospitais interessados. Para isso, estamos buscando hospitais parceiros, porque precisamos de dados para treinar os modelos. Estamos trabalhando para que os algoritmos sejam treinados dentro do banco de dados de cada hospital”, destaca Garcia.

Com a plataforma em pleno funcionamento, a ideia dos pesquisadores é que ela não fique restrita ao coronavírus. “Queremos expandir o DiagoNow para que ele seja capaz de atuar como um norte em toda decisão médica difícil, fornecendo dados que possam ajudar a combater outras doenças também”, finaliza.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

TV Cultura logo

Matemáticos da USP e da Unicamp desenvolveram um sistema que permite avaliar quando e com qual intensidade o protocolo de distanciamento deve ser implantado para não colapsar o sistema de saúde.

 

CLIQUE AQUI para assistir à reportagem! (a partir dos 50 minutos de vídeo)

 

agencia brasil

Pesquisadores do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria propuseram um modelo de regimes de isolamento social diferenciados entre as regiões do estado de São Paulo.

Segundo o trabalho, cada cidade poderia adotar um regime mais adequado à situação da pandemia. “Nosso projeto vai de encontro ao desafio de desenvolver uma ferramenta que apresenta o nível de mitigação necessário para diferentes cidades em momentos diferentes, com o objetivo de aliviar o impacto sobre as atividades e ao mesmo tempo protegendo o sistema de saúde”, diz o artigo publicado na plataforma medRxi, ainda não submetido à crítica da comunidade científica. O trabalho é assinado pelos pesquisadores Paulo J.S.Silva, Tiago Pereira e Luis Gustavo Nonato.

 

CLIQUE AQUI para ler a notícia completa!

 

g1

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), de São Carlos (SP), e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desenvolveram uma ferramenta matemática que permite avaliar quando e com qual intensidade o protocolo de distanciamento social deve ser implantado em cada cidade individualmente a fim de evitar o colapso do sistema de saúde, na pandemia de coronavírus.

 

CLIQUE AQUI para ler a notícia completa!

 

Página 4 de 90