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Em São Paulo, duas universidades estaduais se juntaram para criar uma plataforma que gera estatísticas da Covid-19 de 91 cidades do estado.

 

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agencia brasil

Um projeto de pesquisadores das universidades Estadual Paulista (Unesp) e de São Paulo (USP) reúne diariamente os dados relacionados à pandemia do novo coronavírus (covid-19) em 91 cidades do estado. A partir dos dados disponibilizados pelas prefeituras, a plataforma gera informações que permitem o acompanhamento da evolução da doença em cada município e comparações entre eles.

A iniciativa foi desenvolvida dentro do Centro de Ciências Matemáticas aplicadas à Indústria com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. São compiladas informações como número de casos confirmados, destacados e mortes causadas pela doença desde o final de março. A partir dessas informações, a plataforma calcula informações como o crescimento do número de casos, o percentual de casos descartados e a quantidade de mortes para cada grupo de 100 mil habitantes.

 

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globonews

Na capital paulista, a prefeitura mudou a forma como vai notificar e informar os dados de mortes na Covid-19. Não vai mais ser por quando o óbito foi confirmado pela doença, e sim por quando uma pessoa morreu de Covid-19.

 

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globo

A Prefeitura de São Paulo mudou a maneira de informar o número de mortes no boletim diário da Covid-19, que é divulgado para a população. Agora, os óbitos são distribuídos de maneira retroativa, de acordo com a data em que a pessoa morreu, e não mais quando o resultado do exame ficou pronto.

 

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el pais

Quatro meses depois do primeiro óbito registrado em decorrência do novo coronavírus no Brasil, a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo mudou a forma como vinha divulgando as notificações de mortes pela doença na cidade. Sem fazer alarde e nem informar quais razões levaram à mudança, a gestão de Bruno Covas (PSDB) está, desde a semana passada, divulgando os óbitos pela data em que ocorreram e não mais pelo dia da notificação da morte no sistema, ou seja, não sabemos mais quantos óbitos foram confirmados nas últimas 24 horas. O total de mortes permanece, mas desde o dia 15 de julho os boletins com o balanço das vítimas da covid-19 na capital paulista vêm apresentando alterações retroativas no balanço diário de óbitos. A nova estratégia, que se assemelha àquela que o Ministério da Saúde tentou implementar no início do mês passado, mas acabou voltando atrás, causa confusão na interpretação de dados e falsa sensação de estabilidade na evolução da pandemia na maior cidade do país, criticam especialistas.

 

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Uma plataforma de dados criada por iniciativa de pesquisadores da Unesp e da USP disponibiliza informações sobre a pandemia do novo coronavírus em 82 cidades do estado de São Paulo. A equipe comandada por Wallace Casaca, professora da Unesp em Rosana e pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria, o CeMEAI, um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão financiados pela Fapesp, monitora e organiza as informações de forma que qualquer cidadão possa entender o histórico e o avanço da Covid-19 no estado.

 

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g1

 

O isolamento social e o uso de máscaras diminuíram em 15% o contágio do novo coronavírus em São Paulo e 25% em Brasília no início da pandemia de Covid-19 no país, aponta um estudo feito por pesquisadores vinculados ao Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), que fica no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP), em São Carlos (SP).

 

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O isolamento social combinado com o uso de máscaras de proteção facial diminuíram em 15% o contágio do vírus SARS-CoV-2 em São Paulo e 25% em Brasília no início da epidemia de COVID-19 no país.

As constatações foram feitas por pesquisadores vinculados ao Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) em um estudo publicado na plataforma medRxiv, ainda sem revisão por pares.

 

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Análise da efetividade das medidas de saúde na transmissão da Covid-19

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Pesquisadores

Zhao Liang

Uma pesquisa que conta com o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), tem como foco a transmissão doméstica da COVID-19 no Brasil, com uma análise da eficiência das medidas de saúde pública como isolamento social/ quarentena e uso de máscaras na mitigação da transmissão do vírus no país.

O estudo tem como autores Thiago Christiano Silva, Leandro Anghinoni e o pesquisador Zhao Liang, todos da Universidade de São Paulo (USP). Eles trabalharam com uma abordagem inovadora e desenvolveram um modelo que permite estimar as taxas de transmissão de cada uma das cidades brasileiras. E entre as conclusões, a eficiência do uso de máscaras.

