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Ferramenta baseada em inteligência artificial foi desenvolvida por pesquisadores da USP e ajuda a entender o que leva certos crimes a ocorrer mais em determinadas regiões.

 

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Pesquisa do CeMEAI irá auxiliar censo com moradores de rua de Franca

Modelo aplicado em São Carlos servirá como referência para grupo de extensão da Unesp

 

moradores rua

 

Uma pesquisa desenvolvida em parceria entre a prefeitura de São Carlos e Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) chamou a atenção do grupo de extensão Núcleo de Cidadania Ativa, da Unesp de Franca, que atua na concretização dos direitos para a população em situação de rua.

Os alunos orientados pelo professor Murilo Gaspardo entraram em contato com os pesquisadores do CeMEAI e já realizaram reuniões para troca de experiências com base no trabalho que, em São Carlos, está desenvolvendo ferramentas computacionais para auxiliar em políticas públicas voltadas para essa população.

Brenda Schiezaro Guimaro é aluna de Direito na Unesp de Franca, faz parte do grupo de extensão e conta que fez o primeiro contato com a ONG Projeto se Mudando - que atua com os moradores em situação de rua em São Carlos. “Conversando com eles sobre nossa intenção de realizar um censo sobre a população em situação de rua de Franca, eles nos contaram do projeto que estava sendo desenvolvido com coordenação do professor Alexandre Delbem e começamos a conversar”, disse.

“A primeira reunião já foi muito produtiva, nos ajudou muito, pois estávamos com dúvidas principalmente no quesito de metodologia do censo. Eles nos explicaram de forma detalhada a maneira como desenvolveram os questionários, bem como a maneira de processamento dos dados, o que auxiliou a dar um norte para nosso trabalho. Além disso, eles nos deram dicas referentes à quantidade de perguntas, pois pretendíamos realizar muitas delas e eles já haviam reparado que tal método não funcionava”.

Francisco Louzada Neto está coordenando as análises e soluções do ponto de vista da Estatística e comentou sobre a importância da qualidade do questionário. “Estamos desenvolvendo os indicadores que irão nos apontar, por exemplo, qual é o nível de aproximação desse morador com os serviços que são oferecidos pela prefeitura, olhando para a estrutura toda. Conseguimos saber qual a porcentagem de utilização desses serviços de uma forma holística, lembrando que essa análise será automática.”

“É importante enfatizar a importância das questões e ter pessoas capacitadas para aplicar o questionário, uma vez que há questões sensíveis como uso de drogas ou bebidas que eles podem não querer contar. A realidade e qualidade das respostas é de extrema importância nos resultados”, observa.

“A pesquisa demonstrou até aqui que as informações vão mudando ao longo do tempo, menos dados com mais qualidade, podem ser mais interessantes do que muitos dados sem qualidade”, observou Cristiano Jose dos Santos, aluno de doutorado de Alexandre Delbem e que participou de todo processo, inclusive da aplicação do questionário em campo.

Delbem também comentou sobre a importância de trabalhar junto com todas as equipes em todo cronograma. “É importante destacar que a metodologia baseou-se no conhecimento prévio de todas as formas já existentes de interação da sociedade com os moradores em situação de rua de São Carlos e isso possibilitou um amplo acesso a eles, o que deve beneficiar as análises.”.

Dessa forma, a tecnologia do CeMEAI é transferida para auxiliar no mesmo problema em outros municípios. O censo na cidade de Franca está sendo desenvolvido pelo Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas de Franca (COMAD), FATEC Franca, em parceria com a Secretaria de Ação Social (SEDAS), Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop), Abrigo Provisório, Casa de Passagem e a Equipe do Consultório na Rua (eCR).

