
Paul Erdös não tinha casa. Suas posses se limitavam a uma mala e uma bolsa – esta última contendo apenas papéis. Dormia onde o acolhessem. Normalmente, tocava a campainha da casa de algum matemático e, assim que este lhe abria a porta, perguntava: “Então, em que nós vamos trabalhar?” Nos dias seguintes, produzia alguma prova ou inventava um novo problema.





