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Em um cenário de acesso limitado às vacinas contra a covid-19, a matemática pode ajudar a otimizar o processo de aplicação das doses de modo a garantir que mais pessoas sejam imunizadas em um menor espaço de tempo.

 

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Intervalo seguro entre doses da vacina contra a Covid

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Paulo Silva, Claudia Sagastizábal, Luis Gustavo Nonato, Tiago Pereira
 

Diante de um cenário limitado de vacinas para proteger a população mundial contra a Covid-19, otimizar o processo de aplicação para garantir que mais pessoas estejam imunizadas em um espaço menor de tempo é também uma resposta que a matemática pode dar.

O estudo denominado Optimizing COVID-19 second-dose vaccine delays saves ICU admissions, assinado pelos pesquisadores Paulo J. S. Silva, Claudia Sagastizábal, Luis Nonato, Tiago Pereira, do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), e Claudio Struchner, da Fundação Getúlio Vargas, foi submetido à publicação e aborda o tempo ideal e seguro entre as doses para que a vacinação seja realmente eficiente contra o novo coronavírus.

Microscópio virtual

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Gleici Perdoná

A pesquisadora do CEPID-CeMEAI Gleici da Silva Castro Perdoná, professora da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto/USP, é coautora do artigo Virtual Microscopy as a Learning Tool in Brazilian Medical Education, que foi publicado pela conceituada revista Anatomical Sciences Education e apresenta resultados positivos sobre a percepção do uso da ferramenta por alunos do curso de medicina da FMRP.

Contágio por Covid com a reabertura escolar

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Tiago Pereira da Silva

O atual modelo de volta às aulas com presença de alunos apenas intercalada é suficiente para controlar infecções pelo novo coronavírus? A pergunta foi feita pela prefeitura de Maragogi-AL a matemáticos e pesquisadores que fazem parte do projeto ModCovid19, apoiado pelo Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) e selecionado pelo Instituto Serrapilheira em uma chamada de projetos emergenciais para análise da crise sanitária da COVID-19.

Projeção das datas finais de vacinação no Brasil

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Pesquisadores

Tiago Pereira da Silva, Krerley Oliveira

Um estudo desenvolvido por pesquisadores de grandes universidades brasileiras criou um modelo matemático que fornece previsões de quando a vacinação contra a Covid-19 será concluída em cada município brasileiro.

Matemáticos projetam datas finais da vacinação contra a Covid em todo o Brasil

Plataforma já está no ar; confira a previsão para a sua cidade

 

painel covid

 

Um estudo desenvolvido por pesquisadores de grandes universidades brasileiras criou um modelo matemático que fornece previsões de quando a vacinação contra a Covid-19 será concluída em cada município brasileiro.

O sistema utiliza os dados disponibilizados pelo Governo Federal para obter o ritmo da vacinação em cada cidade e, com isso, projetar quando toda a população já terá recebido todas as doses necessárias do imunizante.

Nos cálculos, é considerado o ritmo de vacinação dos últimos 30 dias para projetar quando a vacinação será finalizada no Brasil. A previsão é atualizada de acordo com a chegada de novas vacinas, o aumento ou a diminuição do ritmo de vacinação e outros critérios que impactam na aplicação do imunizante.

O Painel de Vacinação da Covid-19 é aberto e está disponível para toda a população em cemeai.icmc.usp.br/painel-vacinacao. Dentro da plataforma, o usuário só precisa selecionar o estado e a cidade desejados e verá, além da projeção para o fim da vacinação, detalhes sobre doses aplicadas por dia, doses aplicadas com atraso, demanda diária por vacinas, vacinação precoce, abandono da vacinação e muito mais. Também é possível optar por ver os dados totais do Brasil – no dia do fechamento desta reportagem, por exemplo, a previsão é de que a vacinação no país seja completada em 25 de dezembro de 2022.

Outra grande preocupação dos pesquisadores para apresentar todas essas informações foi remover inconsistências nos dados oficiais. “Na base fornecida pelo Governo, existem milhões de dados com problemas. Há dados de vacinados que teriam nascido no século XIX, recebido a segunda dose em uma data anterior à primeira, recebido mais de uma dose no mesmo dia, recebido apenas a segunda dose, recebido vacinas diferentes e recebido a vacina antes de 2021”, explica o professor Krerley Oliveira, coordenador do Laboratório de Estatística e Ciência dos Dados da UFAL. “Nós fazemos a limpeza desses dados, fazendo com que as informações que mostramos tenham menos erros e sejam mais próximas da realidade do que as disponibilizadas oficialmente”, resume.

O Governo Federal disponibiliza os dados separados por estado. O estudo se debruçou sobre todos eles e, a partir do arquivo relativo a cada unidade da federação, indicou as inconsistências existentes em cada um. Os detalhes dessas anomalias também estão publicados na plataforma.

Com os dados mais limpos e apresentados de forma didática, o pesquisador acredita que estados e municípios podem utilizá-los para combater a pandemia de forma mais adequada. “Os dados disponibilizados na plataforma podem ser utilizados para a tomada de decisão em políticas públicas. Imagine que o governo de uma determinada cidade perceba que muitas pessoas não tomaram a segunda dose, por exemplo. Com essa informação em mãos, é possível realizar campanhas de conscientização. A ferramenta pode ser importante também para moradores de cidades pequenas, por exemplo, que não têm muitas informações sobre a vacinação”, complementa.