Túlio Boso Fernandes dos Santos está no grupo de extensão. É presidente do Conselho Municipal de Políticas Públicas sobre Drogas de Franca (COMAD) e mestrando da Unesp.  “Esta experiência de São Carlos vai nos ajudar a conhecer melhor o projeto e replicar em nossa cidade”. Contato com o grupo de extensão podem ser feitos pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

Mais informações

Assessoria de Comunicação do CeMEAI: (16) 3373-6609

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Ferramenta para predizer a evolução da Covid-19 em São Paulo

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Professores da Unesp e da USP desenvolveram uma ferramenta que utiliza matemática e inteligência artificial para predizer o número de infecções, óbitos e pacientes recuperados no estado de São Paulo. Utilizando dados fornecidos pelas prefeituras municipais e concentrados na plataforma Info Tracker, os pesquisadores do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), apoiado pela Fapesp, conseguem apontar resultados individuais para cada uma das 22 regiões do estado.

Políticas públicas para moradores de rua

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Alexandre Delbem

A Prefeitura de São Carlos, em parceria com pesquisadores do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), realiza um projeto para entender o perfil de moradores em situação de rua.

Após um censo com cerca de duzentas destas pessoas, os dados irão receber análise matemática que poderão contribuir com políticas públicas para essa população.

Análise da efetividade das medidas de saúde na transmissão da Covid-19

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Zhao Liang

Uma pesquisa que conta com o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), tem como foco a transmissão doméstica da COVID-19 no Brasil, com uma análise da eficiência das medidas de saúde pública como isolamento social/ quarentena e uso de máscaras na mitigação da transmissão do vírus no país.

O estudo tem como autores Thiago Christiano Silva, Leandro Anghinoni e o pesquisador Zhao Liang, todos da Universidade de São Paulo (USP). Eles trabalharam com uma abordagem inovadora e desenvolveram um modelo que permite estimar as taxas de transmissão de cada uma das cidades brasileiras. E entre as conclusões, a eficiência do uso de máscaras.

Estudo analisa efetividade das medidas de saúde na transmissão da Covid-19

Resultado demonstra por cidades que isolamento e máscaras reduzem contágio

 

Uma nova pesquisa que conta com o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), tem como foco a transmissão doméstica da COVID-19 no Brasil, com uma análise da eficiência das medidas de saúde pública como isolamento social/ quarentena e uso de máscaras na mitigação da transmissão do vírus no país.

O estudo tem como autores Thiago Christiano Silva, Leandro Anghinoni e o pesquisador Zhao Liang, todos da Universidade de São Paulo (USP). Eles trabalharam com uma abordagem inovadora e desenvolveram um modelo que permite estimar as taxas de transmissão de cada uma das cidades brasileiras. E entre as conclusões, a eficiência do uso de máscaras como demonstrada na figura abaixo.

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“Plotamos duas linhas verticais, a primeira linha vertical é o início da quarentena em SP, enquanto que a segunda representa a data de uso da recomendação de máscara pelo governo federal. O eixo vertical representa a média semanal da taxa de crescimento de infectados pela Covid-19 em municípios de SP. Cada curva representa subgrupos de municípios que tinham baixa, média e alta taxas de distanciamento social anteriormente à entrada da quarentena em SP. Podemos ver que o crescimento de infectados pela doença tem uma diminuição substancial para os três grupos após a segunda linha vertical, ou seja, há menores taxas de crescimento de infectados pela Covid-19 após a recomendação do governo federal sobre o uso de máscaras. Vale ressaltar, no entanto, que os nossos resultados tratam de associações e não causalidade.”, explicou Zhao.

 “Embora a doença tenha se espalhado por quase todo o mundo, o isolamento social ainda é uma política de saúde pública controversa e os governos de muitos países ainda duvidam de seu nível de eficácia. Essa situação cria impasses em locais onde há discrepância entre as políticas municipais, estaduais e federais. O aumento exponencial do número de pessoas infecciosas e mortes nos últimos dias mostra que essa desordem política pode levar a resultados muito sérios. Neste trabalho, estudamos a evolução da Covid-19 com modelos clássicos de epidemiologia e com redes complexas somente com dados de início de pandemia”, disse Zhao.