Estudo analisa efetividade das medidas de saúde na transmissão da Covid-19

Resultado demonstra por cidades que isolamento e máscaras reduzem contágio

 

Uma nova pesquisa que conta com o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), tem como foco a transmissão doméstica da COVID-19 no Brasil, com uma análise da eficiência das medidas de saúde pública como isolamento social/ quarentena e uso de máscaras na mitigação da transmissão do vírus no país.

O estudo tem como autores Thiago Christiano Silva, Leandro Anghinoni e o pesquisador Zhao Liang, todos da Universidade de São Paulo (USP). Eles trabalharam com uma abordagem inovadora e desenvolveram um modelo que permite estimar as taxas de transmissão de cada uma das cidades brasileiras. E entre as conclusões, a eficiência do uso de máscaras como demonstrada na figura abaixo.

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“Plotamos duas linhas verticais, a primeira linha vertical é o início da quarentena em SP, enquanto que a segunda representa a data de uso da recomendação de máscara pelo governo federal. O eixo vertical representa a média semanal da taxa de crescimento de infectados pela Covid-19 em municípios de SP. Cada curva representa subgrupos de municípios que tinham baixa, média e alta taxas de distanciamento social anteriormente à entrada da quarentena em SP. Podemos ver que o crescimento de infectados pela doença tem uma diminuição substancial para os três grupos após a segunda linha vertical, ou seja, há menores taxas de crescimento de infectados pela Covid-19 após a recomendação do governo federal sobre o uso de máscaras. Vale ressaltar, no entanto, que os nossos resultados tratam de associações e não causalidade.”, explicou Zhao.

 “Embora a doença tenha se espalhado por quase todo o mundo, o isolamento social ainda é uma política de saúde pública controversa e os governos de muitos países ainda duvidam de seu nível de eficácia. Essa situação cria impasses em locais onde há discrepância entre as políticas municipais, estaduais e federais. O aumento exponencial do número de pessoas infecciosas e mortes nos últimos dias mostra que essa desordem política pode levar a resultados muito sérios. Neste trabalho, estudamos a evolução da Covid-19 com modelos clássicos de epidemiologia e com redes complexas somente com dados de início de pandemia”, disse Zhao.

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O método pode ser resumido em três etapas. “Primeiro, construímos a rede de transmissão Covid-19 entre cidades, ajustando a estrutura da rede a partir de dados de infectados em cada município brasileiro por meio de algoritmos de aprendizado de máquina e redes complexas. Segundo, medimos a propensão da rede de espalhar o coronavírus pelas cidades usando uma análise espectral de grafos. E por fim, propomos uma metodologia para quantificar a eficácia das políticas públicas de saúde usando a dinâmica do modelo SIR e da teoria das redes espectrais”.

Segundo os pesquisadores, o trabalho se difere dos demais uma vez que a rede de transmissão da Covid-19 é aprendida a partir de dados municipais de cada município acometido com casos locais da doença. “Ajustamos esses dados a um modelo autoregressivo vetorial com regularização, que estima canais de transmissão direcionais de Covid-19. Nossos resultados revelam que o isolamento social e, principalmente quando utilizado em conjunto com o uso de máscaras, estão associados a menores taxas de transmissão do Covid-19 no Brasil durante período analisado”, conclui o estudo.

Como exemplo, a pesquisa mostra que a adoção dessas duas medidas potencialmente diminuiria o pico de infectados em São Paulo (SP) e Brasília (DF) em 15% e 25%, respectivamente, no período analisado (2 a 8 de maio em São Paulo e de 2020).

“Temos a sexta maior população do mundo, o que torna o impacto humano substancial. O efeito da Covid-19 também deve ser estudando levando em conta as disparidades socioeconômicas e culturais nos 5.570 municípios brasileiros. Portanto, as taxas de transmissão e mortalidade por COVID-19 podem diferir amplamente entre as cidades, como evidenciamos nesta pesquisa. O modelo proposto neste artigo é capaz de estimar essas cidades específicas e as taxas de transmissão e tem a intenção, por intermédio dos aspectos regionais da transmissão, auxiliar no planejamento de medidas de saúde pública”, finalizou Zhao.

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Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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