O projeto faz parte do grupo ModCovid19, formado por pesquisadores de todo o Brasil que desenvolvem diversas pesquisas a respeito da pandemia. “Nós começamos os trabalhos com o Instituto Serrapilheira e quem deu a estrutura foi o CeMEAI. Atualmente, esse é um projeto do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTI), explica Tiago Pereira, professor da USP e um dos coordenadores do grupo. A plataforma foi desenvolvida pelo do Laboratório de Estatística e Ciência dos Dados da UFAL.

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Leonardo Zacarin - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

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mkt esportivo

 

A tecnologia e os esportes estão cada vez mais próximos, com inúmeras inovações que permitem melhorar o desempenho de atletas e facilitar a vida de treinadores. A ciência brasileira já está trabalhando ativamente no desenvolvimento de novas soluções para o setor. Um exemplo é o software iSports, criado no Instituto de Ciências Matemáticas e da Computação da USP de São Carlos, em parceria com o Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria.

 

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galileu logo

 

Ferramenta baseada em inteligência artificial foi desenvolvida por pesquisadores da USP e ajuda a entender o que leva certos crimes a ocorrer mais em determinadas regiões.

 

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Pesquisa do CeMEAI irá auxiliar censo com moradores de rua de Franca

Modelo aplicado em São Carlos servirá como referência para grupo de extensão da Unesp

 

moradores rua

 

Uma pesquisa desenvolvida em parceria entre a prefeitura de São Carlos e Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) chamou a atenção do grupo de extensão Núcleo de Cidadania Ativa, da Unesp de Franca, que atua na concretização dos direitos para a população em situação de rua.

Os alunos orientados pelo professor Murilo Gaspardo entraram em contato com os pesquisadores do CeMEAI e já realizaram reuniões para troca de experiências com base no trabalho que, em São Carlos, está desenvolvendo ferramentas computacionais para auxiliar em políticas públicas voltadas para essa população.

Brenda Schiezaro Guimaro é aluna de Direito na Unesp de Franca, faz parte do grupo de extensão e conta que fez o primeiro contato com a ONG Projeto se Mudando - que atua com os moradores em situação de rua em São Carlos. “Conversando com eles sobre nossa intenção de realizar um censo sobre a população em situação de rua de Franca, eles nos contaram do projeto que estava sendo desenvolvido com coordenação do professor Alexandre Delbem e começamos a conversar”, disse.

“A primeira reunião já foi muito produtiva, nos ajudou muito, pois estávamos com dúvidas principalmente no quesito de metodologia do censo. Eles nos explicaram de forma detalhada a maneira como desenvolveram os questionários, bem como a maneira de processamento dos dados, o que auxiliou a dar um norte para nosso trabalho. Além disso, eles nos deram dicas referentes à quantidade de perguntas, pois pretendíamos realizar muitas delas e eles já haviam reparado que tal método não funcionava”.

Francisco Louzada Neto está coordenando as análises e soluções do ponto de vista da Estatística e comentou sobre a importância da qualidade do questionário. “Estamos desenvolvendo os indicadores que irão nos apontar, por exemplo, qual é o nível de aproximação desse morador com os serviços que são oferecidos pela prefeitura, olhando para a estrutura toda. Conseguimos saber qual a porcentagem de utilização desses serviços de uma forma holística, lembrando que essa análise será automática.”

“É importante enfatizar a importância das questões e ter pessoas capacitadas para aplicar o questionário, uma vez que há questões sensíveis como uso de drogas ou bebidas que eles podem não querer contar. A realidade e qualidade das respostas é de extrema importância nos resultados”, observa.

“A pesquisa demonstrou até aqui que as informações vão mudando ao longo do tempo, menos dados com mais qualidade, podem ser mais interessantes do que muitos dados sem qualidade”, observou Cristiano Jose dos Santos, aluno de doutorado de Alexandre Delbem e que participou de todo processo, inclusive da aplicação do questionário em campo.

Delbem também comentou sobre a importância de trabalhar junto com todas as equipes em todo cronograma. “É importante destacar que a metodologia baseou-se no conhecimento prévio de todas as formas já existentes de interação da sociedade com os moradores em situação de rua de São Carlos e isso possibilitou um amplo acesso a eles, o que deve beneficiar as análises.”.

Dessa forma, a tecnologia do CeMEAI é transferida para auxiliar no mesmo problema em outros municípios. O censo na cidade de Franca está sendo desenvolvido pelo Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas de Franca (COMAD), FATEC Franca, em parceria com a Secretaria de Ação Social (SEDAS), Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop), Abrigo Provisório, Casa de Passagem e a Equipe do Consultório na Rua (eCR).

Túlio Boso Fernandes dos Santos está no grupo de extensão. É presidente do Conselho Municipal de Políticas Públicas sobre Drogas de Franca (COMAD) e mestrando da Unesp.  “Esta experiência de São Carlos vai nos ajudar a conhecer melhor o projeto e replicar em nossa cidade”. Contato com o grupo de extensão podem ser feitos pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Ferramenta para predizer a evolução da Covid-19 em São Paulo

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Wallace Casaca, Cássio Oishi, José Alberto Cuminato

Professores da Unesp e da USP desenvolveram uma ferramenta que utiliza matemática e inteligência artificial para predizer o número de infecções, óbitos e pacientes recuperados no estado de São Paulo. Utilizando dados fornecidos pelas prefeituras municipais e concentrados na plataforma Info Tracker, os pesquisadores do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), apoiado pela Fapesp, conseguem apontar resultados individuais para cada uma das 22 regiões do estado.
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