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O método pode ser resumido em três etapas. “Primeiro, construímos a rede de transmissão Covid-19 entre cidades, ajustando a estrutura da rede a partir de dados de infectados em cada município brasileiro por meio de algoritmos de aprendizado de máquina e redes complexas. Segundo, medimos a propensão da rede de espalhar o coronavírus pelas cidades usando uma análise espectral de grafos. E por fim, propomos uma metodologia para quantificar a eficácia das políticas públicas de saúde usando a dinâmica do modelo SIR e da teoria das redes espectrais”.

Segundo os pesquisadores, o trabalho se difere dos demais uma vez que a rede de transmissão da Covid-19 é aprendida a partir de dados municipais de cada município acometido com casos locais da doença. “Ajustamos esses dados a um modelo autoregressivo vetorial com regularização, que estima canais de transmissão direcionais de Covid-19. Nossos resultados revelam que o isolamento social e, principalmente quando utilizado em conjunto com o uso de máscaras, estão associados a menores taxas de transmissão do Covid-19 no Brasil durante período analisado”, conclui o estudo.

Como exemplo, a pesquisa mostra que a adoção dessas duas medidas potencialmente diminuiria o pico de infectados em São Paulo (SP) e Brasília (DF) em 15% e 25%, respectivamente, no período analisado (2 a 8 de maio em São Paulo e de 2020).

“Temos a sexta maior população do mundo, o que torna o impacto humano substancial. O efeito da Covid-19 também deve ser estudando levando em conta as disparidades socioeconômicas e culturais nos 5.570 municípios brasileiros. Portanto, as taxas de transmissão e mortalidade por COVID-19 podem diferir amplamente entre as cidades, como evidenciamos nesta pesquisa. O modelo proposto neste artigo é capaz de estimar essas cidades específicas e as taxas de transmissão e tem a intenção, por intermédio dos aspectos regionais da transmissão, auxiliar no planejamento de medidas de saúde pública”, finalizou Zhao.

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Sobre o CeMEAI

O Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

O CeMEAI é estruturado para promover o uso de ciências matemáticas como um recurso industrial em três áreas básicas: Ciência de Dados, Mecânica de Fluidos Computacional e Otimização e Pesquisa Operacional.

Além do ICMC-USP, CCET-UFSCar / IMECC-UNICAMP / IBILCE-UNESP / FCT-UNESP / IAE e IME-USP compõem o CeMEAI como instituições associadas.

 

Raquel Vieira - Comunicação CeMEAI

 

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Uma iniciativa de pesquisadores pode ajudar hospitais a não ficarem sem produtos de higiene durante a pandemia do novo coronavírus. Um programa elaborado pelo Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) ajuda a "prever" quando é preciso reforçar o estoque de EPI de acordo com os índices da doença na região do hospital. O acesso à ferramenta é aberto e gratuito.

 

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Pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos participarão de uma rede nacional para transformação de cidades em smart cities, espaços que utilizam tecnologias como inteligência artificial e internet das coisas para gerar eficiência nas operações urbanas, mantendo o desenvolvimento econômico ao mesmo tempo que melhoram a qualidade de vida da população.

 

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Um programa desenvolvido pelo Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMAI) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, com pesquisadores das federais do ABC paulista e da Bahia auxilia os médicos na hora de saber se o paciente tem ou não Covid-19.

A plataforma gratuita DiagnoNow Test de Covid usa inteligência artificial para analisar um exame de sangue e traz mais agilidade, principalmente, para descartar casos suspeitos.

 

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Rede de cidades inteligentes

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André Carvalho

Você já parou para pensar como serão as cidades do futuro? Talvez nem seja preciso ir tão longe. Algumas delas já estão sendo construídas no presente. As Smart Cities utilizam tecnologias como Inteligência Artificial e Internet das Coisas para gerar eficiência nas operações urbanas, mantendo o desenvolvimento econômico ao mesmo tempo que melhoram a qualidade de vida da população.

No Brasil, um projeto apoiado pelo Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), está criando uma rede de cidades inteligentes. É a Inteligência Artificial Recriando Ambientes (IARA), que integra cerca de vinte universidades do país e do exterior, governos e iniciativa privada.

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