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Entenda por que a inteligência artificial é uma ameaça às eleições e saiba como os deepfakes podem influenciar os resultados

No dia 1º de setembro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou texto apresentado pelo presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, que estabelecia parâmetros para caracterizar o que seria um deepfake durante a campanha eleitoral: “conteúdo sintético, produzido ou manipulado mediante inteligência artificial ou tecnologia equivalente, que apresente realismo ou verossimilhança e seja destinado a criar, reproduzir ou alterar imagem, voz ou manifestação de pessoa viva, falecida ou fictícia”.

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