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Os pesquisadores das universidades paulistas dizem que a taxa de transmissão está abaixo de um em 16 das 22 regiões de São Paulo.

 

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Pesquisadores da USP e da Unesp criaram uma ferramenta que calcula a evolução da pandemia nas cidades paulistas que concentram mais casos e mortes por coronavírus no estado de São Paulo. Os modelos matemáticos são abastecidos pelas prefeituras, com dados oficiais.

 

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sbt

A Covid-19 já matou 118.649 brasileiros. Mais de 3 milhões e 700 mil foram infectados pelo novo coronavírus. Os curados somam quase 3 milhões. E pela primeira vez o Brasil ultrapassou os EUA no ranking de mortes causadas pelo novo coronavírus a cada 100 mil habitantes.

 

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estadao

Pesquisadores da USP e da Unesp desenvolveram uma ferramenta para projetar o número de infecções, óbitos e pacientes recuperados da covid-19 em São Paulo. A partir dos dados fornecidos pelas prefeituras, analisados por modelos matemáticos e técnicas de inteligência artificial, os professores conseguem antever o comportamento da doença em cada uma das 22 sub-regiões do Estado no período de sete a dez dias com 95% de acerto.

 

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Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) desenvolveram uma ferramenta que utiliza matemática e inteligência artificial para predizer o número de infectados, óbitos e de pacientes recuperados no estado de São Paulo.

SP Covid-19 Info Tracker é uma plataforma alimentada com dados das secretarias de Saúde do município. Ao todos, 22 sub-regiões são monitoradas pela ferramenta. Além de dados, como número de casos, mortes e recuperados, o Info Tracker também faz uma previsão de como a doença se comportará nos próximos sete dias. 

 

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Em São Paulo, duas universidades estaduais se juntaram para criar uma plataforma que gera estatísticas da Covid-19 de 91 cidades do estado.

 

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agencia brasil

Um projeto de pesquisadores das universidades Estadual Paulista (Unesp) e de São Paulo (USP) reúne diariamente os dados relacionados à pandemia do novo coronavírus (covid-19) em 91 cidades do estado. A partir dos dados disponibilizados pelas prefeituras, a plataforma gera informações que permitem o acompanhamento da evolução da doença em cada município e comparações entre eles.

A iniciativa foi desenvolvida dentro do Centro de Ciências Matemáticas aplicadas à Indústria com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. São compiladas informações como número de casos confirmados, destacados e mortes causadas pela doença desde o final de março. A partir dessas informações, a plataforma calcula informações como o crescimento do número de casos, o percentual de casos descartados e a quantidade de mortes para cada grupo de 100 mil habitantes.

 

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globonews

Na capital paulista, a prefeitura mudou a forma como vai notificar e informar os dados de mortes na Covid-19. Não vai mais ser por quando o óbito foi confirmado pela doença, e sim por quando uma pessoa morreu de Covid-19.

 

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globo

A Prefeitura de São Paulo mudou a maneira de informar o número de mortes no boletim diário da Covid-19, que é divulgado para a população. Agora, os óbitos são distribuídos de maneira retroativa, de acordo com a data em que a pessoa morreu, e não mais quando o resultado do exame ficou pronto.

 

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el pais

Quatro meses depois do primeiro óbito registrado em decorrência do novo coronavírus no Brasil, a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo mudou a forma como vinha divulgando as notificações de mortes pela doença na cidade. Sem fazer alarde e nem informar quais razões levaram à mudança, a gestão de Bruno Covas (PSDB) está, desde a semana passada, divulgando os óbitos pela data em que ocorreram e não mais pelo dia da notificação da morte no sistema, ou seja, não sabemos mais quantos óbitos foram confirmados nas últimas 24 horas. O total de mortes permanece, mas desde o dia 15 de julho os boletins com o balanço das vítimas da covid-19 na capital paulista vêm apresentando alterações retroativas no balanço diário de óbitos. A nova estratégia, que se assemelha àquela que o Ministério da Saúde tentou implementar no início do mês passado, mas acabou voltando atrás, causa confusão na interpretação de dados e falsa sensação de estabilidade na evolução da pandemia na maior cidade do país, criticam especialistas.

 

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